PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 18,21-35)(10/03/26)
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- Creio que o tempo se aproxima...
- A nossa conversão é um processo contínuo...
- Senhor, da-me de beber da água viva que jorra para...
- A parábola dos dois irmãos e o pai misericordioso...
- Como estamos administrando a vinha do Senhor?
- O dom preciosíssimo do tempo...
- A quem servimos, ao Senhor Jesus ou a nós mesmos?
- Muito cuidado com o juízo temerário...
- O dom da fé nos proporciona a visão sobrenatural d...
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terça-feira, 10 de março de 2026
Creio que o tempo se aproxima...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 18,21-35)(10/03/26)
segunda-feira, 9 de março de 2026
A nossa conversão é um processo contínuo...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 4,24-30)(09/03/26)
1. Caríssimos, a virtude da coerência ou autenticidade nos torna inabaláveis, e mesmo se sofrermos rejeição, ameaça de morte e outros impropérios semelhantes, nada nos altera ou tira-nos a calma, porque a transparência de nossas palavras e ações revelam quem somos e a missão que de Deus recebemos para levarmos a bom termo a obra da salvação. É isso o que nos mostra esta liturgia.
2. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus, depois de trinta anos vivendo na simplicidade da Sagrada Família em Nazaré, se dá a conhecer aos seus concidadãos como o Messias enviado, conforme a profecia de Isaías, proclamada por Ele na Sinagoga. Todavia, não foi aceito devido ao preconceito que nutriam, porque o conheciam, mas, não enxergavam quem Ele era realmente.
3. No entanto, ao ser rejeitado o Senhor lhes respondeu: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria." E deu-lhes o exemplo dos profetas Elias e Eliseu, que distribuíram as bênçãos de Deus a dois estrangeiros diante da incredulidade do povo eleito. Ou seja, Deus se dá a conhecer na simplicidade do Seu Filho, porém, somente os humildes de coração o acolhem e o seguem.
4. De fato, a Palavra do Senhor Jesus é a verdade que cura, salva e faz feliz a quem o ouve com o propósito de converter-se; por outro lado, ela é pedra de tropeço para quem insiste permanecer no pecado, uma vez que o pecado escraviza quem o comete e por isso não se abrem para a conversão e a salvação que o Senhor lhes concede.
5. Portanto, caríssimos, escutemos são Paulo a respeito do processo de conversão: "Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual.
6.Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito." (Rm 12,1-2). Ou seja, nós pertencemos a Deus e por isso mesmo precisamos somente viver para Ele.
7. Destarte, a fé não é um direito que nos é dado para que se possa exigir de Deus milagres, obrigando-o a fazer a nossa vontade; mas sim, uma livre adesão ao seu plano para a nossa salvação que passa impreterivelmente pelo processo de conversão permanente, sem o qual não existe mudança de mentalidade nem comunhão com a sua santa vontade.
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
domingo, 8 de março de 2026
Senhor, da-me de beber da água viva que jorra para a vida eterna...
Homilia do 3° Dom da Quaresma (Jo 4,5-42)(08/03/26)
sábado, 7 de março de 2026
A parábola dos dois irmãos e o pai misericordioso...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 15,1-3.11-32)(07/03/26)
sexta-feira, 6 de março de 2026
Como estamos administrando a vinha do Senhor?
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 21,33-43.45-46)(06/03/26)
1. Caríssimos, o ar que respiramos é invisível e não precisamos fazer nenhum esforço para provar que ele existe visto que o respiramos naturalmente, pois, sem ele não existimos, ou seja, nós convivemos com um elemento invisível do qual dependemos cem por cento e só percebemos a falta que ele nos faz quando sofremos com alguma doença respiratória.
2. Com efeito, convivemos com Deus a todo momento e só percebemos a sua ausência quando pecamos, pois, o pecado é uma terrível doença espiritual que nos leva à perca da graça santificante assim que o cometemos; e desse modo, deixamos de perceber a evidência da presença de Deus em nossa vida por conta das más ações praticadas.
3. No entanto, como estamos no tempo da misericórdia, é possível retornar ao estado de graça quando arrependidos da prática pecaminosa nos voltamos para o Senhor de todo coração a fim sermos perdoados no Sacramento da Confissão e assim sermos curados da doença maléfica do pecado.
4. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus conta, aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, a Parábola dos vinhateiros perversos que se apossaram da vinha do seu senhor e não devolveram os frutos esperados, e ainda espancaram e mataram os empregados enviados e até o próprio Filho do dono da vinha, consumando, com isso, a própria condenação.
5. Escutemos, então, com acurada atenção a conclusão dessa Parábola: "Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?” Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”.
6. Então disse-lhes Jesus: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos."
7. Portanto, caríssimos, escutemos ainda o Senhor: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." (Jo 15,1-2.5).
8. Destarte, como assimilarmos o que o Senhor Jesus nos ensinou nesta liturgia de hoje? Nossas almas são a vinha do Senhor e nós somos seus vinhateiros, decerto, como nos foi ensinado, que tenhamos o devido cuidado desta vinha para darmos os frutos que o Senhor espera de nosso humilde trabalho.
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 5 de março de 2026
O dom preciosíssimo do tempo...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 16,19-31)(05/03/26)
1. Caríssimos, esse tempo que vivemos em nossa naturalidade pode ser traduzido como tempo de graça, porque é nele que exercemos o nosso livre arbítrio, ou seja, o poder que temos para tomamos as devidas decisões; em outras palavras, é o tempo que Deus nos dá para vivermos em conformidade com a Sua Santa Vontade.
2. De uma coisa fiquemos certos, não podemos perder tempo, porque tempo é vida. À quem ou a que damos o nosso tempo? Quem dá tempo a Deus e vive em perfeita comunhão com Ele por meio da obediência aos seus santos mandamentos, recebe Dele todas as graças e a vida eterna como herança.
3. Porém, quem tira o tempo de Deus da sua vida, perde o tempo que lhe foi dado e em consequência perde também a vida. Vejamos o que nos diz o Senhor a esse respeito: "Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vem a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca de sua vida? (Mt 16,26).
4. Na primeira leitura o Profeta Jeremias traduz exatamente o que foi dito acima: “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; como os cardos no deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região salobra e desabitada.
5. Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca da umidade, por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos."
6. É bem como nos mostrou o Senhor Jesus no Evangelho de hoje, é no tempo presente que temos o poder do livre arbítrio; após a morte natural, não teremos nenhum poder de decisão, por isso, na condição que morremos, essa será a nossa eterna condição.
7.Portanto, caríssimos, escutemos atentos o que nos diz o Senhor: "Não seles o texto profético deste livro, porque o momento está próximo. O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais. Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras." (Ap 22,10-12).
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
terça-feira, 3 de março de 2026
A quem servimos, ao Senhor Jesus ou a nós mesmos?
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 23,1-12)(03/03/26)



