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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

QUAL É A TUA RECOMPENSA?

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 20,1-16a)(19/8/26).

1. Caríssimos, a primeira leitura desta liturgia começa com o Senhor instruindo o Profeta Ezequiel para que profetize contra os maus pastores, mostrando-lhes quanto foram negligentes no cuidado com as suas ovelhas, pois se aproveitando delas, apascentaram a si mesmos, e por isso, elas se dispersaram perdendo-se a esmo. Todavia, nem tudo está perdido uma vez que promete Ele mesmo apascenta-las.

2. De fato, assim como no tempo do Profeta Ezequiel, também em nosso tempo não é diferente principalmente por conta da infiltração de lobos vorazes que com suas terríveis ideologias teem deixado de lado o Evangelho, que é o alimento sólido das almas, para lhes oferecer o alimento podre que as envenena e as dispersa, e assim tiram proveito dos seus despojos. 

3. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus conta a Parábola do patrão que busca operários para a sua vinha, os encontra em várias horas do dia, mas ao findar a tarefa dá o mesmo salário para todos começando pelos últimos; o que provocou a ira e a murmuração dos primeiros que chegaram ao trabalho. Porém, a resposta do Senhor não deixou dúvida: "Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”

4. Comentando esse Evangelho disse o saudoso Papa, Bento XVI: "Jesus, ao contar essa Parábola, mostra com evidência que o salário representa a vida eterna, uma dádiva que Deus reserva para todos. De fato, precisamente aqueles que são considerados "últimos", se o aceitarem, tornam-se "primeiros", enquanto que os "primeiros" podem correr o risco de acabar por ser "últimos". 

5. Uma primeira mensagem desta parábola reside no próprio fato de que o mestre não tolera, por assim dizer, o desemprego: ele quer que todos estejam envolvidos na sua vinha. E na realidade, ser chamado já é a primeira recompensa: poder trabalhar na vinha do Senhor, colocar-se ao seu serviço, colaborar no seu trabalho, isso constitui em si mesmo uma recompensa inestimável, que compensa todo o trabalho.

6. Mas somente aqueles que amam o Senhor e o seu Reino compreendem isto; aqueles que, pelo contrário, trabalham apenas por remuneração nunca se aperceberão do valor inestimável deste tesouro." (Bento XVI - Angelus 21/07/2008).

7. Portanto, caríssimos, na vida tudo o que fazemos no nosso dia a dia é um serviço a Deus e à difusão do seu reino, contanto que façamos por amor à Ele em obediência ao seu chamado, pois todos que fomos batizados somos operários da sua vinha, e mais dia menos dia, receberemos a recompensa independente do tempo que trabalhamos. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Homilia do XVIDOM do tempo comum

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 12,38-42)(20/07/26)

1. Caríssimos, a vida sem amor é uma somatória de atos negativos contrários as virtudes que nos levam à felicidade eterna; por outro lado, quando fazemos a vontade de Deus somos felizes, porque a felicidade consiste em viver conforme a se Deus como nos ensinou o Profeta Miquéias: "Já te foi dito, ó homem, o que convém, o que o Senhor reclama de ti: que pratiques a justiça, que ames a bondade, e que andes com humildade diante do teu Deus."(Miq 6,8).

2. A liturgia de hoje nos mostra um embate entre o crê e o não crê; entre aqueles que pedem sinais para crê e à própria incredulidade que nega tais sinais e por isso insiste em pedi-los mesmo tendo consciência da má conduta que vivem e que não lhes deixa crer. 

3. Com efeito, o nosso viver ou é uma expressão do amor com o qual Deus nos criou ou então é a negação desse amor. No Evangelho de hoje "alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: “Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti”. 

4. Jesus respondeu-lhes: “Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas." (Mt 12,38-39). Ou seja, com qual intuito nos aproximamos do Senhor, pois quem busca sinais para crer, não acreditará mesmo que os veja.

5. De fato, quem se aproxima do Senhor trazendo no coração tal conduta não o respeita nem o ama, pois Ele já havia realizado inúmeros sinais e no entanto não acreditaram. Daí compreendemos que não são os sinais milagrosos que nos levam a crer, mas é a fé presente em nossas almas que os fazem acontecer, como nos ensinou o Senhor: "Tudo é possível ao que crer." (Mc 9,23b).

6. Portanto, caríssimos, um viver fecundo cheio do fruto do Espírito Santo, que é "caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança", é o que fundamenta a verdadeira fé e que faz presente o poder de Deus em nossa vida.

7. Destarte, é essa fé que nos aproxima de Deus para ama-lo e sermos amados por Ele que nos deu o Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, para que Nele acreditando recebamos todas as graças e bênçãos para a salvação eterna das nossas almas.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

Nenhum sinal lhes será dado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 12,38-42)(20/07/26)

1. Caríssimos, a vida sem amor é uma somatória de atos negativos contrários as virtudes que nos levam à felicidade eterna; por outro lado, quando fazemos a vontade de Deus somos felizes, porque a felicidade consiste em viver conforme a se Deus como nos ensinou o Profeta Miquéias: "Já te foi dito, ó homem, o que convém, o que o Senhor reclama de ti: que pratiques a justiça, que ames a bondade, e que andes com humildade diante do teu Deus."(Miq 6,8).

2. A liturgia de hoje nos mostra um embate entre o crê e o não crê; entre aqueles que pedem sinais para crê e à própria incredulidade que nega tais sinais e por isso insiste em pedi-los mesmo tendo consciência da má conduta que vivem e que não lhes deixa crer. 

3. Com efeito, o nosso viver ou é uma expressão do amor com o qual Deus nos criou ou então é a negação desse amor. No Evangelho de hoje "alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: “Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti”. 

4. Jesus respondeu-lhes: “Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas." (Mt 12,38-39). Ou seja, com qual intuito nos aproximamos do Senhor, pois quem busca sinais para crer, não acreditará mesmo que os veja.

5. De fato, quem se aproxima do Senhor trazendo no coração tal conduta não o respeita nem o ama, pois Ele já havia realizado inúmeros sinais e no entanto não acreditaram. Daí compreendemos que não são os sinais milagrosos que nos levam a crer, mas é a fé presente em nossas almas que os fazem acontecer, como nos ensinou o Senhor: "Tudo é possível ao que crer." (Mc 9,23b).

6. Portanto, caríssimos, um viver fecundo cheio do fruto do Espírito Santo, que é "caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança", é o que fundamenta a verdadeira fé e que faz presente o poder de Deus em nossa vida.

7. Destarte, é essa fé que nos aproxima de Deus para ama-lo e sermos amados por Ele que nos deu o Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, para que Nele acreditando recebamos todas as graças e bênçãos para a salvação eterna das nossas almas.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 18 de julho de 2026

O que significa ser bem-aventurados?

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 12,14-21)(18/07/26)

1. Queridos Irmãos e irmãs, meditando o Evangelho de hoje vemos quanta cegueira espiritual existe nas almas escravisadas pelo pecado a ponto de não discernirem o que é o bem, mas confundi-lo com o mal, e por isso, usam todo tipo de falcatruas e tramas ilícitas com o propósito de destruir o bem e matar o Senhor da vida.

2. De fato, o pecado é a porta de entrada do maligno no íntimo das almas; por isso, peçamos ao Senhor para vivermos em estado de graça, pois, sempre que o comungamos nesse estado nos tornamos um só com Ele; e aonde Ele habita, não existe espaço para o mal.

3. Caríssimos, quais as lições de vida tiramos desse Evangelho de hoje? Digamos que muitas, mas de modo especial enfatizemos duas, as quais o Senhor Jesus já nos havia ensinado no Sermão da Montanha: "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!" (Mt 5,9-10).

4. A segunda lição consiste em que a vontade de Deus posta em prática vence toda resistência do mal, bem como vimos na atitude de Jesus: "Os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus. Ao saber disso, Jesus retirou-se dali. Grandes multidões o seguiram, e ele curou a todos." Ou seja, ninguém jamais pode impedir o bem que vem de Deus, uma vez que os seus santos desígnios são para sempre.

5. Portanto, caríssimos, ser bem-aventurados significa manter a nossa comunhão com o Senhor Jesus e nos deixar conduzir por Ele; pois embora a facilidade das tentações nos empurrem para o pecado caso caírmos nelas; a graça santificante do amor de Deus nos faz firmes e fortes para comba-las e vence-las sempre que formos tentados. 

6. Destarte, escutemos atentamente o Senhor e ponhamos em prática a sua divina Palavra: "Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós." (Mt 5,11-13).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 17 de julho de 2026

sentindo da Lei é fazer a vontade de Deus...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA(Mt 12,1-8)(17/07/26)

1. Caríssimos a Lei de Deus existe em função do bem de todos, ou seja, para suprir a necessidade de justiça que temos, e por isso, ela ajuda à lei natural a ser cumprida na íntegra. 

2. Dado a isso é que o Senhor Jesus, respondeu aos contestadores dos discípulos, que os acusaram de violarem a lei do sábado: "Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes." (Mt 12,7).

3. Com efeito, nenhuma lei seja ela natural, divina ou positiva (aquela criada pelo homem) usada para regular a atividade humana, pode deixar de lado as virtudes próprias que as sustenta. No Evangelho de hoje Jesus lembra aos mestres da Lei e fariseus que a virtude da misericórdia nos isenta do juízo temerário e da condenação de inocentes.

4. Quando o Senhor Jesus diz esta frase: "De fato, o Filho do Homem é senhor do sábado”.(Mt 12,8). Ele fala como legislador divino porque é o Filho de Deus que se fez homem e veio a este mundo para nos salvar; Ele é a Palavra viva e incontestável do Pai, sua autoridade visa sempre a salvação dos homens, por isso, nunca age ou se comporta fora dos seus desígnios de amor.

5. Sem dúvida, existe em nós uma tendência de querer julgar tudo e todos segundo a nossa justiça, e com isso, não percebemos que à medida que julgamos assim, carregamos em nossas almas os pecados julgados e a condenação destilada contra aqueles que cometeram tais pecados.

6. São Paulo na primeira Carta aos Coríntios, escreveu: "[Irmãos], não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece." (1Cor 4,5).

7. Decerto, isso não significa que somos coniventes com os pecados cometidos neste mundo, pelo contrário, os reprovamos veementemente, todavia, que façamos isso sem perder o senso da misericórdia e do amor de Deus que sempre perdoa todos os que o procuram arrependidos e contritos de coração.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 12,46-50)(16/07/26)

1. Caríssimos, as promessas de Deus se cumprem na Íntegra, porque a Sua Palavra é Palavra de vida eterna, por isso, a antecipa em profecia para nos dar a segurança de que é Ele mesmo quem nos fala, desse modo, mesmo que alguém duvide isso não muda em nada o que anunciou; pois, mesmo duvidando não deixa de ver a realização do seu anúncio.

2. A Santa Igreja hoje celebra a Festa de Nossa Senhora do Carmo uma das mais belas devoções à Virgem Maria, que tem como referência o Monte Carmelo. Com efeito, "a Sagrada Escritura celebra a beleza do Carmelo, onde o profeta Elias defendeu a pureza da fé de Israel no Deus vivo. No século XII, alguns eremitas foram viver nesse monte e, mais tarde, constituíram uma Ordem de vida contemplativa sob o patrocínio da Santa Mãe de Deus, Maria." (Liturgia das Horas).

3. São Leão Magno (séc. V) fez o Seguinte comentário sobre a Natividade do Senhor: "Uma virgem da descendência real de Davi foi escolhida para a sagrada maternidade; iria conceber um filho, Deus e homem, primeiro em seu espírito, e depois em seu corpo.

4. E para evitar que, desconhecendo o desígnio de Deus, ela se perturbasse perante efeitos tão inesperados, ficou sabendo, no colóquio com o anjo, que era obra do Espírito Santo o que nela se realizaria. Maria, pois, acreditou que, estando para ser em breve Mãe de Deus, sua pureza não sofreria dano algum.

5. Portanto, a Palavra de Deus, que é Deus, o Filho de Deus, que no princípio estava com Deus, por quem tudo foi feito e sem ela nada se fez (cf. Jo 1,2-3), a fim de libertar o homem da morte eterna, se fez homem. Desceu para assumir a nossa humildade, sem diminuir a sua majestade.

6. Permanecendo o que era e assumindo o que não era, uniu a verdadeira condição de escravo à condição segundo a qual ele é igual a Deus; realizou assim entre as duas naturezas uma aliança tão admirável que, nem a inferior foi absorvida por esta glorificação, nem a superior foi diminuída por esta elevação."

7. Portanto, caríssimos, "em um mundo hiperconectado, barulhento e acelerado, a espiritualidade do Carmo traz um remédio urgente: ​O Silêncio: O Monte Carmelo nos lembra de que Deus se revela na brisa suave, não no barulho ensurdecedor deste mundo.

8. A Maternidade Acolhedora: Maria sob o título do Carmo é a mãe que nos veste com sua graça e nos protege sob seu manto protetor. ​A Esperança: Ela nos aponta o topo da montanha — que, em última análise, é o próprio Cristo.

9. ​Celebrar Nossa Senhora do Carmo é renovar o desejo de uma fé que não é superficial, mas que cria raízes profundas no silêncio do próprio coração."

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Deus se revela aos pequenos

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 11,25-27)(15/07/26)

1. Caríssimos, muitos não dão importância à própria vida e por isso fazem pouco caso da vida dos outros não respeitando a imagem e semelhança de Deus nós que somos. Sem dúvida, essa falta de respeito e desobediência à Palavra de Deus tem levado este mundo ao desequilíbrio que vemos, por fazerem da ganância pelo poder temporal instrumento de opressão e da própria condenação.

2. De fato, todo arrogante, prepotente que vive arrotando soberba e todo tipo de impropérios se assemelha aqueles que se portam como seres irracionais, por fazerem o que querem sem levar em conta o bem de todos, mas os próprios interesses, como se nada e ninguém os detesse; no entanto, a esses diz o Profeta Isaías: "Por isso, enviará o Dominador, Senhor dos exércitos, contra aqueles fortes guerreiros o raquitismo; e abalará sua glória com convulsões que queimam como fogo”. (Is 10,16).

3. O livro de Sabedoria ensina como se devem portar os governantes deste mundo: "Amai a justiça, vós que governais a terra, tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração, porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; com efeito, os pensamentos tortuosos afastam de Deus, e o seu poder, posto à prova, triunfa dos insensatos." (Sb 1,1-3).

3. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus exulta de alegria e louva ao Pai por revelar aos pequeninos os tesouros da Sua Sabedoria e do Seu amor: "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado." (Mt 11,25-26). 

4. E continua Ele: "Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. (Mt 11,27). Eis o diz Guilherme de Saint-Thierry monge beneditino a esse respeito: "Ninguém conhece o que há em Deus, a não ser o Espírito de Deus (cf 1Cor 2,11). 

5. Corre, pois, a participar do Espírito Santo. Ele torna-Se presente logo que é invocado; mais ainda, não poderia ser invocado se não estivesse já presente. E, quando é invocado, vem e traz consigo a abundância da bênção de Deus. É essa a corrente impetuosa do rio que alegra a cidade de Deus (cf Sl 45,5).

6. E, quando Ele vier, se te encontrar humilde, tranquilo e cheio de respeito pelas palavras de Deus, repousará sobre ti (cf Lc 1,35) e revelar-te-á o que Deus Pai oculta aos sábios e entendidos deste mundo. 

7. Então, começará a brilhar aos teus olhos aquilo que a Sabedoria pôde ensinar na Terra aos seus discípulos, mas que eles não puderam compreender enquanto não veio o Espírito de verdade, que havia de lhes ensinar a plena verdade (cf Jo 16,12-13)."

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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