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domingo, 29 de março de 2026

Homilia do Domingo de Ramos...


 Homilia do Domingo de Ramos (Mt 21,1-11; 27,11-54)(29/09/26)

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1. Caríssimos irmãos e irmãs, com o Domingo de Ramos a Igreja dá início à Semana Santa em que celebramos o maior acontecimento da história da humanidade; trata-se da paixão, do sofrimento, da crucifixão, da morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Ou seja, como Deus infinitamente poderoso se fez um de nós e carregou sobre Si todas as nossas dores, para nos fazer participantes de sua natureza divina. 
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2. De fato, ano após ano o Senhor Jesus nos dá a graça de fazermos memória destes acontecimentos pelos quais Ele nos libertou do pecado, da morte e do inferno, nos resgatando para a vida eterna. 

3. São Paulo, ao referir-se a esses acontecimentos, escreveu: "Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo a seu tempo morreu pelos ímpios. Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós." (Rm 5,6.8).
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4. Com efeito, por meio do sofrimento e da morte do Senhor Jesus na cruz, oferta de amor incondicional, Deus Pai fez resplandecer por sua ressurreição, o Seu Eterno Poder e por Ele fez novas todas as coisas nos dando o Espírito Santo para nos conduzir à plenitude da felicidade eterna no Reino dos céus. Por isso, é fundamental a nossa adesão e permanência em Cristo para nos atermos seguros da salvação que Dele recebemos.
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5. Portanto, caríssimos, peçamos ao Senhor Jesus para que em meio às dificuldades que a nossa condição de pecadores nos impõe, celebremos com todo empenho e devoção a memória de Sua Paixão, morte e ressurreição para crescermos na graça, no conhecimento, no amor e na misericórdia de Deus, nosso Pai, e desse modo, vivermos em santidade e justiça todos os dias de nossa vida, à serviço daqueles a quem Ele nos enviar.

6. Destarte, Deus é fiel e nunca nos abandona em meio as mais diversas provações que padecemos na luta contra o pecado, como vimos na Paixão do Senhor; convictos de que um dia tudo isso vai ter fim, e que a sua Divina Misericórdia e justiça triunfarão sobre todo o mal; pois, somente Ele tem todo poder sobre o céu e a terra e também a última Palavra a ser pronunciada no dia do juízo final.

7. Em suma, o Domingo de Ramos é um convite divino para caminharmos com o Senhor Jesus da glória à cruz; transformando esta Semana Santa em uma verdadeira renovação interior. Que, ao celebrarmos Sua entrega total, possamos morrer para o pecado e ressuscitar com Ele para uma vida de serviço humilde e caridade fraterna.

8. Confiantes na vitória final do Senhor, deixemos que o Seu amor redentor converta nossas dores em esperança e nossa fé em um testemunho vivo da sua presença em cada um de nós.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 28 de março de 2026

Como alguém, Senhor Jesus, pode te ofender assim?

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 11,45-56)(28/03/26)

1. Caríssimos, definitivamente precisamos compreender que na luta contra o pecado somente Deus pode vence-lo, foi para isso que Ele se fez homem por seu Filho e veio habitar no meio de nós. Como bem disse São João: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós... (Jo 1,1.14a).

2. Todavia, o Filho de Deus, pagou um preço altíssimo para nos resgatar do pecado e do poder do inferno, o seu sacrifício de cruz, como profetizou Isaías: "Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas." (Is 53,5).

3. No Evangelho de hoje depois de saberem que o Senhor Jesus havia ressuscitado Lázaro, o Conselho dos anciãos do povo, com base num falso argumento, decidiu pela morte do Filho de Deus alegando que se Ele continuasse a fazer os prodígios que estava fazendo todos iriam acreditar nele e então seria o fim de Israel por parte dos invasores Romanos, ou seja, isso não passa de uma trama ardilosa, pois, os Romanos detinham o poder e pouco ou nada davam importância as crenças dos seus dominados.

4. O fato é que tinham consciência do ato gravíssimo que cometiam contra a Lei, por julgar e condenar a morte um ser humano sem um justo julgamento, como vemos a seguir: "Um deles, chamado Caifás, sumo sacerdote em função naquele ano, disse: “Vós não entendeis nada. Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira?”

5. E são João observando disse: "Caifás não falou isso por si mesmo. Sendo sumo sacerdote em função naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos." (Jo 11,50-51). Ou seja, os dons e o chamamento de Deus são irrevogáveis, mesmo se os escolhidos não correspondam ao chamado. (cf. Rm 11,29).

6. E como notamos nesse episódio, todos os que aqui estamos cumprimos as Sagradas Escrituras, seja para a nossa salvação eterna, seja para a nossa condenação; o fato é, que todos compareceremos no Tribunal do Justo Juiz que julgará a todos no dia do juízo final. 

7. Portanto, caríssimos, preparemo-nos para o dia eterno, para o Justo juízo de Deus; é certo que ainda estamos no tempo da misericórdia como nos exorta são Paulo: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus! Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2Cor 5,20b; 6,2). 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 27 de março de 2026

O que nos impede de ouvir e seguir o Senhor Jesus

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 10,31-42)(27/03/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, são João no começo do seu Evangelho, escreveu: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus." Sem dúvida alguma, o Senhor Jesus é a Palavra com a qual Deus Pai se dirige a nós diretamente. E são João continua: "Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito." Isto é, o Verbo é a princípio e o fim de todas as coisas.

2. Mas, por que seus co-irmãos à quem o Senhor Jesus foi primeiramente enviado não o receberam? São João também nos responde: "Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus." (Jo 1, 11). 

3. De fato, o que impede os homens de ouvirem o Senhor Jesus e acreditarem Nele são dois fatores. Primeiro, a própria vontade fechada em si mesma, impulsionada pelo livre arbítrio que decide tudo a partir de suas conveniências, aspirações, interesses, e o que o egocentrismo lhe dita. Segundo, o ato de julgar tudo e todos, inclusive o próprio Deus, sem nenhum discernimento ou bom senso para isto.

4. Certa feita disse o Senhor Jesus: "Vim em nome de meu Pai, mas não me recebeis. Se vier outro em seu próprio nome, haveis de recebê-lo... Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros, e não buscais a glória que é só de Deus?" (Jo 5,43-44).

5. "Portanto, quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus." (Mt 10,32-33). 

6. Decerto, nenhum ser subsiste nem transpõe a própria natureza se não permanece em Cristo, porque permanecer Nele é fundamental para a salvação das nossas almas, como Ele mesmo nos exorta: "Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

7. Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos. (Jo 15,5-8).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Quem vive na mentira, jamais acolhe a verdade...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,51-59)(26/03/26)


1. Caríssimos, qual atitude teríamos diante do Senhor Jesus se o encontrássemos face a face tal qual o encontraram os judeus no seu tempo? De fato, sob o véu da Eucaristia o encontramos a cada Santa Missa, em cada adoração Eucarística, e quem sabe até muitos nem o percebem ou mesmo o ignoram ou são indiferentes. 

2. O fato é que, por falta de amor e por julgarem falsamente o Senhor os judeus queriam apedreja-lo. Ou seja, quando as pessoas se fecham em si mesmas, caem no pecado do julgamento temerário, tornando-se incapazes para a prática das virtudes eternas dentre elas a misericórdia, o amor ao próximo e a compreensão. 

3. Com efeito, o Senhor Jesus é realmente Deus conosco, o Messias, o enviado de Deus Pai prometido a Abraão, como vimos na primeira leitura; no entanto, apesar de todas as evidências demonstradas seja pelos sinais que realizava, quer por suas palavras que se cumpriam na íntegra, mesmo assim não foi recebido pelos os seus irmãos judeus, ao contrário, foi perseguido, humilhado e morto sem piedade alguma como se não fosse Deus.

4. O que dizer, então, de tão grande ingratidão, de onde ela vem? O Senhor mesmo responde: "Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra."

5. De fato, quem se deixa dominar pela mentira e faz dela a sua regra de vida jamais conhecerá a verdade, porque se deixou prender pelo maligno que passa a sugerir más intenções e perversas ações causando a ruína de quem as comete. 

6. No entanto, o Senhor Jesus é misericordioso ao infinito, paciente como só Ele pode ser, sabe esperar até que haja os que o acolham pelo arrependimento sincero e se convertam para conhecer a verdade que os liberta do pecado e do poder do inferno.

7. Portanto, caríssimos, peçamos ao Senhor Jesus para pormos em prática a sua Palavra e aprendermos o silêncio que escuta e julga conforme a vontade de Deus. Pois, a submissão amorosa com a perfeita obediência e a perseverança alcançam todas as graças e bênçãos da sua divina benevolência. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 25 de março de 2026

E o Verbo de Deus se fez carne e habita no meio de nós....


 Solenidade da Anunciação do Senhor (Lc 1,26-38)(25/03/26)


1..Caríssimos, o Anúncio do nascimento de Jesus, o Filho de Deus, foi o acontecimento mais esperado de todos os tempos, pois significa que Deus se fez homem para nos fazer participantes de sua natureza divina. E tudo isso com a participação direta da Virgem Maria que ao receber a visita do Anjo Gabriel escutou com profunda devoção e surpresa o divino convite e o aceitou dizendo o sim mais esperado pela humanidade, porque nesse momento o Espírito Santo gerou o menino Jesus no seu ventre e assim se cumpriu todas as profecias à respeito de sua vinda.

2. Meditemos, então, a grandeza de tão sublime revelação: Jesus Cristo é Deus conosco, como profetizou Isaías (cf. Is 7,14), Ele é Deus porque nasce de Deus, gerado pelo Espírito Santo; é humano porque nasce de Maria, a mulher escolhida por Deus para ser a Mãe do Seu Filho. Assim, o Senhor une a sua natureza divina à nossa natureza humana para nos libertar do pecado e do resultado do pecado, a morte, e assim nos dar a vida eterna.

3. Comentando esta Solenidade escreveu são Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade, a fraqueza, pela força, a mortalidade, pela eternidade. Para saldar a dívida de nossa condição humana, a natureza impassível uniu-se à natureza passível. 

4. Deste modo, como convinha à nossa recuperação, o único mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, podia submeter-se à morte através de sua natureza humana e permanecer imune em sua natureza divina.

5. Por conseguinte, numa natureza perfeita e integral de verdadeiro homem, nasceu o verdadeiro Deus, perfeito na sua divindade, perfeito na nossa humanidade. Por “nossa humanidade” queremos significar a natureza que o Criador desde o início formou em nós, e que assumiu para renová-la. 

6. Mas daquelas coisas que o Sedutor trouxe, e o homem enganado aceitou, não há nenhum vestígio no Salvador; nem pelo fato de se ter irmanado na comunhão da fragilidade humana, tornou-se participante dos nossos delitos."

7. Oremos: "Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo." Amém!

8. “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos à vós e por todos quanto à vós não recorrem de modo especial pelos inimigos da Santa Igreja e por aqueles que a vós estão recomendados.” Amém! Assim seja!

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 24 de março de 2026

Naturalmente não entendemos os sofrimentos...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,21-30)(24/03/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, diante das dores e sofrimentos que padecemos, podemos até perguntar: por que Deus não usa a sua Onipotência para dar um basta na maldade espalhada na face da terra? 

2. De fato, nenhuma criatura humana ou angélica é capaz de responder à essa pergunta, mas somente o Senhor Jesus, que é Deus conosco, a responde por seu sofrimento de Cruz que significa amor incondicional, obediência perfeita, misericórdia infinita.

3. Na primeira leitura o povo rebelou-se contra Deus e seu servo Moisés, com isso, atraiu sobre si serpentes venenosas que os mordiam; e morreu muita gente. Porém, ao reconhecerem seu pecado rogaram a Moisés que intercedesse por eles: "Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”.

4. "Moisés intercedeu pelo povo, e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente abrasadora e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. Ou seja, esse sinal significa que somente mediante a obediência da cruz a serpente maligna é vencida e extirpada das nossas almas definitivamente. 

5. Portanto, caríssimos, não existe outro caminho para o céu fora da Cruz de Cristo; ela é a porta de entrada no Paraíso, que se fechou pela nossa desobediência, mas foi aberta pelo sacrifício do nosso Salvador que se fez homem e obedeceu ao Pai até a morte e morte de cruz. 

6. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos." (Fil 2,9-10).

7. Destarte, por Sua Cruz, o Senhor Jesus sofreu pessoalmente as nossas dores e humilhações; todo tipo de perseguição e maldade; porém, tudo isso para nos resgatar e nos dar a felicidade eterna que jamais nos será tirada. "Contanto que soframos com Ele, para que também com Ele sejamos glorificados." (Rm 8,17b).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Sem misericórdia e perdão não existe salvação...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,1-11)(23/03/26)


1. Caríssimos, nós cristãos estamos em pleno êxodo rumo a terra prometida, o Reino de Deus; e este mundo é um deserto inóspito cheio de perigos, todavia, como nos dois primeiros êxodos do povo eleito (do Egito e Babilônia), 

2. o Senhor Jesus vai pessoalmente à nossa frente nos conduzindo, nos protegendo e nos capacitando para atravessarmos esse deserto com êxito e chegarmos na terra prometida da nossa salvação. Cabe a nós a fidelidade e a perseverança no seu seguimento.

3. São Paulo, a partir do seu exemplo, nos mostra como deve ser o seguimento de Cristo: "Na verdade, considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. 

4. Por causa dele eu perdi tudo. Considero tudo como lixo, para ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele, não com minha justiça provindo da Lei, mas com a justiça por meio da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, na base da fé." (Fl 3,8-9).

5. No Evangelho de hoje mais uma vez os fariseus tentam acusar o Senhor Jesus de algum delito contra a Lei para assim condena-lo, por isso, lhe apresentaram uma mulher pega em flagrante adultério cuja sentença, segundo a Lei, era o apedrejamento. No entanto, conhecendo-os por dentro disse-lhes: "Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra."

6. Ora, esse episódio nos mostra que nenhum de nós pode julgar quem quer que seja, porque todos somos pecadores, o que equivaleria a nos condenarmos a nós mesmos. Pois, o próprio Senhor Jesus, que é Deus e Justo Juiz, veio para nos perdoar e nos dar a graça da salvação, para que recebendo a sua misericórdia sejamos misericordiosos uns com os outros. 

7. Decerto, isso não significa sermos coniventes com os pecados aqui praticados, mas sim, extirpar-los da nossa vida pela prática das virtudes eternas dentre as quais a misericórdia e o perdão, como nos ensinou o Senhor: "Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados." (Lc 6,36-37).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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