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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

NÃO COMPLIQUE A VIDA

















NÃO COMPLIQUE A VIDA...

Existe um tempo, dois tempos...
Fora de tempo...
E neles os acontecimentos são inevitáveis...
Especificamente os escândalos...
As falcatruas e corrupções...
Os engodos e as enganações de toda espécie...
Mas, ai de quem os causa...

Por isso, não se prenda a nada deste mundo...
“Porque tudo o que há no mundo
- a concupiscência da carne,
a concupiscência dos olhos e a soberba da vida –
não procede do Pai, mas do mundo.     
O mundo passa com as suas concupiscências,
mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente”. (1Jo 2,16-17).

Ora, a vida é um dom de Deus...
Por isso, precisamos vive-la para a Sua maior glória...
Sem isso, a vida é um risco que se apaga com o tempo...
Deixando suas marcas ou manchas escuras...
Amarguras de quem não viveu conforme os desígnios de Deus...

Logo, nunca enterre os talentos que Deus lhe deu...
Porque enterrá-los significa não amá-los...
Significa, perde-los para sempre...
Por ser indiferente às evidências da graça recebida...
Recebida com o dom da vida...
para que a mesma seja plena...

E que talentos são estes?
São as virtudes eternas presentes em nossas almas...
Bondade, fidelidade, mansidão...
Amor, justiça, paz, perdão...
Verdade, fraternidade, comunhão...
E todos os outros dons recebidos do Espírito Santo...

Portanto, não podemos dizer:
A vida é complicada...
Porque, conforme a graça que nos dada,
todos nós sabemos que a vida é maravilhosa...
Nós é que a complicamos...
quando não andamos nos caminhos do Senhor...
Que em seu infinito amor,
dispõe do Seu Reino para a nossa salvação...

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


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Blog Franciscanas de Maristella - Região Estrela da Amazônia

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Região Estrela da Amazônia

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Reflexão 15-11-11





Há uma voz que nos fala interiormente e como no fundo da alma quando, fechados os ouvidos às vozes das criaturas, a Deus só quemos ouvir, e o chamamos em todo o ardor de nossos desejos. Longe das pessoas, esta voz é que arrebatava os Paulos, os Antônios, os Pacômios, e lhes revelava, sem obscuridade, os segredos da ciência divina. Esta voz é que instrui os santos, os inflama, os consola e os embriaga, por assim dizer, de sua celestial doçura.

Moisés e os profetas estavam encobertos para os discípulos de Emaús; aparece Jesus, e à sua voz dissipam-se as sombras que obscureciam seu entendimento; experimentam sentimento desconhecido, por tal modo que diziam um ao outro: “Não estava nosso coração todo abrasado dentro de nós, quando ele nos falava no caminho e nos declarava as Escrituras?”

E nós, pobres infelizes, que o tumulto do mundo traz ainda distraídos, que faremos?

Não queremos nós também ouvir Jesus? Como os dois discípulos estavam em viagem; caminhamos para a eternidade. Jesus, por seu amor, se aproxima de nós; e de certo modo se faz nosso companheiro de caminho; porém, achando-nos tão pouco atentos, retira-se e nós caminhamos sós. Medonha solidão! Ah! Tenhamos cuidado não nos anoiteça no caminho! Apressemo-nos a chamar o divino quia, e digamos-lhe de toda a nossa alma: “Senhor, ficai conosco, porque se faz tarde e já vem chegando a noite”.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Imitar francisco

Imitar francisco

A CONVERSÃO DO CORAÇÃO...
















A CONVERSÃO DO CORAÇÃO...

Ao vencedor a segunda morte não causará dano

Num momento, num piscar de olhos, com a última trombeta, pois soará uma trombeta, os mortos ressurgirão incorruptos e nós seremos mudados (1Cor 15,52). Dizendo “nós”, Paulo mostra que alcançarão junto com ele o dom da futura mutação aqueles que agora se mantêm na comunhão eclesial e moral com ele e seus companheiros. Querendo sugerir qual será a mudança, diz: É preciso que o corpo incorruptível se revista de incorruptibilidade, e o mortal se revista de imortalidade (1Cor 15,53). Portanto, para que haja neles a mudança da justa retribuição, precede agora a mudança da gratuita liberalidade. Aos que nesta vida se mudaram do mal para o bem, promete-se o prêmio da futura mudança.

A graça faz com que, primeiro ressurgidos aqui espiritualmente pela justificação, comece a mudança pelo dom divino. Mais tarde, na ressurreição do corpo, que completa a mudança dos justos, a glorificação, sendo sempre perfeita, não sofrerá mudança. A graça da justificação primeiro, e depois da glorificação, muda-os de tal forma que esta glorificação neles permanece imutável e eterna.

Aqui são mudados pela primeira ressurreição, que os ilumina, para que se convertam. Por ela passam da morte para a vida, da iniquidade para a justiça, da incredulidade para a fé, das más ações para a vida santa. Por isso, a segunda morte não tem poder sobre eles. O Apocalipse refere-se a isto quando diz: Feliz quem tem parte na primeira ressurreição; sobre ele não tem poder a segunda morte (Ap 20,6). No mesmo livro, lê-se: Ao vencedor a segunda morte não causará dano (Ap 2,11). Na conversão do coração consiste a primeira ressurreição, no suplício eterno, a segunda morte.

Apresse-se, então, em tornar-se participante da primeira ressurreição quem não quiser ser condenado ao eterno castigo da segunda morte. Pois aqueles que, mudados no presente pelo temor de Deus, passam da vida má para a vida santa, passam da morte para a vida e eles mesmos, em seguida, passarão da vida obscura à glória eterna.

Paz e Bem!

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“Vós morrestes, meus irmãos, e vossa vida está escondida em Deus com Jesus Cristo. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em sua glória, vós aparecereis com ele igualmente. Portanto, considerai-vos, como mortos ao pecado, mas vivendo para Deus em Jesus Cristo”. (Cl 3,3-4; Rm 6,11).
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Fonte: Do Tratado sobre o perdão, de São Fulgêncio de Ruspe, bispo (Lib. 2,11.2-12,1.3-4: CCL 91A,693-695) (Séc.VI)



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Reflexão IV


REFLEXÃO IV


Sendo Deus o último fim de nossas ações, como nossos desejos, é necessário, quando agimos , que evitemos abandonar-nos aos movimentos precipitados da natureza, cuja inclinação é tudo referir a si. E como ninguém se conhece a si mesmo, não pode desde logo ser seu próprio guia; pede a sabedoria que não empreendamos coisa alguma de importância sem tomar conselho em espírito de submissão e de humildade.

Esta justa desconfiança de si próprio previne as quedas e purifica o coração: “O conselho te guardará, diz o Sábio, e te tirará do mau caminho”.

Se quero ser bom discípulo de Jesus Cristo, procurarei a conversação com os servos de Deus, buscarei seu conhecimento, e praticarei com eles as coisas divinas.
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