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terça-feira, 7 de abril de 2026

Convivendo com Jesus ressuscitado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 28,8-15)(06/04/26)

1. Caríssimos, existe uma insegurança natural que por vezes nos abala quando sentimos que o perigo ronda a nossa vida a ponto de temermos perde-la. Era assim que se sentiam os Apóstolos após a crucificação do Senhor Jesus; no entanto, com a sua ressurreição tudo mudou, a alegria perdida voltou em dobro; o que era desilusão, encheu-se de uma nova esperança e de um novo vigor a toda prova. É isso o que vimos na primeira leitura.

2. Com a ressurreição do Senhor se cumpre o que Ele disse no Apocalipse: "Eis que eu faço nova todas as coisas." (Ap 2,5b). Desse modo, o novo do Senhor se faz presente em nós que ressuscitamos com Ele no batismo, e o seguimos rumo ao paraíso preparado como herança para todos que o amam; e é isso que anunciamos a todos para que se acheguem a Ele, pois, como nos ensinou: "Na casa de meu Pai há muitas moradas." (Jo 14,2).

3. Com efeito, conhecemos por experiência a dualidade que existe neste mundo; trata-se das duas realidades da existência temporal uma se contrapondo a outra: verdade e mentira; alegria e tristeza; saúde e doença; vida e morte, de modo que somente o Senhor Jesus nos dá a graça de vencer essa dualidade nos mantendo unidos a Ele que nos salva.

4. No Evangelho de hoje vemos presente essa dualidade, enquanto, os discípulos vivem a evidência da Sua Ressurreição e com Ele interagem numa alegria sem igual; por outro lado, os chefes do povo que o mataram por ódio e rancor, apesar da evidência da sua ressurreição testemunhada pelos guardas do sepulcro, fecharam-se na soberba e na mentira, e criaram uma falsa versão do que acontecera, compraram os guardas e converceram-nos a divulga-la. 

5. Em outras palavras, isso demonstra que o demônio e seus sequazes por se fecharem na maldade que praticam não se arrependem, por isso, se condenam eternamente, por cultivarem a mentira e se afundarem nela.

6. Portanto, caríssimos, o Senhor Jesus por sua ressurreição inaugura o Reino de Deus aqui na terra, e a Igreja é a parte visível desse Reino, desse modo, o corpo hierárquico e os fiéis; os Santos Mandamentos, os Sacramentos, o anúncio da Sua Palavra, as celebrações litúrgicas... 

7. Em especial a Santa Missa, a prática das obras de misericórdia e das virtudes eternas são as evidências da Sua Presença no seio da humanidade; e pela ação do Espírito Santo continua a sua obra de salvação até o fim do mundo.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

Deus nos deu o dom da fé para discipar as trevas das nossas misérias...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 20,11-18)(07/04/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, a experiência que fazemos com Jesus Ressuscitado se dá em meio às nossas misérias, porque, embora tenhamos consciência de quanto é maravilhoso ama-lo e segui-lo, somos frequentemente tentados a deixar esse belíssimo propósito, para seguir aquilo que nos é sugerido pelas artemanhas do maligno. 

2. No entanto, quando nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo, resistimos a tudo o que não nos convém, e assim lutamos contra nós mesmos e às nossas concupicências que se apresentam querendo nos abater ou nos levar à desistir do nosso propósito de santidade. 

3. Por isso, precisamos escutar atentamente o que disse o Senhor: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 26,41). A carne significa a inclinação que temos para nos deixar levar pelas sugestões do maligno. "Entretanto, diz o Senhor, aquele que perseverar até o fim será salvo." (Mt 24,13).

4. No Evangelho de hoje vimos esse ato de perseverança em Maria Madalena que busca o corpo do Senhor em meio as incertezas que tomavam os espaços de sua alma abatida por ter presenciado a sua crucifixão; porém, o seu amor por Jesus era tamanho que nada a fez desistir do desejo de encontra-lo.

5. De fato, às vezes o nosso humano quer falar mais alto do que a fé que recebemos do Senhor; todavia, "quando lutamos contra o nosso pior inimigo, que nós mesmos, vencemos todos os inimigos visíveis e invisíveis", como nos ensinou são Francisco de Assis. 

6. Portanto, carissimos, como vimos nos exemplos acima, o importante é permacermos no Senhor ressuscitado dando os frutos da redenção que Ele realizou em nosso favor, para vivermos em santidade e justiça diante Dele todos os dias de nossa vida. 

7. Destarte, de uma coisa fiquemos certo, o Senhor Jesus estará sempre conosco seja qual for a situação ou dificuldade que enfrentarmos, como Ele mesmo prometeu: "Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo." (Mt 28,20).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 5 de abril de 2026

Cristo ressuscitou, aleluia! Venceu a morte com amor...


 Homilia do Domingo da Ressurreição do Senhor (Jo 20,1-9)(05/04/26)


1. Caríssimos, se olharmos no íntimo de nossas almas, por mais frágeis que sejamos, e mesmo nos sentindo mortais, não acreditamos na morte, mas, na vida eterna que recebemos no batismo como nos ensinou são Paulo: "Ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova." (Rm 6,3-4).

2. E continua ele: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra. Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com ele na glória." (Cl 3,1-4).

3. Comentando o Evangelho da ressurreição do Senhor, disse o Papa Bento XVI: "A morte e ressurreição do Verbo de Deus encarnado é um evento de amor insuperável, é a vitória do Amor que nos libertou da escravidão do pecado e da morte. Ele mudou o curso da história, infundindo um significado e valor indeléveis e renovados na vida do homem, proclamar que desejamos permanecer para sempre com Deus, nosso Pai infinitamente bom e misericordioso. Entramos assim nas profundezas do mistério pascal.

4. Que ninguém feche o coração à onipotência desse amor redentor! Jesus Cristo morreu e ressuscitou por todos: Ele é a nossa esperança! Verdadeira esperança para cada ser humano. Hoje, como fez com os seus discípulos na Galileia antes de regressar ao Pai, também Jesus ressuscitado envia-nos a todos os lugares como testemunhas da sua esperança e assegura-nos: Eu estou convosco sempre, todos os dias, até ao fim do mundo (cf. Mt 28, 20).  

5. Fixando o olhar da alma nas chagas gloriosas do seu corpo transfigurado, podemos compreender o sentido e o valor do sofrimento, podemos aliviar as muitas chagas que continuam a sangrar a humanidade ainda nos nossos dias. Nas suas chagas gloriosas reconhecemos os sinais indeléveis da infinita misericórdia do Deus de quem fala o profeta: 

6. Ele é quem cura as feridas dos corações partidos, que defende os fracos e proclama a liberdade dos escravos, que conforta todos os aflitos e distribui o seu óleo de alegria em vez de pranto; um cântico de louvor em vez de um coração triste (cf. Is 61,1.2.3).  

7. Se nos aproximarmos dele com humilde confiança, encontramos em seu olhar a resposta ao anseio mais profundo de nosso coração: conhecer Deus e entrar em uma relação vital com ele, que enche nossa existência e nossas relações interpessoais e sociais com seu próprio amor. Por isso, a humanidade precisa de Cristo: nele, nossa esperança, "fomos salvos" (cf. Rm 8,24). (Bento XVI - Mensagem Urbi et Orbi, 23/3/2008)

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 4 de abril de 2026

Iluminados pela Luz de Cristo ressuscitado...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA SÁBADO SANTO (Mt 28,1-10)(04/04/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, meditemos com atenção estas palavras do saudoso Papa Francisco, sobre o Sábado de aleluia: "O Sábado Santo é o dia no qual a Igreja contempla o «repouso» de Cristo no túmulo depois do combate vitorioso da cruz.
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2. Neste dia a Igreja, identifica-se mais uma vez com Maria: toda a sua fé está reunida nela, a primeira e perfeita discípula, a primeira e perfeita crente. Na obscuridade que envolve a criação, ela permanece sozinha a manter acesa a chama da fé, esperando contra toda esperança (cf. Rm 4, 18) na Ressurreição de Jesus."
3. São Boaventura assim também discorreu sobre este dia: "Na aurora do terceiro dia do repouso sagrado do Senhor no sepulcro, o poder e a sabedoria de Deus, Cristo, tendo abatido o autor da morte, triunfou da própria morte, abriu-nos o acesso à eternidade e ressuscitou de entre os mortos pelo seu poder divino, para nos indicar os caminhos da Vida. Iluminou a nossa fé com provas e elevou a nossa esperança com promessas, para finalmente inflamar o nosso amor com dons celestes."

4. E também são Cromácio de Aquileia (séc. IV): "Esta noite merece bem o seu nome: vigília do Senhor, porque o Senhor acordou vivo para que nós não ficássemos adormecidos na morte. Com efeito, Ele sofreu por nós o sono da morte, pelo mistério da sua Paixão; mas esse sono do Senhor tornou-se a vigília do mundo inteiro, porque a morte de Cristo afastou para longe de nós o sono da morte eterna. 

5. Ele próprio o declara pelo profeta: «Então, despertei e reparei quão doce tinha sido o meu sono!» (Sl 3,6; Jr 31,26). Esse sono de Cristo, que nos chamou da amargura da morte para nos levar à doçura da vida, não pode deixar de ser doce."

6. Com efeito, viver num mundo barulhento como o nosso e se deixar contaminar por ele, é perder o essencial que gera a paz interior de que tanto precisamos, ou seja, o silêncio sagrando, nele nos deleitamos com o Senhor num colóquio ardente, numa linguagem única que só quem a usa conhece perfeitamente, porque são conduzidos pelo Espírito Santo.
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7. Portanto, caríssimos, deixemos o mundo e os seus esquemas barulhentos e confusos; usemos de profundo silêncio em nossa mente para apagarmos os dardos inflamados dos pensamentos vãos, desordenados e estranhos; e assim, encontrarmos o Senhor na quietude de nossas almas iluminadas pela Sua Divina Presença.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Só é possível aceitar a cruz e o sofrimento mediante a fé... o

 Homilia da sexta-feira da Paixão e morte do Senhor (Jo 18,1–19,42)(03/04/26)

1. Caríssimos, em nossa finitude compeendemos que a morte é uma realidade que nos acompanha a cada momento, mas ela é também um grande mistério, desvendado por Cristo que não se poupou, mas por nós se entregou ao Pai como oferta de suave odor para nos livrar do pecado e da morte eterna. 

2. De fato, a morte nos incomoda, e de certo modo nos dá medo por não conhecermos o devir, o nosso vir a ser; todavia, por sua morte de cruz o Senhor Jesus nos tranquilizou ao vence-la por sua obediência e amor incondicional ao Pai. 

3. E tudo isso Ele fez porque nos amou até o fim e o demonstrou ao dar a sua vida em resgate pela nossa para que a morte nunca mais nos incomodasse ou gerasse medo por não conhecermos o nosso destino eterno.

4. Todavia, para isso o Senhor Jesus nos deu a fé, o seu exemplo de amor e obediência ao Pai que o ressuscitou dos mortos e nos fazendo ressuscitar com Ele; para assim vencermos esse mistério que ultrapassa as nossas forças e o nosso entendimento natural.

5. A Carta aos Hebreus nos ensina como o Senhor Jesus venceu a morte e os inimigos que levam à ela: "Nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade. 

6. Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve. E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem." (Hb 5,7-9). 

7. Portanto, caríssimos, o que significa para nós a morte do Filho de Deus? Significa o retorno ao estado de graça, a volta para a casa do Pai, a nossa participação na sua natureza Divina, e a felicidade eterna no Reino de Deus.

8. Destarte, sigamos confiantes como o Senhor Jesus nos ensinou: "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais." (Jo 14,1-3).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

É horrível a ganância e a frieza de um traidor...

 QUARTA-FEIRA SANTA (Mt 26,14-25)(01/04/26)

1. Caríssimos, a quarta-feira da Semana Santa, é o dia em que se encerra o período quaresmal. Em algumas igrejas, celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos, com Nossa Senhora das Dores. E também algumas igrejas celebram o ofício das trevas, lembrando que o mundo já estava em trevas quando da proximidade da morte de nosso Senhor Jesus Cristo.

2. O evangelho de hoje, narra a traição de Judas, descrevendo como este foi ter com os chefes dos sacerdotes, a quem se ofereceu para trair o Senhor Jesus. Aceitando trinta moedas de prata, o preço de um escravo fugitivo, como recompensa da sua traição.

3. Meditando este Evangelho o que aprendemos para não cair na mesma tentação de Judas? Ora, a traição é o tipo de comportamento em que o ser humano perde completamente o senso do amor fraterno, gerando, com isso, o desprezo do próximo, digamos que é um mergulho no mais profundo da maldade, por isso, leva ao desespero o infrator que a comete.

4. ​Ora, é interessante notar que Judas conviveu intimamente com o Mestre, presenciando seus milagres e ensinamentos de amor, e ainda assim escolheu a traição. Isso revela a profundidade do livre-arbítrio; e quanto a falta de vigilância leva à perda do mesmo. 

5. De fato, Deus não anula a nossa vontade, mesmo quando decidimos seguir caminhos de autodestruição; a traição não foi algo imposto, mas uma escolha cultivada no silêncio do coração do traidor. Ou seja, quem se desliga do essencial que recebe, perde a perfeita comunhão com Deus seu doador. O inferno nada mais é do que a total ausência de Deus na alma.

6. Por fim, vemos nessa narração uma advertência severa sobre o destino do traidor, afirmando que "teria sido melhor não ter nascido". Ora, aqui não se trata de uma condenação vingativa, mas de uma constatação da tragédia existencial de quem se fecha totalmente ao amor e ao perdão.

7. Destarte, a traição de Judas serve como um espelho para as nossas traições pessoais, convidando-nos à vigilância e à lealdade. Lembrando-nos que a eternidade que desejamos, nós a estamos vivendo a partir das nossas escolhas e decisões usando para isso o nosso livre arbítrio.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv. 

terça-feira, 31 de março de 2026

É DURO POR DEMAIS SER TRAÍDO...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 13,21-33.36-38)(31/03/26)

1. Caríssimos, a experiência de saber-se traído por um daqueles que havia escolhido para dar prosseguimento ao Seu Plano salvífico para a humanidade, foi realmente um duro golpe que o Senhor Jesus sofreu. Ora, por esse exemplo vemos que Deus sempre chama os seus escolhidos para permanecerem fiéis ao Seu Plano de salvação; mas, nem sempre estes se mostram à altura de tamanho chamado.

2. De fato, quando não há correspondência ao chamado do Senhor, facilmente se muda de lado passando a servir o inimigo de Deus e de nossas almas; e desse modo, o maligno toma posse de tais almas infiéis, levando-as não somente à traição, mas também ao desespero e à morte, geralmente trágica, como vimos acontecer com Judas Escariotes.

3. No entanto, como também vimos nesse mesmo Evangelho, não obstante a traição de Judas, o Senhor Jesus deu continuidade à Sua Obra salvífica, instituindo o Sacramento da Santa Eucaristia, o Sacerdócio ministerial e a Santa Missa. Ou seja, os meios pelos quais o seu Plano de salvação se realiza em nossa vida; porém, cabe a nós a adesão e a perseverança nestas graças que Dele recebemos.

4. Portanto, caríssimos, acompanhemos com devoção e amor o Senhor nestes que foram os seus últimos dias de estadia conosco, como um de nós; ainda que pela fé tenhamos consciência de que Ele permanece sempre conosco no Grande Mistério da Eucaristia, na pessoa de seus fiéis ministros, como também em cada um dos nós que o recebemos na Santa comunhão.

5. Decerto, sabemos que o desfeixe final da presença dos seres humanos neste mundo se aproxima e não tem como duvidar disso. Todavia, pela graça do Sacrifício de Cristo fomos perdoados e pelo Espírito Santo preparados para vencermos todas as batalhas espirituais contra o pecado e o demônio, autor do pecado; "contanto que soframos com Cristo, para que também com ele sejamos glorificados." (Rm 8,17).

6. Na Carta aos Hebreus, Deus nos ensina como nos unirmos a Cristo, para que seguindo o seu exemplo nos tornemos por meio Dele vencedores dessa luta em que estamos. Diz Ele: "Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus. Em vez de gozo que se lhe oferecera, ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus. 

7. Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo. Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado. Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3). Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem." (Hb 12,1-4.12-13). 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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