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sábado, 16 de outubro de 2021

O AUTÊNTICO TESTEMUNHO DA FÉ EM CRISTO...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 12,8-12)(16/10/21)

Caríssimos, desde a primeira vinda de Jesus até os nossos dias, a Igreja nunca deixou de sofrer perseguições, porém, quanto mais perseguida, mais amada, mais querida, mais protegida por Deus que lhe faz crescer em meio ao sacrifício de seus inúmeros mártires. Bem como constatou Tertuliano (sec. II): “O sangue dos mártires é a semente dos cristãos”. (Tertuliano, Apologético, 50,13). 

De fato, nada se compara ao amor de Deus, mas por que será que os homens não buscam esse amor preferindo a mentira, o ódio, a violência e a maldade? Ora, vivemos num mundo onde a maioria busca todo tipo de facilidade, por isso, procuram satisfações fugazes, se deixando dominar pelo espírito de luxúria, corrupção e tudo aquilo que contraria o amor de Deus.

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus dá um alerta decisivo para toda humanidade: “Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus." (Lc 12,8-9). Ou seja, o viver nosso de cada dia é um testemunho a favor ou contra o Senhor.

Com efeito, é muito mais fácil viver acomodado do que navegar contra a corrente mundana que tenta a todo custo apagar o nome do Senhor Jesus da história da humanidade, por isso, muitos estão deixando o verdadeiro testemunho do Senhor para se deixar levar pelas ideologias, pelas seitas protestantes, filosóficas, espiritualistas e tantas outras difícil até de enumerar.

Portanto, caríssimos, estamos realmente passando pelos últimos acontecimentos da história da humanidade, e é exatamente por isso, que o maligno tem aumentado a sua fúria tentando nos devorar, porque ele sabe que pouco tempo lhe resta.

Destarte, peçamos humildemente ao Senhor Jesus a graça da sua divina misericórdia e o escudo de proteção do Espírito Santo para resistirmos aos ataques do maligno. E que a Santíssima Mãe de Deus interceda por nós juntamente com São José e todos os santos e santas para sermos fiéis até o fim, como nos ensinou o Senhor (cf. Mt 24,13). 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

TUDO É POSSÍVEL AO QUE CRÊ...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 12,1-7)(15/10/21)

Caríssimos, a fé é um dom de Deus que nos foi dado para vivermos em estado de graça fazendo em tudo a sua santa Vontade, de modo que por meio dela, tudo podemos alcançar até mesmo transportar montanhas ao mar se essa for a vontade de Deus em vista da nossa salvação. De fato, quem vive da fé permanece em comunhão com Ele todo tempo, como uma criança que depende dos seus pais totalmente. 

No entanto, devido a confiança depositado em nós mesmos e no que podemos, frequentemente caímos no pecado da autossuficiência que nos leva ao apego egoísta, desordenado, tirando de nós a confiança inabalável em Deus que sempre age por meio da sua divina providência e nada nos deixa faltar.

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus nos recomenda a termos cuidado com o fermento dos fariseus, ou seja, a não fundamentar a vivência da fé nas aparências ou na própria vontade, mas sim na convivência com Deus que nos faz transparecer o seu querer e o seu agir em todos os sentidos da vida.

Atentos escutemos então o Senhor: “Tomai cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Não há nada de escondido que não venha a ser revelado, e não há nada de oculto que não venha a ser conhecido. Portanto, tudo o que tiverdes dito na escuridão, será ouvido à luz do dia; e o que tiverdes pronunciado ao pé do ouvido, no quarto, será proclamado sobre os telhados."

Desse modo, o Senhor nos ensina que Deus, nosso Pai, está no comando de tudo, por isso, não tenhamos medo das perseguições e nem mesmo da morte: "Pois bem, meus amigos, eu vos digo: não tenhais medo daqueles que matam o corpo, não podendo fazer mais do que isto. Vou mostrar-vos a quem deveis temer: temei aquele que, depois de tirar a vida, tem o poder de lançar-vos no inferno. Sim, eu vos digo, a este temei." (Lc 12,6-7).

Portanto, caríssimos, fiquemos certos disto, no dia do juízo final todos seremos julgados pelo Justo Juiz, nosso Senhor Jesus Cristo, por isso, precisamos estar preparados; de fato, deste mundo nada levamos a não ser aquilo que aqui praticamos, desse modo, quem planta as virtudes santas as terá em abundância; quem não as planta nada de bom colherá. Destarte, peçamos humildemente ao Senhor que por sua divina misericórdia e o seu infinito amor, nos conceda viver em tudo segundo a sua santa vontade.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

A VERDADE LIBERTA SEMPRE...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA

(Lc 11,47-54)(14/10/21)

Caríssimos, a verdade liberta sempre, mas somente a quem a reconhece, se arrepende e pede a sua libertação, caso contrário, todos os que a rejeitam permanecem no pecado, tratando logo de persegui-la, tentando calar a sua voz por meio de falsas acusações, calúnias, difamação e todo tipo de falcatruas e insídias, como os fariseus fizeram contra o Senhor Jesus, à ponto de tramarem a sua morte e a executarem tão brutalmente.

Com efeito, a Lei de Deus é caminho de perfeição, pois obedece-la é obedecer ao próprio Deus que nos fala diretamente por meio dela; todavia, quando os homens se apossam dos seus preceitos para interpreta-los conforme as suas inclinações pecaminosas, os deformam e passam a agir contra Deus, tornando-se impossível qualquer abertura para se converterem e seguirem na estrada certa que os leva à salvação.

De fato, a Lei de Deus foi posta no coração dos homens para os levar ao Senhor Jesus Cristo, como bem observa são Paulo: "todos pecaram e estão privados da glória de Deus, e a justificação se dá gratuitamente, por sua graça, em virtude da redenção realizada em Jesus Cristo." (Rm 3,23-24). Ora, não viver em conformidade com essa Pedagogia Divina, é perder-se no labirinto infindo das próprias contradições.

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus mais uma vez chama a atenção dos seus algozes a fim de que se convertam e vivam, mas os mesmos se apossaram do poder que lhes fora confiado por Deus para receberem o Seu Filho como o Messias; e usaram desse poder não para o receber, mas, para tramar contra a sua vida, e com isso, caíram nos laços do próprio pecado e no precipício da perdição infinita.

Portanto, caríssimos, ouçamos então com atenção redobrada esta Palavra do Senhor Jesus: "Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus." (Jo 3,19-21).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

O TRIBUNAL DA NOSSA CONSCIÊNCIA...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 11,42-46)(13/10/21)

Caríssimos, dentro de cada um de nós existe o tribunal da consciência, e é nesse tribunal que somos julgados e ensinados por Deus a não julgarmos uns aos outros, mas, a sermos misericordiosos com todos a fim de que nos concentremos somente na prática dos santos mandamentos, no amor e na justiça; porque é isso que consiste o nosso caminho de santidade.

Na primeira leitura são Paulo nos ensina a não julgarmos uns aos outros porque todos somos pecadores, pois, não julgar significa olhar os outros com misericórdia para não levarmos em nossas almas nem os pecados nem a imagem negativa uns dos outros, porque se o fizermos, como nos ensinou o santo Apóstolo, julgamos e condenamos à nós mesmos.

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus reprova a prática religiosa dos fariseus por conta da hipocrisia, pois, viviam a fé só de aparências, "deixando de lado a justiça e o amor de Deus", desse modo, tornavam-se "como túmulos que não se veem, sobre os quais os homens andam sem saber”. E depois de indagado por um mestre da lei que se sentiu ofendido, acrescentou: “Ai de vós também, mestres da Lei, porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas cargas, nem com um só dedo”.

Portanto, caríssimos, o nosso viver gera frutos que fazem muito bem às nossas almas e também à dos outros quando o que praticamos tem como fundamento a Palavra do Senhor Jesus e os exemplos de todos os que o seguiram fielmente, de modo especial o de sua Mãe, Maria Santíssima. Por outro lado, quando o nosso viver não é o Evangelho vivo do Senhor, torna-se pedra de tropeço para nós e para os outros por conta do falso testemunho que gera a hipocrisia.

Destarte, peçamos ao Senhor Jesus pela intercessão da Sua Mãe, Maria Santíssima, a graça de sermos conduzidos pelo Espírito Santo, para que assim, o nosso viver dê frutos abundantes de salvação e vida eterna, pois, quem segue o Senhor fazendo a sua santa vontade torna-se coerente em tudo o que vive e faz.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA APARECIDA...


 SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA APARECIDA... (12/10/21)


Pronunciamento do Papa são João Paulo II no Brasil na Solenidade de nossa Senhora Aparecida (12/10/80)

“Viva a Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada, a Senhora Aparecida!”

Desde que pus os pés em terra brasileira, nos vários pontos por onde passei, ouvi este cântico. Ele é, na ingenuidade e singeleza de suas palavras, um grito da alma, uma saudação, uma invocação cheia de filial devoção e confiança para com aquela que, sendo verdadeira Mãe de Deus, nos foi dada por seu Filho Jesus no momento extremo da sua vida para ser nossa Mãe.

Sim, amados irmãos e filhos, Maria, a Mãe de Deus, é modelo para a Igreja, é Mãe para os remidos. Por sua adesão pronta e incondicional à vontade divina que lhe foi revelada, torna-se Mãe do Redentor, com uma participação íntima e toda especial na história da salvação. Pelos méritos de seu Filho, é Imaculada em sua Conceição, concebida sem a mancha original, preservada do pecado e cheia de graça.

Ao confessar-se serva do Senhor (Lc 1,38) e ao pronunciar o seu sim, acolhendo “em seu coração e em seu seio o mistério de Cristo Redentor, Maria não foi instrumento meramente passivo nas mãos de Deus, mas cooperou na salvação dos homens com fé livre e inteira obediência.

Sem nada tirar ou diminuir e nada acrescentar à ação daquele que é o único Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, Maria nos aponta as vias da salvação, vias que convergem todas para Cristo, seu Filho, e para a sua obra redentora. Maria nos leva a Cristo, como afirma com precisão o Concílio Vaticano II: “A função maternal de Maria, em relação aos homens, de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo; antes, manifesta a sua eficácia. E de nenhum modo impede o contato imediato dos fiéis com Cristo, antes o favorece”.

Mãe da Igreja, a Virgem Santíssima tem uma presença singular na vida e na ação desta mesma Igreja. Por isso mesmo, a Igreja tem os olhos sempre voltados para aquela que, permanecendo virgem, gerou, por obra do Espírito Santo, o Verbo feito carne. Qual é a missão da Igreja senão a de fazer nascer o Cristo no coração dos fiéis, pela ação do mesmo Espírito Santo, através da evangelização? 

Assim, a “Estrela da Evangelização”, como a chamou o meu Predecessor Paulo VI, aponta e ilumina os caminhos do anúncio do Evangelho. Este anúncio de Cristo Redentor, de sua mensagem de salvação, não pode ser reduzido a um mero projeto humano de bem-estar e felicidade temporal. Tem certamente incidências na história humana coletiva e individual, mas é fundamentalmente um anúncio de libertação do pecado para a comunhão com Deus, em Jesus Cristo. 

De resto, esta comunhão com Deus não prescinde de uma comunhão dos homens uns com os outros, pois os que se convertem a Cristo, autor da salvação e princípio de unidade, são chamados a congregar-se em Igreja, sacramento visível desta unidade humana salvífica.

Por tudo isto, nós todos, os que formamos a geração hodierna dos discípulos de Cristo, com total aderência à tradição antiga e com pleno respeito e amor pelos membros de todas as comunidades cristãs, desejamos unir-nos a Maria, impelidos por uma profunda necessidade da fé, da esperança e da caridade. Discípulos de Jesus Cristo neste momento crucial da história humana, em plena adesão à ininterrupta Tradição e ao sentimento constante da Igreja, impelidos por um íntimo imperativo de fé, esperança e caridade, nós desejamos unir-nos a Maria. 

E queremos fazê-lo através das expressões da piedade mariana da Igreja de todos os tempos. A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, ela nos orienta para Jesus: Fazei o que ele vos disser (Jo 2,5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dele as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria: ela é sempre a “Mãe de Deus e nossa”.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 10 de outubro de 2021

VAI, VENDE TUDO QUE TENS, DEPOIS VEM E SEGUE-ME!


 Homilia do XXVIII Dom do tempo comum (Mc 10,17-30)(10/10/21)

Caríssimos, olhando para tudo o que existe percebemos que todas as coisas tem sua finalidade e esta consiste em servir, ou seja, em fazer o bem para o qual Deus, nosso Pai, as criou. Não viver isso, é fechar-se em si mesmo numa atitude egoísta, para apegar-se aos bens que passam, não percebendo que tudo pertence somente a Deus que nos sustenta na vida. 

De fato, a vida é muito boa, porque é um dom de Deus para si e para os outros; sem essa finalidade tudo o que vivemos perde o sentido eterno de ser. Existe uma belíssima frase atribuída ao Papa Francisco, que muito nos ajuda a compreender o verdadeiro sentido da vida: “Os rios não bebem sua própria água; as árvores não comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo; e as flores não espalham sua fragrância para si. Viver para o bem de todos é uma regra da natureza."

No Evangelho de hoje alguém se dirige a Jesus perguntando: "Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna? Jesus respondeu: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém." E depois lhe indica a via dos santos mandamentos. Ao que ele logo respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”.

Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!”

Portanto, caríssimos, a fé que se baseia no apego aos bens materiais só causa desânimo e tristeza ainda que exista a intenção de viver segundo os santos mandamentos. De modo que, conforme o Senhor, a prática dos santos mandamentos nos levam para o céu somente quando os vivemos por amor a Deus.

Destarte, a Sabedoria que vem de Deus é mais desejável que todos os tesouros deste mundo, uma vez que todos os bens materiais não passam de cinza que se esvai quando do juízo final.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

DE COMO SERÁ O JUÍZO FINAL...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA

(Lc 11,27-28)(09/10/21).

Caríssimos, não tem como pensar em Deus sem se ligar a Ele, seja pela fé, para ama-lo e acolhe-lo; ou, então, pela incredulidade para julga-lo e ofende-lo; o certo é que não tem como ignora-lo ainda que o queiram. No entanto, quem se liga a Ele para ama-lo e obedece-lo permanece no seu amor, cresce em santidade e justiça, e dá frutos da salvação eterna que o Senhor Jesus veio nos conceder.

No primeira leitura o Profeta Joel assim descreve o Juízo Final: “Levantem-se e ponham-se em marcha os povos, rumo ao Vale de Josafá; ali me sentarei como juiz para julgar todas as nações em redor." De certo, conforme o Catecismo da Igreja: "O Juízo final terá lugar quando acontecer a vinda gloriosa de Cristo. Só o Pai sabe o dia e a hora, só Ele decide sobre a sua vinda. Pelo seu Filho Jesus Cristo. Ele pronunciará então a sua palavra definitiva sobre toda a história. 

Nós saberemos, então, o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação, e compreenderemos os caminhos admiráveis pelos quais a sua providência tudo terá conduzido para o seu fim último. O Juízo final revelará como a justiça de Deus triunfa de todas as injustiças cometidas pelas suas criaturas e como o seu amor é mais forte do que a morte."

Em suma: "A mensagem do Juízo final é um apelo à conversão, enquanto Deus dá ainda aos homens «o tempo favorável, o tempo da salvação» (2 Cor 6, 2). Ela inspira o santo temor de Deus, empenha na justiça do Reino de Deus e anuncia a «feliz esperança» (Tt 2, 13) do regresso do Senhor, que virá «para ser glorificado nos seus santos, e admirado em todos os que tiverem acreditado» (2 Ts 1, 10). (CIC 1040/41). 

Portanto, caríssimos, todo o tempo que ainda temos até o dia do juízo final, é tempo de nos prepararmos por meio da prática da Palavra de Deus, como nos ensinou o Senhor Jesus no Evangelho de hoje ao ouvir uma mulher que a Ele se dirigiu com o seguinte elogio: “Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”. Ao que respondeu: “Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”.

Destarte, o Senhor Jesus disse isso para compreendermos que a sua Mãe, Maria Santíssima, o recebeu no seu seio porque amou a Deus e o obedeceu em tudo, como ela mesma disse: "Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra." (Lc 1,38).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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