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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

A VOCAÇÃO MATRIMONIAL...


PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 19,3-12)(14/08/20)
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Caríssimos, vivendo num mundo ambíguo repleto de egoísmo e divisões, pensar as relações humanas à partir dessa ambiguidade é não entender a vontade de Deus ao criar homem e mulher para formarem com Ele a Família Divina cujo único fundamento é o amor que nos une aqui e na Sua Glória Eterna.
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São Paulo ao falar do amor unitivo matrimonial, escreveu: "Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra, para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim os maridos devem amar as suas mulheres". (Ef 5,25-28a).
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Desse modo, compreendemos que o verdadeiro sentido do matrimônio é a perfeita unidade do homem e da mulher com Deus pela aliança do amor sacramental, pois, como disse Jesus: "Nunca lestes que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne?’ De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe." (Mt 9,4-6).
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Portanto, caríssimos, enquanto homens e mulheres pensarem suas relações conjugais a partir do "ego" (egoísmo) e não do amor "ágape" (amor incondicional), nunca haverá felicidade em seus corações; apenas se relacionarão, se ofenderão mutuamente; e se gerarem filhos e filhas, havendo separação, crescerão desequilibrados pelo trauma da ausência da unidade familiar tal qual foi e sempre será a vontade de Deus para a família humana.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

"SENHOR, QUANTAS VEZES DEVO PERDOAR SE MEU IRMÃO PECAR CONTRA MIM?"


PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 18,21—19,1)(13/08/20)
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Caríssimos, as virtudes e os dons de Deus não podem ser medidos, pois não teem limites, uma vez que são a fonte da paz vinda do Seu infinito amor. Perdoar é amar, é fazer a vontade de Deus, porque é Deus quem perdoa por meio de nós, desse modo, compreendemos que o perdão é o dom de Deus que impede a entrada da maldade em nossas almas.
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Esta liturgia de hoje traz como tema central a virtude do perdão sem medidas, que significa a permanência no amor e na misericórdia do Senhor que nos
perdoa sempre, mantendo aberta as portas do Seu Sacratíssimo Coração para Nele repousarmos e obtermos todas as graças necessárias para a nossa salvação.
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De fato, quem não dá atenção às ofensas sofridas nunca ofende ninguém, porque perdoa sempre, ou seja, vive livre do rancor, da mágoa, do ressentimento e de todos os males advindos da falta de perdão que é fruto podre do julgamentos negativo que fazemos uns dos outros.
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Com efeito, a Palavra de Jesus nos mantém sempre em paz, mas isso quando a pomos em prática; escutemos, então, o Senhor: "Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete."
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Portanto, caríssimos, sabemos que vivemos num mundo de conflitos, mas, Deus nos quer fora desse mundo, por isso, nos dá o Seu perdão e o dom de perdoar-nos uns aos outros para sermos livres de todos os conflitos e de toda maldade existente na face da terra. Destarte, repito, perdoar é amar é fazer a vontade de Deus, e é isso que nos mantém livres, em paz e felizes.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

O AMOR AO PRÓXIMO E A CORREÇÃO FRATERNA...


PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 18,15-20)(12/08/20)
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Caríssimos, nenhum de nós é santo o bastante para dizer que nunca pecou ou nunca sofreu por causa do pecado dos outros. Por isso, precisamos da graça santificante do Senhor para nos mantermos em comunhão com Ele, ou seja, livres dos pecados consentidos e praticados, pois, não existe pecado onde ele não é permitido nem praticado.
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No Evangelho de hoje Jesus nos ensina um método de reconciliação com aqueles que nos ofendem com seus pecados. Tal método se dá em três etapas: diálogo interpessoal, em que as partes se perdoam mutuamente; e se esse não funciona, chama-se ao diálogo fraterno duas ou três testemunhas; e se esse esforço também não deu resultado; deve-se procurar a comunidade eclesial, na pessoa do bispo ou dos sacerdotes; se ainda assim, uma das partes se mantém irredutível, confia-se tal parte ao arrependimento pessoal e à misericórdia do Senhor.
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De fato, o princípio cristão da unidade tem como base o amor e a misericórdia de Cristo, vividos até as últimas consequências, isto é, até a total ausência de qualquer discórdia ou divisão, mesmo se para isto for preciso dar a própria vida, como o fez Jesus, o Filho amado de Deus.
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Por isso, não creiam naqueles que se dizem cristãos e pregam a divisão da Igreja, pois, ela é o Corpo de Cristo, do qual Ele é a Cabeça e nós somos seus membros (cf. Col 1,18). Desse modo, quem prega a divisão, o faz contrariando o Senhor que disse: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." (Mt 16,18-19).

Portanto, caríssimos, qualquer outra palavra fora dessa Palavra de Jesus, é falsa, porque é advinda do inimigo de Deus e de nossas almas. Destarte, escutemos esta oração do Senhor: "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste." (Jo 17,20-21).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 11 de agosto de 2020

A INOCÊNCIA REVELA A PRESENÇA DE DEUS...



 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 18,1-5.10.12-14)(11/08/20)
Caríssimos quando em nossa naturalidade nos apegamos às coisas que passam esquecemos que somos almas viventes à caminho da eternidade; e, com isso, deixamos entrar em nossa alma o espírito de egoísmo, que nos mantém escravos de nós mesmos e do maligno de quem provém todos os males.
Com efeito, esta liturgia de hoje trata da liberdade dos filhos de Deus que consiste na inocência recebida do Senhor e vivida por amor a Ele e àqueles que encontramos em nosso dia a dia, mesmo quando não somos aceitos ou correspondidos em nosso modo de ser.
No Evangelho de hoje os discípulos perguntam a Jesus: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” E como sempre o Senhor os surpreende com um gesto simples e palavras vivas de fácil compreensão: "Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus."
Com essas palavras o Senhor os libertou do espírito de grandeza e vanglória, como havia dito: "Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado." (Jo 15,3). São Paulo na Carta aos Romanos, escreveu: "Vivei em boa harmonia uns com os outros. Não vos deixeis levar pelo gosto das grandezas; afeiçoai-vos com as coisa modestas. Não sejais sábios aos vossos próprios olhos." (Rm 12,16).
Portanto, caríssimos, nosso viver é uma resposta que damos a Deus, é correspondência ou não ao seu infinito amor. Por isso, ao escutamos o Senhor Jesus e pormos em prática a Sua Divina Palavra, é Ele mesmo quem nos conduz à uma vida de santidade e justiça diante de Deus, nosso Pai.
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

O MARTÍRIO É CAMINHO DE PERFEIÇÃO QUE NOS LEVA AO CÉU...


PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 12,24-26)(10/08/20)
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Caríssimos, nós sofremos constantemente a tentação de julgarmos uns aos outros, e isso se agrava ainda mais quando os outros não pensam como nós; a tendência é condena-los ao isolamento, ou seja, a uma espécie de morte que, na verdade, esfria em nós o amor e a misericórdia, nos tornando incapazes da prática do bem.
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Com efeito, se quisermos vencer as más tendências e as tentações que chegam à nossa mente, precisamos cultivar as virtudes eternas, pois são elas que nos dão a vitória sobre todo o mal; uma vez que são puro dom de Deus e é por elas que Ele santifica as nossas almas para vivermos na Sua presença.
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No Evangelho de hoje Jesus diz uma frase que resume a sua missão ao nos apontar o caminho do martírio como a vontade do Pai que nos leva à ressurreição, à vida eterna: “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto."
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E acrescenta: "Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conserva-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.
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Portanto, caríssimos, essa linguagem do Senhor Jesus não agrada aos que se acham autossuficientes, aos arrogantes, aos soberbos, aos malfeitores e aos formadores de opinião que pensam ter a solução para tudo, quando na verdade nada mais enxergam além do próprio eu.
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Destarte, à esses eis o que diz o Senhor: "Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me." (Mt 16,24b).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 9 de agosto de 2020

"CORAGEM! SOU EU, NÃO TENHAIS MEDO.



Homilia do 19°Dom do tempo comum (Mt 14,22-33)(09/08/20)

Caríssimos, a vida vivida com Cristo e em Cristo é sempre uma aventura a caminho do Reino dos Céus. É verdade, Deus nos surpreende sempre porque Nele tudo é novo, nada se repete mesmo que façamos as mesmas coisas. E tudo isso Ele faz para nos assegurar que está nos conduzindo à vida eterna, ao Reino dos céus.
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Com efeito, é o que nos revela essa liturgia de hoje cheia de surpresas e reconhecimento de quem é Jesus e de como Ele age em nosso favor com seus gestos de bondade e misericórdia nos mostrando o quanto nos ama e está próximo de nós em nossas dificuldades. Ora, e isso nós vemos no cuidado que Ele tem com as multidões; com a oração pessoal em nosso favor; e por não medir esforços para encontrar os discípulos no meio da tempestade na qual estavam..
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De fato, com Ele somos capazes de singrar o mar revolto deste mundo sem medo das tempestades que nos assola a cada instante do viver; certos de que ao pedirmos a sua ajuda, como fez Pedro no Evangelho de hoje, logo seremos atendidos, com o mesmo cuidado e advertência: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?”
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Portanto, caríssimos, escutemos com atenção o Senhor Jesus: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!" (Mt 14,27). E para vivermos essa Sua Palavra, ponhamos Nele toda a nossa confiança na certeza de que somente a Sua Vontade se realizará em nossa vida. Peçamos à Virgem Santíssima, Mãe do Senhor e nossa Mãe que nos ajude a viver sempre conforme a vontade do seu Filho amado.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 8 de agosto de 2020

A FÉ QUE ARREBATA MONTANHAS E NADA LHE É IMPOSSÍVEL...


PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 17,14-20)(08/08/20)
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Caríssimos, no final da primeira leitura desta liturgia escutamos o Profeta Habacuc, dizer: "Quem não é correto, vai morrer, mas o justo viverá por sua fé”. (Hab 2,4). E ele diz isso como resposta do Senhor para as injustiças e maldades presentes no seio da humanidade, à ponto de muitos duvidarem até da sua existência.
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No entanto, para os filhos e filhas de Deus que creem no Seu infinito amor, não há dúvida de que o mal presente no mundo não faz parte desse Seu infinito amor; por isso, os que praticam o mal seguem a via da perdição e experimentam no próprio ato nefasto o resultado maléfico de seu desvario. Desse modo, se pode afirmar claramente, que não existe nenhuma paz na alma dominada pelo pecado mortal.
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No Evangelho de hoje, em um certo momento, Jesus censura a falta de fé daquela gente, dizendo: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei?" E quando os Apóstolos o indagaram porquê não puderam curar o menino epilético, Ele respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 17,14-20)(08/08/20)
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Caríssimos, no final da primeira leitura desta liturgia escutamos o Profeta Habacuc, dizer: "Quem não é correto, vai morrer, mas o justo viverá por sua fé”. (Hab 2,4). E ele diz isso como resposta do Senhor para as injustiças e maldades presentes no seio da humanidade, à ponto de muitos duvidarem até da sua existência.
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No entanto, para os filhos e filhas de Deus que creem no Seu infinito amor, não há dúvida de que o mal presente no mundo não faz parte desse Seu infinito amor; por isso, os que praticam o mal seguem a via da perdição e experimentam no próprio ato nefasto o resultado maléfico de seu desvario. Desse modo, se pode afirmar claramente, que não existe nenhuma paz na alma dominada pelo pecado mortal.
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No Evangelho de hoje, em um certo momento, Jesus censura a falta de fé daquela gente, dizendo: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei?" E quando os Apóstolos o indagaram porquê não puderam curar o menino epilético, Ele respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.
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Com efeito, esse episódio nos lembra o que o Senhor disse aos dois discípulos à caminho de Emaús após a ressurreição: "Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas!" (Lc 24,25). De fato, quando cremos o que nos foi anunciado pelos Profetas, pelos Apóstolos e todos os santos e santas a respeito de Jesus e de sua presença no meio de nós, é o Senhor mesmo que se nos dá a conhecer pelo testemunho deles.
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Ora, é exatamente isso o que Ele nos ensinou no Evangelho de Lucas: "Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou. Ditosos os olhos que vêem o que vós vedes, pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram." (Lc 10,16.23-24).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
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Com efeito, esse episódio nos lembra o que o Senhor disse aos dois discípulos à caminho de Emaús após a ressurreição: "Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas!" (Lc 24,25). De fato, quando cremos o que nos foi anunciado pelos Profetas, pelos Apóstolos e todos os santos e santas a respeito de Jesus e de sua presença no meio de nós, é o Senhor mesmo que se nos dá a conhecer pelo testemunho deles.
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Ora, é exatamente isso o que Ele nos ensinou no Evangelho de Lucas: "Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou. Ditosos os olhos que vêem o que vós vedes, pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram." (Lc 10,16.23-24).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

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