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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Não podemos nos deixar abater pelo desânimo...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 21,1-14)(10/04/26)


1. Caríssimos, o nosso viver é feito de evidências e convicções, e tudo isso baseado na verdade que somos e cultivamos. Todavia, quando perdemos os motivos que dava sentido à essas convicções, também nos perdemos e por isso nos dispomos voltar aos nossos antigos planos, porém, não mais com o mesmo entusiasmo que tínhamos antes; é como se perdéssemos a esperança e tudo o que a alimentava.
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2. Com efeito, é assim que vemos os Apóstolos ao meditarmos o Evangelho de hoje. Vejamos o relato: "Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite."
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3. De fato, para quem tinha recebido do Senhor Jesus este convite: "Vinde a mim e eu farei de vós pescadores de homens." Após a sua trágica morte, virem esse sonho de liberdade eterna se desvanecer, foi realmente um terrível golpe, algo muito triste e doloroso de ser suportado. É como se tudo voltasse ao nada, à estaca zero.
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4. Decerto, por este episódio da pesca milagrosa compreendemos que Deus age sempre quando mais necessitamos; exatamente para nos livrar do pecado da autossuficiência, pelo qual nos achamos no controle de tudo, descartando até mesmo a graça da sua divina providência.
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5. Portanto, caríssimos, encontrar Jesus ressuscitado em meio ao desânimo e frustração de uma noite toda de trabalho sem nada conseguir além do cansaço, foi realmente ressuscitar com Ele de imediato; é por isso que vimos com quanta coragem Pedro e João, enfrentaram os algozes de Jesus, testemunhando a sua ressurreição.

6. Destarte, esse encontro nas margens do mar de Tiberíades nos recorda que, sem a presença de Jesus Ressuscitado, nossos esforços humanos são estéreis e nossas redes permanecem vazias. Jesus não apenas restaura a esperança perdida dos discípulos, mas também lhes mostra que a missão de "pescadores de homens" só é possível sob a Sua Palavra e orientação. 

7. Desse modo, quando reconhecemos a nossa fragilidade e permitimos que o Senhor assuma o comando da nossa barca, o cansaço da noite dá lugar à abundância do novo dia, transformando nossa desilusão em um testemunho vivo de fé. 

8. É maravilhoso perceber que ao ouvir o Senhor pedir para lançar as redes próximo de onde estavam e obedecerem, prontamente pegaram tamanha quantidade de peixes que por si mesmos não conseguiram depois de uma noite inteira de trabalho. De fato, Deus age assim quando confiamos na sua Palavra e lhe obedecemos.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Recebendo Jesus ressuscitado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 24,35-48)(09/04/26)

1. Queridos irmãos e irmãs, existe em nós uma tendência de nos apegarmos às condições em que nos sentimos seguros, cômodos, como que donos de nós mesmos e de tudo o que nos acontece; por isso, o que mexe com essa aparente segurança, nos incomoda de certa forma; é isso o que acontece quando acolhemos Jesus ressuscitado em nossas almas; por um lado, nos sentimos seguros de sua parte; mas, por outro, inseguros por nós mesmos.

2. No Evangelho de hoje, percebemos que foi exatamente isso o que aconteceu com os Apóstolos quando se encontraram com o Senhor Jesus após a sua ressurreição. Vejamos o relato: "Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”

3. De fato, para eles que viram a sua morte cruenta e participaram do seu sepultamento, não foi fácil acreditar de imediato; embora plenos de alegria, porém, devido à experiência negativa que viveram, ainda tinham dúvidas. 

4. Todavia, o Senhor as dissipa com sua intervenção empírica, dizendo: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.

5. Sem dúvida alguma, essa é a nova condição, isto é, o novo viver, seja para os redimidos por Cristo; seja para aqueles que ainda não o acolheram; pois, foi para isto que Ele veio à este mundo, como Ele mesmo disse: "Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." (Ap 21,5).

6. Ora, neste tempo de crise que estamos atravessando, está mais do que provado que a humanidade precisa urgentemente de nosso Senhor, Jesus Cristo. Porque, ou se volta para Ele totalmente e se converte; ou então se perde nos abismos infernais nos quais está mergulhada atualmente.

7. Portanto, caríssimos, escutemos atentamente o Senhor nesta exortação do Profeta Joel: "Agora, diz o Senhor, voltai para mim com todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos; rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus; ele é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo". (Joel 2,12-13).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

A luz da fé dissipa as trevas da nossa ignorância...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 24,13-35)(08/04/26)

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1. Caríssimos irmãos e irmãs, a nossa estadia neste mundo é temporária e isso nos mostra que estamos à caminho como os discípulos de Emaús, ou seja, acompanhados de Jesus que caminha conosco nos revelando a sua presença na Sagrada Escritura, no diálogo interior quando o escutamos em oração e na Santa Comunhão.
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2. Aliás, a esse respeito, escreveu, são Pedro: "Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas." (1Pd 1,8-9). 

3. De fato, viver seguindo o Senhor praticando as santas virtudes que Ele nos concede, é obter Dele a certeza da vida eterna. Pois, a fé com a qual fomos agraciados no batismo nos dá a certeza de que não seguimos sozinhos, mas com Cristo ressuscitado como aconteceu com os discípulos de Emaús. 
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4. Vejamos, então, alguns detalhes desse encontro de Jesus com os discípulos de Emaús, para assim fazer um paralelo do encontro com Ele no nosso dia a dia. Os discípulos a princípio estavam desanimados e sem a fé devida, mesmo tendo ouvido o relato das mulheres e dos Apóstolos de que o Senhor havia ressuscitado.
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5. Ora, apesar do desânimo, falta de esperança e de fé, ainda assim eles falavam seriamente sobre o assunto. Assim também acontece conosco, o Senhor Jesus se aproxima e toma a iniciativa mesmo quando estamos confusos sem nada entender. Daí concluímos com este versículo da Carta aos Hebreus: "Jesus Cristo é sempre o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade." (Hb 13,8).
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6. Portanto, caríssimos, mesmo estando ainda no tempo em meio a uma cultura de morte que se estende por toda parte, nada disso pode abalar a nossa fé, de modo que acreditamos firmemente que o Senhor Jesus, o Filho de Deus, está realmente vivo e caminha conosco rumo ao Reino dos céus. É isso o que nos mantém firmes até o fim. 
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Convivendo com Jesus ressuscitado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 28,8-15)(06/04/26)

1. Caríssimos, existe uma insegurança natural que por vezes nos abala quando sentimos que o perigo ronda a nossa vida a ponto de temermos perde-la. Era assim que se sentiam os Apóstolos após a crucificação do Senhor Jesus; no entanto, com a sua ressurreição tudo mudou, a alegria perdida voltou em dobro; o que era desilusão, encheu-se de uma nova esperança e de um novo vigor a toda prova. É isso o que vimos na primeira leitura.

2. Com a ressurreição do Senhor se cumpre o que Ele disse no Apocalipse: "Eis que eu faço nova todas as coisas." (Ap 2,5b). Desse modo, o novo do Senhor se faz presente em nós que ressuscitamos com Ele no batismo, e o seguimos rumo ao paraíso preparado como herança para todos que o amam; e é isso que anunciamos a todos para que se acheguem a Ele, pois, como nos ensinou: "Na casa de meu Pai há muitas moradas." (Jo 14,2).

3. Com efeito, conhecemos por experiência a dualidade que existe neste mundo; trata-se das duas realidades da existência temporal uma se contrapondo a outra: verdade e mentira; alegria e tristeza; saúde e doença; vida e morte, de modo que somente o Senhor Jesus nos dá a graça de vencer essa dualidade nos mantendo unidos a Ele que nos salva.

4. No Evangelho de hoje vemos presente essa dualidade, enquanto, os discípulos vivem a evidência da Sua Ressurreição e com Ele interagem numa alegria sem igual; por outro lado, os chefes do povo que o mataram por ódio e rancor, apesar da evidência da sua ressurreição testemunhada pelos guardas do sepulcro, fecharam-se na soberba e na mentira, e criaram uma falsa versão do que acontecera, compraram os guardas e converceram-nos a divulga-la. 

5. Em outras palavras, isso demonstra que o demônio e seus sequazes por se fecharem na maldade que praticam não se arrependem, por isso, se condenam eternamente, por cultivarem a mentira e se afundarem nela.

6. Portanto, caríssimos, o Senhor Jesus por sua ressurreição inaugura o Reino de Deus aqui na terra, e a Igreja é a parte visível desse Reino, desse modo, o corpo hierárquico e os fiéis; os Santos Mandamentos, os Sacramentos, o anúncio da Sua Palavra, as celebrações litúrgicas... 

7. Em especial a Santa Missa, a prática das obras de misericórdia e das virtudes eternas são as evidências da Sua Presença no seio da humanidade; e pela ação do Espírito Santo continua a sua obra de salvação até o fim do mundo.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

Deus nos deu o dom da fé para discipar as trevas das nossas misérias...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 20,11-18)(07/04/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, a experiência que fazemos com Jesus Ressuscitado se dá em meio às nossas misérias, porque, embora tenhamos consciência de quanto é maravilhoso ama-lo e segui-lo, somos frequentemente tentados a deixar esse belíssimo propósito, para seguir aquilo que nos é sugerido pelas artemanhas do maligno. 

2. No entanto, quando nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo, resistimos a tudo o que não nos convém, e assim lutamos contra nós mesmos e às nossas concupicências que se apresentam querendo nos abater ou nos levar à desistir do nosso propósito de santidade. 

3. Por isso, precisamos escutar atentamente o que disse o Senhor: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 26,41). A carne significa a inclinação que temos para nos deixar levar pelas sugestões do maligno. "Entretanto, diz o Senhor, aquele que perseverar até o fim será salvo." (Mt 24,13).

4. No Evangelho de hoje vimos esse ato de perseverança em Maria Madalena que busca o corpo do Senhor em meio as incertezas que tomavam os espaços de sua alma abatida por ter presenciado a sua crucifixão; porém, o seu amor por Jesus era tamanho que nada a fez desistir do desejo de encontra-lo.

5. De fato, às vezes o nosso humano quer falar mais alto do que a fé que recebemos do Senhor; todavia, "quando lutamos contra o nosso pior inimigo, que nós mesmos, vencemos todos os inimigos visíveis e invisíveis", como nos ensinou são Francisco de Assis. 

6. Portanto, carissimos, como vimos nos exemplos acima, o importante é permacermos no Senhor ressuscitado dando os frutos da redenção que Ele realizou em nosso favor, para vivermos em santidade e justiça diante Dele todos os dias de nossa vida. 

7. Destarte, de uma coisa fiquemos certo, o Senhor Jesus estará sempre conosco seja qual for a situação ou dificuldade que enfrentarmos, como Ele mesmo prometeu: "Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo." (Mt 28,20).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 5 de abril de 2026

Cristo ressuscitou, aleluia! Venceu a morte com amor...


 Homilia do Domingo da Ressurreição do Senhor (Jo 20,1-9)(05/04/26)


1. Caríssimos, se olharmos no íntimo de nossas almas, por mais frágeis que sejamos, e mesmo nos sentindo mortais, não acreditamos na morte, mas, na vida eterna que recebemos no batismo como nos ensinou são Paulo: "Ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova." (Rm 6,3-4).

2. E continua ele: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra. Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com ele na glória." (Cl 3,1-4).

3. Comentando o Evangelho da ressurreição do Senhor, disse o Papa Bento XVI: "A morte e ressurreição do Verbo de Deus encarnado é um evento de amor insuperável, é a vitória do Amor que nos libertou da escravidão do pecado e da morte. Ele mudou o curso da história, infundindo um significado e valor indeléveis e renovados na vida do homem, proclamar que desejamos permanecer para sempre com Deus, nosso Pai infinitamente bom e misericordioso. Entramos assim nas profundezas do mistério pascal.

4. Que ninguém feche o coração à onipotência desse amor redentor! Jesus Cristo morreu e ressuscitou por todos: Ele é a nossa esperança! Verdadeira esperança para cada ser humano. Hoje, como fez com os seus discípulos na Galileia antes de regressar ao Pai, também Jesus ressuscitado envia-nos a todos os lugares como testemunhas da sua esperança e assegura-nos: Eu estou convosco sempre, todos os dias, até ao fim do mundo (cf. Mt 28, 20).  

5. Fixando o olhar da alma nas chagas gloriosas do seu corpo transfigurado, podemos compreender o sentido e o valor do sofrimento, podemos aliviar as muitas chagas que continuam a sangrar a humanidade ainda nos nossos dias. Nas suas chagas gloriosas reconhecemos os sinais indeléveis da infinita misericórdia do Deus de quem fala o profeta: 

6. Ele é quem cura as feridas dos corações partidos, que defende os fracos e proclama a liberdade dos escravos, que conforta todos os aflitos e distribui o seu óleo de alegria em vez de pranto; um cântico de louvor em vez de um coração triste (cf. Is 61,1.2.3).  

7. Se nos aproximarmos dele com humilde confiança, encontramos em seu olhar a resposta ao anseio mais profundo de nosso coração: conhecer Deus e entrar em uma relação vital com ele, que enche nossa existência e nossas relações interpessoais e sociais com seu próprio amor. Por isso, a humanidade precisa de Cristo: nele, nossa esperança, "fomos salvos" (cf. Rm 8,24). (Bento XVI - Mensagem Urbi et Orbi, 23/3/2008)

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 4 de abril de 2026

Iluminados pela Luz de Cristo ressuscitado...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA SÁBADO SANTO (Mt 28,1-10)(04/04/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, meditemos com atenção estas palavras do saudoso Papa Francisco, sobre o Sábado de aleluia: "O Sábado Santo é o dia no qual a Igreja contempla o «repouso» de Cristo no túmulo depois do combate vitorioso da cruz.
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2. Neste dia a Igreja, identifica-se mais uma vez com Maria: toda a sua fé está reunida nela, a primeira e perfeita discípula, a primeira e perfeita crente. Na obscuridade que envolve a criação, ela permanece sozinha a manter acesa a chama da fé, esperando contra toda esperança (cf. Rm 4, 18) na Ressurreição de Jesus."
3. São Boaventura assim também discorreu sobre este dia: "Na aurora do terceiro dia do repouso sagrado do Senhor no sepulcro, o poder e a sabedoria de Deus, Cristo, tendo abatido o autor da morte, triunfou da própria morte, abriu-nos o acesso à eternidade e ressuscitou de entre os mortos pelo seu poder divino, para nos indicar os caminhos da Vida. Iluminou a nossa fé com provas e elevou a nossa esperança com promessas, para finalmente inflamar o nosso amor com dons celestes."

4. E também são Cromácio de Aquileia (séc. IV): "Esta noite merece bem o seu nome: vigília do Senhor, porque o Senhor acordou vivo para que nós não ficássemos adormecidos na morte. Com efeito, Ele sofreu por nós o sono da morte, pelo mistério da sua Paixão; mas esse sono do Senhor tornou-se a vigília do mundo inteiro, porque a morte de Cristo afastou para longe de nós o sono da morte eterna. 

5. Ele próprio o declara pelo profeta: «Então, despertei e reparei quão doce tinha sido o meu sono!» (Sl 3,6; Jr 31,26). Esse sono de Cristo, que nos chamou da amargura da morte para nos levar à doçura da vida, não pode deixar de ser doce."

6. Com efeito, viver num mundo barulhento como o nosso e se deixar contaminar por ele, é perder o essencial que gera a paz interior de que tanto precisamos, ou seja, o silêncio sagrando, nele nos deleitamos com o Senhor num colóquio ardente, numa linguagem única que só quem a usa conhece perfeitamente, porque são conduzidos pelo Espírito Santo.
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7. Portanto, caríssimos, deixemos o mundo e os seus esquemas barulhentos e confusos; usemos de profundo silêncio em nossa mente para apagarmos os dardos inflamados dos pensamentos vãos, desordenados e estranhos; e assim, encontrarmos o Senhor na quietude de nossas almas iluminadas pela Sua Divina Presença.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.

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