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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Eu não vim chamar os justos, mas sim para os pecadores para que se convertam...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 5,27-32)(21/02/26)

1. Caríssimos, nada se compara a uma alma em estado de graça por obedecer a Deus e se dispor realizar em tudo a Sua Santa Vontade. Ora, diariamente encontramos com pessoas que cruzam o nosso caminho; algumas em paz, outras nem tanto. E nós, como nos encontramos interiormente diante de Deus? Como está o nosso estado de alma?

2. A liturgia de hoje vem nos responder à essas indagações, nos mostrando que somente a prática da vontade de Deus nos faz transpor os limites dos acontecimentos adversos que a realidade do pecado nos impõe. Todavia, isso requer disciplina interior e o desejo de santidade que tornam a nossa prática de vida um reflexo da nossa íntima comunhão com Deus e com o próximo.

3. Na primeira leitura, o Profeta Isaías aponta para aquele povo o caminho que o leva a viver em estado de graça diante do Senhor: "Assim fala o Senhor, se destruíres teus instrumentos de opressão, e deixares os hábitos autoritários e a linguagem maldosa; se acolheres de coração aberto o indigente e prestares todo socorro ao necessitado, nascerá nas trevas a tua luz e tua vida obscura será como o meio-dia." Em outras palavras, recebemos os dons de Deus somente para fazer o bem e nunca para o mal. 

4. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus chama Levi, o cobrador de impostos para o seguir e ele deixou tudo e o seguiu, não obstante as críticas e condenação por parte daqueles que usavam a religião para fazer discriminação de pessoas e exclui-las da misericórdia divina.

5. No entanto, eis a resposta que o Senhor lhes deu: “Os que são sadios não precisam de médico, mas sim os que estão doentes. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão”. Com isso, Ele inclui não somente "os cobradores de impostos", mas também seus críticos e todos os pecadores deste mundo.

6. Portanto, caríssimos, escutemos com atenção esta exortação de São Tiago: "Falai, pois, de tal modo e de tal modo procedei, como se estivésseis para ser julgados pela lei da liberdade. Haverá juízo sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o julgamento."

7. Destarte, que a resposta pronta de Levi ao chamado do Senhor nos inspire a não adiar a nossa própria conversão, compreendendo que a nossa fraqueza não é um impedimento para Ele; e que o próprio motivo do Seu chamado nos impulsione a suigui-lo com fidelidade e determinação.

8. De modo que, ao olharmos para o próximo, não o façamos com a régua do julgamento, mas com o olhar de compaixão, lembrando-nos de que a luz que brilha em nossa vida é fruto da bondade gratuita de Deus, e que o seu amor não exclui ninguém, mas a todos quer salvar e santificar.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O jejum que mais agrada a Deus...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 9,14-15)(20/02/26)

1. Caríssimos, o sentido da prática quaresmal é o crescimento no estado de graça, no conhecimento do Senhor Jesus e em todas as virtudes que nos levam a viver na presença de Deus, nosso Pai celestial. A liturgia de hoje trata da prática do verdadeiro jejum que fazemos como meio de conversão e do exercício da justiça e do bem comum para assim realizarmos a Vontade de Deus.

2. Na primeira leitura, o Profeta Isaías expõe os terríveis pecados daquele povo, e como essa prática o estava levando à incoerência, ao afastamento do Senhor e à perdição. Por isso, o exorta ao arrependimento sincero, pois, não basta a prática aparente do jejum, mas sim, uma verdadeira conversão, que consiste num coração contrito e humilhado que obedece e segue fielmente os santos mandamentos da lei de Deus.

3. De fato, nas práticas quaresmais, da oração, do jejum e da esmola, andam juntas e não tem como separá-las, pois, fazem parte da graça que o Senhor nos concede para que a vivamos plenamente. 

4. Com efeito, disse o Pseudo-Crisóstomo (Séc. IV): "Não devemos orientar o pensamento para Deus apenas quando nos aplicamos à oração; mas, também no meio das mais variadas tarefas - como o cuidado dos pobres, as obras úteis de misericórdia ou quaisquer outros serviços do próximo - é preciso conservar sempre vivos o desejo e a lembrança de Deus.

5. E assim, todas as nossas obras, temperadas com o sal do amor de Deus, se tornarão um alimento dulcíssimo para o Senhor do universo. Podemos, entretanto, gozar continuamente em nossa vida do bem que resulta da oração, se lhe dedicarmos todo o tempo que nos for possível.

6. Semelhante oração, quando o Senhor a concede a alguém, é uma riqueza que não lhe pode ser tirada e um alimento celeste que sacia a alma. Quem a experimentou inflama-se do desejo eterno de Deus, como que de um fogo devorador que abrasa o coração."

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O deserto desta vida é o lugar do encontro com Deus... Paz e Bem!

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 9,22-25)(19/02/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, estamos vivendo o tempo forte da Quaresma; isto significa dizer que estamos no deserto da vida, lugar onde aparentemente falta quase tudo, mas pela experiência da fé que vivemos, Deus não nos deixa faltar nada.

2. De modo que para nós, que praticamos os exercícios quaresmais, o deserto é o lugar da resistência e do enfrentamento; é também o lugar da renúncia de si mesmo e da escuta atenta do Senhor em conformidade com o seu plano de amor, para que assim se cumpra somente a sua santa vontade em nosso ser e estar no mundo.

3. Ora, o que seria da nossa fé se Deus não nos falasse? O que seria de nossa vida se Ele não nos corrigisse quando falhamos? Como poderíamos viver se Ele não nos defendesse das insídias do maligno? O que seria do nosso futuro se perdêssemos a esperança da vida eterna? 

4. Na primeira leitura, Moisés disse ao povo eleito: “Vê que eu hoje te proponho a vida e a felicidade, a morte e a desgraça." Escolhe, pois, a vida pondo em prática a Palavra do Senhor para que sejas feliz em todo o teu proceder. De fato, o tempo aqui é escasso e cada momento que dedicamos ao Senhor permanecemos sob sua proteção. 

5. No Evangelho de hoje ouvimos o Senhor Jesus profetizar o próprio sofrimento nos mostrando que vivemos em meio aos conflitos que o pecado gera; todavia, também nos mostra que a vitória sobre o pecado e o mal só é possível pela imolação de si mesmo, da própria vontade, em obediência à vontade do Pai, que nos conduz à glória da ressurreição. Sem dúvida, se houvesse outro caminho para se chegar ao céu o Senhor certamente nos teria mostrado.

6. Portanto, caríssimos, escutemos atentamente as palavras do Senhor e nos unamos a Ele por meio da renúncia de nós mesmos para que assim cheguemos à glória do seu Reino: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me. 

7. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará. Com efeito, de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro, se se perde e se destrói a si mesmo?" (Lc 9,23-25). Destarte, sigamos o Senhor Jesus fielmente em todos os sentidos do nosso viver.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Como viver bem o tempo litúrgico da quaresma...


 QUARTA-FEIRA DE CINZAS (Mt 6,1-6.16-18)(18/02/26)

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1. Caríssimos, com a quarta-feira de cinzas a Igreja dá início ao tempo litúrgico da Quaresma, ou seja, quarenta dias de jejum e penitência em preparação à Paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus, e a sua vitória sobre o pecado, o maligno e a morte. 

2. Com efeito, é bem como nos exortou são Paulo: "Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus." (2Cor 5,20). Em outras palavras, é tempo de conversão, de penitência e da prática das boas obras. A reconciliação não é algo que o ser humano conquista por esforço próprio, mas é um presente já preparado por Deus através do sacrifício do seu Filho Jesus, basta a nós acolhe-lo com fé. 
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3. De fato, a luta contra o pecado é constante; todavia, o poder para vence-lo é infinito e nos vem do Senhor que nos deu o Seu Santo Espírito para nos conduzir nas batalhas que lutamos. São estas as armas a serem usadas: a oração interior, o jejum e a esmola, que são os três alicerces da prática penitencial que nos levam à verdadeira reconciliação com Deus e entre nós.
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4. O Santo Padre, o Papa Francisco numa de suas audiências públicas numa quarta-feira de cinzas, assim discorreu sobre este tempo litúrgico: “Hoje, iniciamos o caminho quaresmal, caminho de quarenta dias em direção à Páscoa, rumo ao coração do ano litúrgico e da fé. É um caminho que segue o de Jesus, que no início de seu ministério se retirou por quarenta dias para rezar e jejuar, tentado pelo diabo, no deserto.
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5. O deserto é o lugar em que se toma distância do barulho que nos circunda. É ausência de palavras para dar espaço a outra Palavra, a Palavra de Deus, que acaricia o nosso coração com a brisa suave [da sua voz]. 

6. O deserto é o lugar da Palavra, com letra maiúscula. Na Bíblia, o Senhor gosta de conversar conosco no deserto. No deserto, se ouve a Palavra de Deus, que é como um som suave." Pois, é no silêncio que Ele nos comunica a sua vontade, abafando com isso o barulho do mundo. 
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7. Destarte, disse ainda o Santo Padre: “A Quaresma é o tempo propício para abrir espaço à Palavra de Deus. É o tempo para desligar a televisão e abrir a Bíblia. É o tempo para se desligar do telefone celular e se conectar com o Evangelho. É o tempo de renunciar a palavras inúteis, conversinhas, fofocas, mexericos e se aproximar do Senhor." E se deixar conduzir por Ele.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Precavei-vos do fermento dos fariseus...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 8,14-21)(17/02/26)

1. Caríssimos, existe um ditado popular que nos faz entender claramente o tema da liturgia de hoje: "Para bom entendedor meia palavra basta." E a razão é muito simples, expomos, com o nosso viver, quem somos, isto é, nossas intenções, interesses, desejos, e o que trazemos na alma. Porém, se tudo isso for uma somatória de contradições em relação à Palavra de Deus, permitimos com isso, a incoerência que nos leva à hipocrisia, e à prática das más ações.

2. Na primeira leitura são Tiago nos mostra que estamos numa grande luta espiritual e que saímos vitoriosos à medida que resistimos às tentações nos mantendo em comunhão com a vontade de Deus. Diz ele: "Feliz o homem que suporta a provação. Porque, uma vez provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu àqueles que o amam." (Tg 1,12).

3. De fato, em certos momentos sentimos chegar à nossa mente pensamentos vãos, desordenados e estranhos; e mesmo que não queiramos, muitas vezes eles insistem; é aí que se dá o combate pela oração, pela rejeição deles e pela expulsão dos mesmos. 

4. São Paulo assim nos ensina sobre esta luta: "Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela." (1Cor 10,13).

5. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus em colóquio com os Apóstolos, os adverte a respeito do fermento dos fariseus, que se diziam fiéis cumpridores da Lei de Deus, mas na verdade, a violavam constantemente pela falta de humildade, de misericórdia e caridade, por isso, perseguiam o Senhor com ódio mortal. Desse modo, tomemos cuidado com esse fermento, porque na verdade, é um terrível veneno para quem se deixa fermentar por ele.

6. Comentando este Evangelho, disse o Papa Francisco: "Este fermento — diz Jesus — é perigoso. Precavei-vos. É a hipocrisia”. O Senhor não tolera a hipocrisia: este aparecer bem, até com boas maneiras, mas com maus hábitos dentro. Outra gente são os cristãos: deveríamos ser cristãos, mas também há cristãos hipócritas, que não aceitam o fermento do Espírito Santo. Precisamente por isto Jesus nos admoesta: “precavei-vos do fermento dos fariseus”. 

7. O fermento dos cristãos é o Espírito Santo, que nos impulsiona para fora, nos faz crescer, com todas as dificuldades do caminho, mesmo com todos os pecados, mas sempre com a esperança [de sermos libertados]. O Espírito Santo é precisamente a garantia daquela esperança, daquele louvor, daquela alegria [que não tem fim]." (Santa Marta, 19/10/18).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Esta gente pede um sinal, não lhe será dado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA (Mc 8,11-13)(16/02/26)

1. Caríssimos, acreditar é ir muito além dos impasses obscuros da nossa razão; é chegar ao coração de Deus transpondo as barreiras de nossa impotência causada pelos pecados praticados, e assim obter da sua Divina Misericórdia o perdão que tanto precisamos. Tendo em vista que os critérios para salvação humana, não são humanos; mas sim, divinos. E estes critérios são os santos mandamentos.

2. Ora, o Senhor não nos deve explicações de nada, nós é que devemos nos explicar diante Dele; afinal, somos os responsáveis pelo bem ou pelo mal que se pratica a cada instante na face da terra. Quando as pessoas pedem sinais para crê, é porque se põem no lugar de Deus, querendo que Ele se submeta aos seus critérios. À estes, Jesus, diz: “Por que esta gente pede um sinal? Em verdade vos digo, a esta gente não será dado nenhum sinal”.

3. Desse modo, compreendemos que o silêncio do Senhor Jesus diante do pedido de um sinal não é indiferença, mas sim um convite à metanoia, à mudança de mente e de coração. O maior sinal já nos foi dado: a sua presença constante no meio de nós e a sua Palavra que ilumina as trevas deste mundo afundado na lama fétida do pecado.

4. Sem dúvida, a verdade se explica por si mesma, e quem a ela pertence, permanece nela para sempre, porque ouve a sua voz e põe em prática o que lhe é ensinado; pelo contrário, quem se põe contra ela, vive em permanente contradição, porque faz da incoerência sua regra de vida, por isso, vive semeando os frutos de seu desvario, isto é, ódio, discórdias, divisões e tantos outros comportamentos nefastos.

5. Sejamos, pois, vigilantes para não cairmos na tentação da soberba espiritual, que julga saber mais que o Criador. A verdadeira sabedoria reside na humildade de reconhecer a própria pequenez, deixando que a luz divina guie nossos passos. 

6. Insistir em provas extraordinárias é fechar os olhos para a extraordinária beleza da graça que se manifesta no cotidiano e na simplicidade da fé. Quem se esvazia de si mesmo e de suas exigências torna-se solo fértil para que o Espírito Santo realize os prodígios que nenhum sinal externo poderia igualar. 

7. Portanto, caríssimos, não queiramos ser, por nós mesmos, nada mais do que somos naturalmente, isto é, um simples sopro de vida que a qualquer momento se esvai. Destarte, confiemos tudo o que somos e vivemos nas mãos do Senhor, a fim de que seguindo os seus critérios salvíficos, entremos com Ele na vida eterna.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Cuidado não use o seu livre arbítrio para condenar-se...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 8,1-10)(14/02/26)

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1. Caríssimos, vivemos num mundo contaminado pelos os interesses políticos, econômicos e de poder temporal; e os que se dão à esses interesses tendem sempre a manipular a opinião pública a seu favor a fim de manterem o status que conquistaram com suas manipulações e enganos, por isso, são mentirosos compulsivos, prometem tudo, porém, pouco ou nada cumprem.

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2. Outros são cheios de boas intenções em seus ideais, mas tropeçam ao serem condizentes com os inimigos da fé e dos bons costumes, e por isso, trilham com eles a via da ruína e da perdição que cultivam por suas atitudes que visam destruir a comunhão com Deus e entre nós; tal como vimos acontecer com Jeroboão na primeira leitura.

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3. O Evangelho de hoje narra a multiplicação dos pães, e nele vimos como Deus age em comunhão conosco incentivando a solidariedade e a partilha fraterna em vista de suprir as necessidades básicas daqueles que o buscam, e faz isso por sua divina providência. Em outras palavras, o Senhor nos dá tudo o que precisamos quando o buscamos de todo coração. 

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4. Meditando esse Evangelho vimos que era imensa a multidão que seguia o Senhor Jesus, em meio às condições adversas. Mas, por que o buscavam? Somente por causa dos sinais que realizava ou por conta dos seus ensinamentos? Lendo o Evangelho de Mateus, temos a resposta: "Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina. Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas." (Mt 7,29).

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5. De fato, aqueles que vivem de manipulações e interesses pessoais jamais agradam a Deus; pelo contrário, vivem motivados e instigados pelo maligno, por isso, causam muitos danos e divisões. Todavia, quem busca o Senhor e o serve de coração pela solidariedade e partilha fraterna, encontra Nele o apoio e as graças que suprem suas necessidades e os conduz à vida eterna.

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6. Portanto, caríssimos, não nos deixemos enganar pelas falsas promessas de quem busca apenas o próprio ventre ou o poder passageiro. Que saibamos discernir as vozes que nos falam, para ouvir sempre Aquele que multiplica o pouco que temos em abundância de vida e comunhão, nosso Senhor Jesus Cristo.


7. ​Que a Santíssima Virgem Maria nos ensine a docilidade de coração para buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. Assim ao participarmos da mesa da Eucaristia, o pão descido do céu, seremos transformados em sinais vivos da providência divina, aprendendo que, no Reino de Cristo, a verdadeira grandeza reside em servir, e o milagre acontece quando aceitamos partilhar o pouco que temos.

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Paz e Bem!

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Frei Fernando Maria OFMConv.

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