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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Cuidado não use o seu livre arbítrio para condenar-se...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 8,1-10)(14/02/26)

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1. Caríssimos, vivemos num mundo contaminado pelos os interesses políticos, econômicos e de poder temporal; e os que se dão à esses interesses tendem sempre a manipular a opinião pública a seu favor a fim de manterem o status que conquistaram com suas manipulações e enganos, por isso, são mentirosos compulsivos, prometem tudo, porém, pouco ou nada cumprem.

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2. Outros são cheios de boas intenções em seus ideais, mas tropeçam ao serem condizentes com os inimigos da fé e dos bons costumes, e por isso, trilham com eles a via da ruína e da perdição que cultivam por suas atitudes que visam destruir a comunhão com Deus e entre nós; tal como vimos acontecer com Jeroboão na primeira leitura.

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3. O Evangelho de hoje narra a multiplicação dos pães, e nele vimos como Deus age em comunhão conosco incentivando a solidariedade e a partilha fraterna em vista de suprir as necessidades básicas daqueles que o buscam, e faz isso por sua divina providência. Em outras palavras, o Senhor nos dá tudo o que precisamos quando o buscamos de todo coração. 

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4. Meditando esse Evangelho vimos que era imensa a multidão que seguia o Senhor Jesus, em meio às condições adversas. Mas, por que o buscavam? Somente por causa dos sinais que realizava ou por conta dos seus ensinamentos? Lendo o Evangelho de Mateus, temos a resposta: "Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina. Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas." (Mt 7,29).

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5. De fato, aqueles que vivem de manipulações e interesses pessoais jamais agradam a Deus; pelo contrário, vivem motivados e instigados pelo maligno, por isso, causam muitos danos e divisões. Todavia, quem busca o Senhor e o serve de coração pela solidariedade e partilha fraterna, encontra Nele o apoio e as graças que suprem suas necessidades e os conduz à vida eterna.

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6. Portanto, caríssimos, não nos deixemos enganar pelas falsas promessas de quem busca apenas o próprio ventre ou o poder passageiro. Que saibamos discernir as vozes que nos falam, para ouvir sempre Aquele que multiplica o pouco que temos em abundância de vida e comunhão, nosso Senhor Jesus Cristo.


7. ​Que a Santíssima Virgem Maria nos ensine a docilidade de coração para buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. Assim ao participarmos da mesa da Eucaristia, o pão descido do céu, seremos transformados em sinais vivos da providência divina, aprendendo que, no Reino de Cristo, a verdadeira grandeza reside em servir, e o milagre acontece quando aceitamos partilhar o pouco que temos.

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Paz e Bem!

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Frei Fernando Maria OFMConv.

O tempo perdido com as futilidades deste mundo, é irrecuperável...

 Homilia do 6°Dom do tempo comum (Mt 5,17-37)(15/02/26)

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1. Caríssimos, vivendo neste vale de lágrimas, muitos atribuem ao destino os males que lhes acontecem, e por isso, não percebem que o mal é resultado de suas más escolhas e decisões. Prestemos bem atenção à primeira leitura desta liturgia, onde o hagiógrafo nos ensina que a liberdade humana permanece livre e estável somente quando realiza a vontade de Deus pela obediência à sua Palavra. 

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2. Deus é amor e nos criou à sua imagem e semelhança, isto é, livres e capazes de amar; por isso, sempre pensa em nós a partir do seu amor e da capacidade que nos deu para ama-lo sobre todas as coisas e amar-nos uns aos outros como a nós mesmos. E porque nos ama, põe diante de nós a sua Divina Misericórdia antes de sua Justiça, por meio do Seu Filho amado, nosso Senhor Jesus Cristo, que perdoa os nossos pecados e nos liberta de todo mal.

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3. Na segunda leitura são Paulo nos ensina que a virtude da humildade nos põe na presença de Deus, e nos faz crescer na esperança da vida eterna que é a herança que Deus tem reservada para todos que o amam; e tudo isso nos é revelado pelo Espírito Santo nas Sagradas Escrituras.

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4. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus nos mostra o itinerário dos que são salvos, daqueles que o seguem fielmente no cumprimento da vontade do Pai. Diz Ele: "Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição." 


5. De fato, quem obedece aos seus Santos Mandamentos, vive em constante estado de graça, isto é, na sua presença fazendo em tudo a Sua Santa Vontade. Mas, atenção para não caírmos na tentação da soberba, pensando que somos salvos por nossos próprios méritos, e não pelo auxílio das suas graças derramadas em nossas almas.


6. Portanto, caríssimos, todos os mandamentos e todos os sacramentos são proteção que Deus nos dá e não obrigação, porém, para sermos protegidos precisamos obedece-lo, isto é, por em prática o que Ele nos fala nas Sagradas Escrituras, nos Sacramentos, na oração pessoal e comunitária, porque rezar é conviver com o Senhor a todo instante do nosso viver. 

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7. Decerto, tempo é vida, e quem perde tempo, perde também com ele a vida. Por isso, muito cuidado, para não esquecer de pôr em prática o primeiro e mais importante mandamento: "Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito" (Dt 6,5). 


8. Porque amar a Deus assim, é dar a Ele toda a nossa vida, todo o nosso tempo, todo o nosso entendimento, caso contrário, nos afastamos Dele, perdendo tempo com às futilidades deste mundo, principalmente na Internet em que o tempo perdido com as distrações e o disse me disse, é irrecuperável. 

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Paz e Bem!

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Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Anunciar o Reino de Deus, é viver para ele...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 7,31-37)(13/02/26)

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1. Caríssimos, quando o coração humano está ocupado pelas tentações e os pecados consentidos e praticados, torna-se resistente à Palavra de Deus, por isso, a combate, porque não existe espaço para a graça na alma manchada pela lama fétida do pecado; todavia, quando esta se abre pelo remorso e o arrependimento, encontra o Senhor que a liberta por Sua Divina Misericórdia.

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2. Pregando na Sinagoga de Antioquia da Pisídia, Paulo e Barnabé vivem a experiência da rejeição da Palavra, mas também da acolhida da mesma. Vejamos, por um lado, os judeus se fecham à graça do anúncio do Reino de Deus, por não aceitarem Jesus como o Messias; por outro, os pagãos se abrem a ação do Espírito Santo e experimentam a imensa alegria da conversão.

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3. Por conta disso, o anúncio do Reino de Deus passa por constantes tensões devido às perseguições por parte daqueles que o rejeitam, por conta dos pecados praticados por instigação do maligno. Todavia, como a verdade permanece sempre, nada poderá deter o seu crescimento, uma vez que é o próprio Senhor Jesus que vai a frente daqueles que o anunciam intrepidamente como única fonte de salvação e vida eterna.

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4. Eis o que escreveu São João a esse respeito: "Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. 


5. Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é. E todo aquele que nele tem esta esperança torna-se puro, como ele é puro."

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6. Portanto, caríssimos, peçamos ao Senhor a graça de permanecermos fiéis até o fim na luta contra o pecado; anunciando o Reino de Deus e a sua justiça, certos de que Ele vai a nossa frente nos ajudando no cumprimento dessa missão que é obra de suas mãos.

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7. Que o Espírito Santo nos conceda a docilidade de coração necessária para escutarmos a voz do Senhor e proclamarmos as Suas maravilhas. Que nenhuma barreira de pecado nos impeça de contemplar a Sua face, de modo que, purificados por Sua Divina Misericórdia, caminhemos firmes na esperança de sermos um dia acolhidos por Ele na sua Glória.

Paz e Bem!

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Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

As virtudes fundamentais da oração...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 7,24-30)(12/02/26)

1. Caríssimos, a fidelidade a Deus pela obediência à Sua Palavra, é uma grande virtude que traduz a nossa adesão total a Ele, porém, parecisamos perseverar até o fim nessa graça, principalmente quando somos tentados a relativisar a prática da nossa fé, ou seja, tentados a pensar que todos os outros credos são iguais ao nosso; quando na verdade não são. Respeitar quem os professa sim; porém, jamais ser condizentes ou aderir a eles.

2. Na primeira leitura vimos como Salomão foi infiel ao Senhor afastando-se Dele por meio de práticas religiosas não condizentes com a fé que professava. E o resultado nefasto de sua infidelidade foi a terrível divisão do povo eleito, resultando na decadência da fé e dos bons costumes em larga escala.

3. No Evangelho de hoje uma mulher, que não fazia parte do povo eleito, aproximou-se do Senhor Jesus e lhe fez uma ardente súplica em favor de sua filha atormentada por um demônio. A princípio o Senhor escutou, mas não lhe respondeu conforme havia suplicado; no entanto, ela apresentou ao Senhor as virtudes fundamentais da oração: fé, humildade, perseverança e esperança; desse modo, foi prontamente atendida.

4. Decerto, pelos exemplos que vemos nos Evangelhos, todos os que se aproximavam do Senhor Jesus eram atendidos em suas necessidades; exceto os escribas, fariseus e doutores da lei, por causa da dureza de coração; é que num coração repleto de orgulho, egoísmo e prepotência não existe espaço para a graça de Deus atuar livremente.

5. Portanto, caríssimos, quando a nossa oração é uma expressão da nossa comunhão com a vontade de Deus, ela apresenta as mesmas virtudes da oração da mulher cananéia, e por isso, também somos prontamente atendidos.

6. Então, escutemos com atenção esta exortação de São Tiago: "Aproximai-vos de Deus, e ele se aproximará de vós. Lavai as mãos, pecadores, e purificai os vossos corações, ó homens de dupla atitude. Reconhecei a vossa miséria, afligi-vos e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará." (Tg 4,8-10).

7. Destarte, que ao aproximar-nos da mesa do Senhor, peçamos a graça de um coração manso e humilde, capaz de reconhecer que até as "migalhas" da Sua graça são suficientes para restaurar a nossa vida e as nossas famílias. Que a nossa perseverança na oração seja o testemunho vivo da nossa fidelidade a Deus, hoje e sempre.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Como manter-se em permanente estado de graça?

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 7,14-23)(11/02/26). 

1. Caríssimos, a liturgia de hoje trata da vida interior, isto é, do estado de graça que significa a santificação de nossas almas pela permanente comunhão com o Senhor Jesus. Para isto ponhamos em prática o que nos ensina o Livro de Provérbios: "Guarda teu coração acima de todas as outras coisas, porque dele brotam todas as fontes da vida." (Pr 4,23).

2. Com efeito, eis o que disse o Senhor no Evangelho de hoje: “O que sai do homem, isso é que o torna impuro. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. Todas estas coisas más saem de dentro e são elas que tornam impuro o homem”. (Mc 7,20-23).

3. Decerto: "Quem se entrega a maus pensamentos não pode manter-se puro de pecados no seu homem exterior; e, se não arrancar os maus pensamentos do seu coração, é impossível que eles não o levem a praticar más obras. Devemos pois, cada um de nós, purificar-nos por dentro e por fora no Senhor e guardar os sentidos, mantendo-nos puros de qualquer atividade inspirada pelas paixões e pelo pecado."

4. "Travemos, pois, o combate da inteligência contra os demônios que falam por meio de maus pensamentos que chegam a nossa mente, a fim de não permitir que as suas vontades más passem para as nossas obras como pecados reais. Se arrancarmos o pecado do coração, encontraremos o reino de Deus em nós. Por esta ascese, mantenhamos, em nome de Deus, a pureza e uma contínua compunção de coração." (Filoteu do Sinai).

5. De fato, o pecado é algo que brota do nosso interior à medida que cedemos às tentações do inimigo. Todavia, Deus nos deu o livre arbítrio como a chave que fecha a porta de nossa alma não permitindo que o maligno fale. Por isso, o Senhor nos exorta: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 26,41).

​6. Destarte, embora o pecado seja um mal terrível, ele não é incurável. A cura reside na nossa capacidade de vigilância e na sinceridade da nossa penitência. Se guardarmos os nossos sentidos — o olhar, o desejo e o pensamento — e mantivermos a memória de Deus viva em nós, as inclinações para a avareza ou a impureza ou outros pecados perdem a sua força dando lugar à quietude de nossa alma. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A fé autêntica é dom do Espírito Santo...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 7,1-13)(10/02/26)

1. Caríssimos, existem certas atitudes que levam os homens a viverem de aparências, tirando-lhes a autenticidade de ser, e isso também pode acontecer na vivência da fé. Tais atitudes chamam-se incoerência, hipocrisia, porque os que as praticam caem em constante contradição, tornado o próprio viver um antro de perdição, por falta da prática das virtudes eternas.

2. A liturgia de hoje nos conduz à uma vivência autêntica da fé que tem como fundamento o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, pois, sem a vivência desse amor a prática da fé não passa de ritos estéreis e piedade aparente que em nada contribui para a salvação eterna das almas.

3. O Evangelho de hoje nos mostra o quanto a prática aparente da fé é prejudicial no relacionamento com Deus e com o próximo pela falta de caridade e de misericórdia com que deve ser vivida. Pois, a fé ao mesmo tempo que nos une a Cristo para interagirmos como Ele, nos conduz a partilha das graças e bênçãos recebidas com os nossos irmãos e irmãs.

4. Com efeito, meditando ainda o Evangelho de hoje vemos que o Senhor Jesus mostra aos fariseus e aos mestres da lei a gravidade do pecado da hipocrisia que eles estavam cometendo, pois, haviam criticado duramente os discípulos por não seguirem os costumes dos seus antepassados; e no entanto, eles burlavam frequentemente a lei de Deus usando como desculpa a prática desses costumes, por isso, disse o Senhor: "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está distante de mim."

5. Portanto, caríssimos, quem a Deus se dirige humildemente é prontamente atendido em todas suas súplicas, assim como nos ensinou são Pedro: "Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno. Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós. (1Pd 5,6-7). E o Livro dos Provérbios conclui: "Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes." (Pr 3,34).

6. Destarte, a oração do rei Salomão após a introdução da Arca da Aliança no Templo de Jerusalém, é um belo e piedoso exemplo da autêntica vivência da fé: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus igual a ti nem no mais alto dos céus, nem aqui embaixo na terra; tu és fiel à tua misericordiosa aliança com teus servos, que andam na tua presença de todo o seu coração. Ouve as súplicas de teu servo e de teu povo Israel, quando aqui orarem. Escuta-os do alto da tua morada, no céu, escuta-os e perdoa!"

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Esta é a maior graça que existe...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,53-56)(09/02/26)

1. Caríssimos, meditando o Evangelho de hoje vimos que Jesus e os discípulos ao chegarem a Genesaré foram cercados por uma grande multidão que transportavam muitos enfermos pedindo para tocarem no Senhor; "E todos os que O tocavam ficavam curados." 

2. Ora, ter a graça da presença de Jesus com eles era sumamente importante, porque desse modo se sentiam acolhidos, amados, protegidos e libertados pelo o próprio Filho de Deus.

3. São Leão Magno, discorrendo sobre a presença de Jesus no meio de nós escreveu: "A pequenez humana foi assumida pela majestade de Deus, a nossa fraqueza pela sua força, a nossa submissão à morte pela sua imortalidade. 

4. Para pagar a dívida de nossa condição humana, a natureza inalterável de Deus uniu-Se à nossa natureza exposta ao sofrimento. Assim, para melhor nos curar, «o único mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo» (1Tm 2,5), tinha, por um lado, de poder morrer, e por outro de não poder morrer.

5. Foi portanto na plena e completa natureza de um verdadeiro homem que o verdadeiro Deus nasceu. Ele tomou a natureza do escravo sem a mácula do pecado; Ele levantou a humanidade sem abaixar a divindade.

6. Despojando-Se a Si mesmo (Fil 2,7), Aquele que era invisível tornou-Se visível; o Criador e Senhor de todas as coisas quis ser um mortal entre os outros mortais. Mas tudo isso foi um favor da sua misericórdia, e não uma derrota do seu poder. 

7. Tudo isso é de uma ordem nova: Aquele que excede qualquer limite quis ser limitado como nós, Aquele que já existia antes da criação do tempo começou a existir no tempo, o Senhor do universo tomou a forma de servo (Fil 2,7), mergulhando na sombra a grandeza infinita da sua majestade.

8. O Deus incapaz de sofrimento não desdenhou ser um homem capaz de sofrer, e Aquele que é imortal, submeter-Se às leis da morte. Com efeito, o mesmo Cristo que é verdadeiro Deus é também verdadeiro homem. Ele é verdadeiro Deus porque «no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus»; e é homem porque «o Verbo Se fez carne e habitou entre nós» (Jo 1,1.14).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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