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quinta-feira, 26 de março de 2026

Quem vive na mentira, jamais acolhe a verdade...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,51-59)(26/03/26)


1. Caríssimos, qual atitude teríamos diante do Senhor Jesus se o encontrássemos face a face tal qual o encontraram os judeus no seu tempo? De fato, sob o véu da Eucaristia o encontramos a cada Santa Missa, em cada adoração Eucarística, e quem sabe até muitos nem o percebem ou mesmo o ignoram ou são indiferentes. 

2. O fato é que, por falta de amor e por julgarem falsamente o Senhor os judeus queriam apedreja-lo. Ou seja, quando as pessoas se fecham em si mesmas, caem no pecado do julgamento temerário, tornando-se incapazes para a prática das virtudes eternas dentre elas a misericórdia, o amor ao próximo e a compreensão. 

3. Com efeito, o Senhor Jesus é realmente Deus conosco, o Messias, o enviado de Deus Pai prometido a Abraão, como vimos na primeira leitura; no entanto, apesar de todas as evidências demonstradas seja pelos sinais que realizava, quer por suas palavras que se cumpriam na íntegra, mesmo assim não foi recebido pelos os seus irmãos judeus, ao contrário, foi perseguido, humilhado e morto sem piedade alguma como se não fosse Deus.

4. O que dizer, então, de tão grande ingratidão, de onde ela vem? O Senhor mesmo responde: "Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra."

5. De fato, quem se deixa dominar pela mentira e faz dela a sua regra de vida jamais conhecerá a verdade, porque se deixou prender pelo maligno que passa a sugerir más intenções e perversas ações causando a ruína de quem as comete. 

6. No entanto, o Senhor Jesus é misericordioso ao infinito, paciente como só Ele pode ser, sabe esperar até que haja os que o acolham pelo arrependimento sincero e se convertam para conhecer a verdade que os liberta do pecado e do poder do inferno.

7. Portanto, caríssimos, peçamos ao Senhor Jesus para pormos em prática a sua Palavra e aprendermos o silêncio que escuta e julga conforme a vontade de Deus. Pois, a submissão amorosa com a perfeita obediência e a perseverança alcançam todas as graças e bênçãos da sua divina benevolência. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 25 de março de 2026

E o Verbo de Deus se fez carne e habita no meio de nós....


 Solenidade da Anunciação do Senhor (Lc 1,26-38)(25/03/26)


1..Caríssimos, o Anúncio do nascimento de Jesus, o Filho de Deus, foi o acontecimento mais esperado de todos os tempos, pois significa que Deus se fez homem para nos fazer participantes de sua natureza divina. E tudo isso com a participação direta da Virgem Maria que ao receber a visita do Anjo Gabriel escutou com profunda devoção e surpresa o divino convite e o aceitou dizendo o sim mais esperado pela humanidade, porque nesse momento o Espírito Santo gerou o menino Jesus no seu ventre e assim se cumpriu todas as profecias à respeito de sua vinda.

2. Meditemos, então, a grandeza de tão sublime revelação: Jesus Cristo é Deus conosco, como profetizou Isaías (cf. Is 7,14), Ele é Deus porque nasce de Deus, gerado pelo Espírito Santo; é humano porque nasce de Maria, a mulher escolhida por Deus para ser a Mãe do Seu Filho. Assim, o Senhor une a sua natureza divina à nossa natureza humana para nos libertar do pecado e do resultado do pecado, a morte, e assim nos dar a vida eterna.

3. Comentando esta Solenidade escreveu são Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade, a fraqueza, pela força, a mortalidade, pela eternidade. Para saldar a dívida de nossa condição humana, a natureza impassível uniu-se à natureza passível. 

4. Deste modo, como convinha à nossa recuperação, o único mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, podia submeter-se à morte através de sua natureza humana e permanecer imune em sua natureza divina.

5. Por conseguinte, numa natureza perfeita e integral de verdadeiro homem, nasceu o verdadeiro Deus, perfeito na sua divindade, perfeito na nossa humanidade. Por “nossa humanidade” queremos significar a natureza que o Criador desde o início formou em nós, e que assumiu para renová-la. 

6. Mas daquelas coisas que o Sedutor trouxe, e o homem enganado aceitou, não há nenhum vestígio no Salvador; nem pelo fato de se ter irmanado na comunhão da fragilidade humana, tornou-se participante dos nossos delitos."

7. Oremos: "Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo." Amém!

8. “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos à vós e por todos quanto à vós não recorrem de modo especial pelos inimigos da Santa Igreja e por aqueles que a vós estão recomendados.” Amém! Assim seja!

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 24 de março de 2026

Naturalmente não entendemos os sofrimentos...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,21-30)(24/03/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, diante das dores e sofrimentos que padecemos, podemos até perguntar: por que Deus não usa a sua Onipotência para dar um basta na maldade espalhada na face da terra? 

2. De fato, nenhuma criatura humana ou angélica é capaz de responder à essa pergunta, mas somente o Senhor Jesus, que é Deus conosco, a responde por seu sofrimento de Cruz que significa amor incondicional, obediência perfeita, misericórdia infinita.

3. Na primeira leitura o povo rebelou-se contra Deus e seu servo Moisés, com isso, atraiu sobre si serpentes venenosas que os mordiam; e morreu muita gente. Porém, ao reconhecerem seu pecado rogaram a Moisés que intercedesse por eles: "Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”.

4. "Moisés intercedeu pelo povo, e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente abrasadora e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. Ou seja, esse sinal significa que somente mediante a obediência da cruz a serpente maligna é vencida e extirpada das nossas almas definitivamente. 

5. Portanto, caríssimos, não existe outro caminho para o céu fora da Cruz de Cristo; ela é a porta de entrada no Paraíso, que se fechou pela nossa desobediência, mas foi aberta pelo sacrifício do nosso Salvador que se fez homem e obedeceu ao Pai até a morte e morte de cruz. 

6. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos." (Fil 2,9-10).

7. Destarte, por Sua Cruz, o Senhor Jesus sofreu pessoalmente as nossas dores e humilhações; todo tipo de perseguição e maldade; porém, tudo isso para nos resgatar e nos dar a felicidade eterna que jamais nos será tirada. "Contanto que soframos com Ele, para que também com Ele sejamos glorificados." (Rm 8,17b).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Sem misericórdia e perdão não existe salvação...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 8,1-11)(23/03/26)


1. Caríssimos, nós cristãos estamos em pleno êxodo rumo a terra prometida, o Reino de Deus; e este mundo é um deserto inóspito cheio de perigos, todavia, como nos dois primeiros êxodos do povo eleito (do Egito e Babilônia), 

2. o Senhor Jesus vai pessoalmente à nossa frente nos conduzindo, nos protegendo e nos capacitando para atravessarmos esse deserto com êxito e chegarmos na terra prometida da nossa salvação. Cabe a nós a fidelidade e a perseverança no seu seguimento.

3. São Paulo, a partir do seu exemplo, nos mostra como deve ser o seguimento de Cristo: "Na verdade, considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. 

4. Por causa dele eu perdi tudo. Considero tudo como lixo, para ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele, não com minha justiça provindo da Lei, mas com a justiça por meio da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, na base da fé." (Fl 3,8-9).

5. No Evangelho de hoje mais uma vez os fariseus tentam acusar o Senhor Jesus de algum delito contra a Lei para assim condena-lo, por isso, lhe apresentaram uma mulher pega em flagrante adultério cuja sentença, segundo a Lei, era o apedrejamento. No entanto, conhecendo-os por dentro disse-lhes: "Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra."

6. Ora, esse episódio nos mostra que nenhum de nós pode julgar quem quer que seja, porque todos somos pecadores, o que equivaleria a nos condenarmos a nós mesmos. Pois, o próprio Senhor Jesus, que é Deus e Justo Juiz, veio para nos perdoar e nos dar a graça da salvação, para que recebendo a sua misericórdia sejamos misericordiosos uns com os outros. 

7. Decerto, isso não significa sermos coniventes com os pecados aqui praticados, mas sim, extirpar-los da nossa vida pela prática das virtudes eternas dentre as quais a misericórdia e o perdão, como nos ensinou o Senhor: "Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados." (Lc 6,36-37).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 22 de março de 2026

Crês isto? Sim, Senhor, eu creio...

 Homilia do 5°Dom da Quaresma (Jo 11,1-45)(22/03/26)

1. Caríssimos, o Poder de Deus se revela no amor, na misericórdia, na bondade, na paciência, na humildade e na obediência do Seu Filho, Jesus Cristo, por sua morte e ressurreição. Bem como meditamos na Carta aos Hebreus: "Jesus, autor e consumador de nossa fé. 

2. Em vez de gozo que se lhe oferecera, ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo." (Hb 12,2-3).

3. De fato, não entendemos o Poder de Deus como uma força de destruição, mas sim, como Força de defesa e salvação para seus filhos e filhas em meio às agruras deste mundo. E somente quem abraça a cruz de Jesus e persevera com Ele até o fim, pode experimentar o poder da sua ressurreição. À isto chamamos martírio que significa autêntico testemunho. 

4. A liturgia de hoje nos mostra o Senhor Jesus realizando um dos últimos sinais de sua presença messiânica neste mundo, a ressurreição de Lázaro. Mas, por que o Senhor realizou esse prodígio mesmo sabendo que seria morto? Escutemos Dele então a resposta : “Pai, eu te dou graças porque me ouviste. Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste”.

5. Ou seja, o Senhor cuida da nossa fé que o identifica como o Messias enviado por Deus Pai, como havia feito antes com Marta, irmã de Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto? Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”.

 6. Portanto, caríssimos, ao ordenar que a pedra fosse removida, o Senhor Jesus nos convida a sair dos sepulcros do desânimo e do pecado. Ele não apenas devolve a vida a um amigo, mas nos ensina que ressuscitar com Ele exige determinação para ouvir Sua voz e deixar que Ele desate as faixas que ainda nos impedem de caminhar na verdadeira liberdade dos filhos de Deus.

7. Decerto, este 5° Domingo da Quaresma é, um chamado à confiança absoluta no poder de Deus. Assim como a dor de Marta e Maria transformou-se em alegria irradiante, o Senhor nos chama a entregar nossas impossibilidades a Ele que intercede por nós junto ao Pai. De fato, a última palavra sobre nossa existência não pertence ao túmulo, mas Àquele que é, a Ressurreição e a Vida.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 21 de março de 2026

Em Cristo Jesus recebemos todas as graças para a salvação das nossas almas...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 7,40-53)(21/03/26)

1. Caríssimos, Jesus é Deus conosco, porque assumiu em tudo a nossa natureza, menos o pecado; mas, como vimos no Evangelho de hoje, não foi reconhecido, porque para isto se faz necessário ama-lo muito além do que pensam, falam ou julgam Dele. Aliás, um dos piores pecados da humanidade é o julgamento temerário, ou seja, julgar os outros a partir de ideologias, credo, posição social ou outros critérios humanos desprovidos de discernimento, compreensão, amor e misericórdia.

2. Com efeito, a liberdade que o Senhor Jesus nos apresenta é aquela recebida da vontade do Pai, como Ele disse aos mestres da lei e fariseus: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e foi ele quem me enviou”. (Jo 7,28-29).

3. Em uma outra passagem desse mesmo Evangelho, o Senhor é ainda mais enfático: "De mim mesmo não posso fazer coisa alguma. Julgo como ouço; e o meu julgamento é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou." (Jo 5,30).

4. Antes, porém, já os havia advertido: "Vim em nome de meu Pai, mas não me recebeis. Se vier outro em seu próprio nome, haveis de recebe-lo... Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros, e não buscais a glória que é só de Deus?" (Jo 5,43-44).

5. De fato, quem ouve o Senhor Jesus de bom grado e põe em prática tudo o que Ele ensina, experimenta de imediato o fecundo resultado do poder de Sua Palavra, para viver na sua presença em santidade e justiça todos os dias de sua vida conforme a vontade de Deus, nosso Pai celestial. 

6. É bem como meditamos na Primeira Carta de são João: "É assim que conhecemos se estamos em Cristo: aquele que afirma permanecer nele deve também viver como ele viveu." (1Jo 2,5-6). Ou seja, precisamos renunciar a nós mesmos para segui-lo fielmente, pois esta é a vontade de Deus que disse: "Este é o meu Filho amado. Escutai o que Ele diz." (Mc 9,7).

7. Portanto, caríssimos, diante do Senhor Jesus jamais alguém pode ser indiferente, ou o acolhe humildemente ou o julga indevidamente usando de preconceitos e argumentos falaciosos próprios de quem carrega na alma a marca da besta, que é o ódio e seus efeitos maléficos. 

8. E foi isso o que aconteceu no Evangelho de hoje em que os fariseus cheios de preconceitos e falsos argumentos fizeram calar seus oponentes que reconheciam Jesus como profeta. Por isso, eis o que diz o Senhor: "Quem não está comigo está contra mim; e quem não ajunta comigo, espalha." (Mt 12,30) E ainda: "Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus." (Mt 10,33).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 20 de março de 2026

Quem somos por nós mesmos diante de Deus.

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 7,1-2.10.25-30)(20/03/26)

1. Caríssimos, o que há de mais asqueroso no coração dos homens do que a rejeição a Deus? Porque isso significa a morte de quem se opõe a Ele, que é a única Fonte de vida eterna. De fato, toda oposição só o é porque quer ocupar o lugar do outro indevidamente, usúrpa-lo, desse modo, opôr-se a Deus é querer ser Deus embora sabendo que nunca o será, porque Dele dependemos cem por cento. 

2. Com efeito, é assim que compreendemos o porquê do desequilíbrio deste mundo: tudo o que não permanece no amor de Deus, se perde por falta de comunhão com Ele, por isso, estão sempre em oposição porque se tornaram incapazes de amar; porque Deus é amor, e quem ama permanece em Deus e Deus permanece nele aqui e por toda a eternidade, como nos ensinou são João na sua primeira Carta (cf. 1Jo 4,8.16).

3. Na primeira leitura tirada do livro de Sabedoria, o escritor sagrado prevê proféticamente o sofrimento de Cristo, depois de ouvir dos seus algozes estas palavras: "Ele declara possuir o conhecimento de Deus e chama-se ‘filho de Deus’. Tornou-se uma censura aos nossos pensamentos e só o vê-lo nos é insuportável; sua vida é muito diferente da dos outros, e seus caminhos são imutáveis.

4. Proclama feliz a sorte final dos justos e gloria-se de ter a Deus por pai. Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque, de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro”. 

5. E o haigógrafo conclui: "Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se; pois a malícia os torna cegos, não conhecem os segredos de Deus, não esperam recompensa para a santidade e não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras." (Sb 2,1a.12-22). De fato, a última palavra é de Deus e de nenhuma criatura. 

6. E a última Palavra é esta: "Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos."

7. Portanto, caríssimos, não confundam essas palavras com ideologias políticas, pois, não o são; na verdade, trata-se do Juízo Final a partir do cumprimento ou não dos Mandamentos, dos Sacramentos e das obras de misericórdia. Porque todos sem exceção seremos julgados. No entanto, como escreveu São Paulo, "Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios." (Rm 8,28).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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