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terça-feira, 5 de maio de 2026

O sentido do sofrimento do inocente, é paz definitiva...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 14,27-31a)(05/05/26)

1. Caríssimos, se tem algo que evitamos ao máximo é o sofrimento, e isso ocorre porque Deus nos criou para sermos felizes e não para sofrer; mas, por que sofremos?Por causa do pecado; e o único poder que o apaga se encontra na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, fora dele nada o pode apagar. 

2. Desse modo, compreendemos que no sofrimento do inocente Filho de Deus existe o poder invencível que anula o poder de todos os inimigos visíveis e invisíveis, e nos dá a salvação eterna, como nos ensina a Carta aos Hebreus: "Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve. E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem (Hb 5,8-9). 

3. Com efeito, o sofrimento advindo do pecado é inevitável, mas, o superamos e vencemos pela graça de Cristo que age em nossas almas nos libertando dos nossos pecados e de todo mal. São Paulo assim se expressa a respeito do sentido do sofrimento: "É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”. (At 14, 22). 

4. E na Carta aos Romanos ele escreveu: "Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada." (Rm 8,18).

5. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus nos fala da sua paz que é a única paz verdadeira: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração." (Jo 14,27). Ou seja, a paz do mundo depende da força das armas e dos que detém o poder temporal; enquanto que a Paz de Cristo é fruto do seu amor e do seu sacrifício de cruz pelo qual nos deu a paz definitiva.

6. Portanto, caríssimos, escutemos com atenção o que nos diz Senhor no sermão da montanha: "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!

7. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós." (Mt 5,9-12).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

Nós somos morada da Santíssima Trinidade...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 14,21-26)(04/05/26)

1. Caríssimos, existem duas dimensões nas quais estamos, a natural e a sobrenatural; a primeira depende da segunda diretamente porque é envolvida por ela, todavia, é a fé que nos faz adentrar na dimensão eterna pela graça que nos é dada por Deus para vivermos em comunhão com Ele e entre nós e assim sermos plenamente felizes, pois, a nossa felicidade não é deste mundo, mas do céu.

2. Esta liturgia de hoje nos revela que o Senhor Jesus, foi enviado pelo Deus Pai para nos dar o Espírito Santo, Paráclito (defensor), para nos livrar das insídias do maligno; e nos fazer viver em constante comunhão com a Santíssima Trindade. Ou seja, nós somos morada de Deus, Uno e Trino, neste mundo. 

3. Comentando esse Evangelho, disse o saudoso Papa Bento XVI: "É o próprio Jesus quem promete que vai orar ao Pai para enviar aos seus seguidores o Espírito, definido como “outro Paráclito”, isto é, advogado de defesa (cf. Jo 14,16). De fato, o primeiro Paráclito é o Filho encarnado, que veio defender o homem do acusador por excelência, que é Satanás. 

4. Quando Cristo, tendo cumprido a sua missão, volta ao Pai, envia o Espírito, como Defensor e Consolador, para que permaneça para sempre habitando em nós que Nele acreditamos. Assim, graças à mediação do Filho e do Espírito Santo, estabelece-se uma íntima relação de reciprocidade entre Deus Pai e os discípulos: "Eu estou no Pai e vós em mim e eu em vós", diz Jesus (Jo 14, 20). 

5. Tudo isso, porém, depende de uma condição que Cristo coloca claramente no início: "Se me amais" (Jo 14,15), e que ele repete no final: "Quem me ama será amado por meu Pai e eu também o amarei e manifestar-me-ei a ele”. (Jo 14,21). 

6. Sem o amor a Jesus, que se dá na observância de seus mandamentos, a pessoa se exclui do movimento trinitário e começa a se voltar para si mesma, perdendo a capacidade de receber e comunicar Deus." (Bento XVI - Ordenações sacerdotais, (27/4/08).

7. Portanto, caríssimos, se pensamos que estamos sozinhos neste mundo enganamo-nos a nós mesmos, pois, estamos sempre acompanhados por Deus que nos ama eternamente e quer ser amado por nós para vivermos em perfeita comunhão com Ele por seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, na graça do Espírito Santo.

8. Destarte, o Senhor Jesus nos pede apenas a observância da sua Palavra, porque sem ela nos tornamos presas fáceis do inimigo de nossas almas. Decerto, amar o Senhor Jesus é obedece-lo e isso nos faz morada da Santíssima Trindade sinal de que a nossa alma é eterna.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

domingo, 3 de maio de 2026

Como será a nossa eternidade?

 Homilia do 5°Dom da Páscoa (Jo 14,1-12)(03/05/26)

1. Caríssimos, a salvação que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo, é plena e sem dúvida alguma a experimentamos em todos os sentidos de nossa vida; todavia, não podemos esquecer que estamos a caminho da eternidade, e por isso, precisamos trabalhar com afinco para crescermos na graça, no conhecimento e na sabedoria do Espírito Santo que nos qualifica para entrarmos no Reino dos Céus.

2. Na primeira leitura de hoje, a comunidade de Jerusalém começa a sentir as primeiras dificuldades com relação ao convívio entre judeus e pagãos convertidos, foi preciso a intervenção dos Apóstolos para se chegar à um consenso. Por esse exemplo, vemos que depois da conversão eles sentiram dificuldades para manterem a unidade na vivência da fé e na partilha dos bens.

3. No Evangelho de hoje, vimos que também os Apóstolos tinham suas dúvidas, porque para eles a linguagem de Jesus os surpreendia sempre e como não compreendiam, restava-lhes perguntar. Jesus, porém, pacientemente lhes respondia e suas respostas podia até não caber em suas mentes, mas preenchiam seus corações de tal modo que cada vez mais aderiam a Ele.

4. Ora, não tem como separar a fé da nossa prática de vida, pois, como está escrito: "O justo vive por sua fidelidade." (Hab 2,4). Assim, a nossa relação com o próximo depende da nossa relação com o Senhor Jesus, sem isso não tem como pôr em prática as virtudes que nos une, como nos ensina são Paulo: "Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem.

5. Não contristeis o Espírito Santo de Deus, com o qual estais selados para o dia da Redenção. Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia. Antes, sede uns com os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou, em Cristo." (Ef 4,29-32). 

6. Portanto, caríssimos, sigamos humildemente este outro conselho de são Paulo a respeito do nosso crescimento no seguimento do Senhor Jesus: "Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, completai a minha alegria, permanecendo unidos.

7. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses, mas sim os dos outros." (Fil 2,1-4). 

8. Destarte, se desejamos o céu precisamos vive-lo a cada instante; a graça é de Deus, mas pô-la em prática, cabe a nós. Não pensemos que a eternidade é um acontecimento futuro, na verdade, nós a estamos vivendo a cada momento, porque para Deus tudo é eterno, e se não vivermos para Ele desde já, como será a nossa eternidade? 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 2 de maio de 2026

O grande privilégio de anunciar Cristo ressuscitado...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 14,7-14)(02/05/26)

1. Caríssimos, a graça que temos da parte de Deus, nosso Pai celestial, por meio do Espírito Santo para anunciarmos nosso Senhor Jesus Cristo visivelmente presente nos Sacramentos e claramente audível em sua Palavra, não se compara a nenhum outro anúncio que os homens façam. 

2. No entanto, nem sempre seremos escutados, e no mais das vezes seremos perseguidos e quem sabe até mortos por causa do Nome de Cristo, como vimos acontecer na primeira leitura com Paulo e Barnabé que sofreram perseguição por causa do nome do Senhor. 

3. Mas, por que isso acontece se anunciamos Jesus ressuscitado como salvador da humanidade? Ora, precisamos compreender que aqueles que estão comprometidos com o maligno não aceitam a Palavra da verdade que os leva à conversão e a salvação de suas almas.

4. De fato, isso acontece porque o inimigo que os domina não lhes permite; todavia, é preciso a perseverança dos santos para resistir a tais ações maléficas, e assim anunciar o Senhor Jesus com intrepidez a todos que estão destinados à salvação. Como vemos neste relato: "Todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé. Desse modo, a Palavra do Senhor espalhava-se por toda a região. (At 16,48b-49).

5. Todavia, qual é a nossa atitude frente a estes opositores? É a mesma de Paulo e Barnabé, que seguiram o conselho do Senhor: "Se vos perseguirem numa cidade, fugi para uma outra. Pois, o discípulo não é mais que o mestre, o servidor não é mais que o patrão. 

6. Basta ao discípulo ser tratado como seu mestre, e ao servidor como seu patrão. Se chamaram de Beelzebul ao pai de família, quanto mais o farão às pessoas de sua casa!" (Mt 10,23a-25). E foi isso o que fizeram Paulo e Barnabé: "Então os apóstolos sacudiram contra eles a poeira dos pés, e foram para a cidade de Icônio." (At 16,51).

7. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus nos dá a garantia de que por sermos seus discípulos faremos obras maiores ainda que as suas, escutemo-lo: "Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. 

8. Pois eu vou para o Pai, e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei." (Jo 14,12-14). E continua Ele: "As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras." (Jo 14,10b). Palavra da salvação. Glória a vós Senhor.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Todos nós que aqui estamos trabalhamos para que venha o Reino de Deus...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 14,1-6)(01/05/26)

1. Caríssimos, com a promessa da vida eterna impressa em nossas almas quando do nosso batismo, pois, por ele ressuscitamos com Cristo (cf. Rm 6,4); pela graça do Espírito Santo nos tornamos portadores da grandíssima esperança de contemplar a Deus face a face na Sua Glória eterna. 

2. Ora, o que seria de nós sem essa santa esperança? Certamente viveríamos somente para a morte, onde tudo volta ao nada, ao pó que somos por nós mesmos. Digo isso porque vivemos num mundo onde o pecado está destruindo toda grandeza, toda beleza e tudo de bom que de Deus recebemos neste mundo para sermos felizes e vivermos em paz.

3. No Evangelho de hoje o Senhor Jesus exorta seus discípulos ensinando que a sua presença em nosso meio é a certeza do cumprimento de suas promessas: "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. 

4. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais." (Jo 14,1-3). Ou seja, quão confiantes devemos viver em comunhão com o Senhor para vermos realizar-se o que Ele nos prometeu. 

5. Portanto, caríssimos, não podemos perder o Senhor Jesus de vista, pelo contrário, aumentemos a nossa convivência com Ele pela oração, pela vivência dos Sacramentos, pela comunhão fraterna, pela prática dos santos mandamentos e das boas ações, pois sem esse convívio salutar a vida perde todo sentido de ser. 

6. Destarte, façamos destas palavras de são Paulo o nosso modo de ser um só em Cristo Jesus: "Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem. Amai-vos mutuamente com afeição terna e fraternal. Adiantai-vos em honrar uns aos outros. Não relaxeis o vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor." (Rm 12,9-11).

7. Por fim, a Santa Igreja hoje recorda a memória de São José operário patrono de todos os trabalhadores que ganham o pão de cada dia com o suor do seu resto, ele que foi um exímio carpinteiro que com seu trabalho diário sustentou a Sagrada Família de Nazaré. São José operário, rogai por nós.

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O sentido do discipulado de Cristo é o serviço...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 13,16-20)(30/04/26)

1. Caríssimos, somos agentes diretos da palavra, seja ela falada, escutada, escrita, lida, posta em prática ou não. Com efeito, Deus criou todas as coisas por Sua Divina Palavra, o Seu Verbo Eterno, Jesus Cristo, como escreveu são João no prólogo do seu Evangelho: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito." (Jo 1,1.3).

2. De fato, a Palavra é o fundamento da vida. Por isso, podemos plenamente afirmar: "somos Palavras de Deus realizadas." No entanto, por vivermos num mundo onde a mentira tornou-se a palavra da vez, isso, faz da verdade sua primeira vítima, sacrificada a cada instante que alguém abre a boca para mentir.

3. Na liturgia de hoje a Palavra é o agente principal e a verdade que a conduz é sua autêntica identidade; por isso, quem a vive realiza em todos os sentidos a vontade salvífica de Deus. Na primeira leitura, Paulo, Barnabé e os outros discípulos proclamam o Santo Evangelho de nosso Senhor, Jesus Cristo, gerando de imediato uma grande alegria naqueles que se converteram e foram salvos.

4. No Evangelho de hoje, vemos que todos os gestos do Senhor Jesus são uma nítida expressão da Sua Divina Palavra e fonte de santidade para os que a ouvem com reta intenção. Desse modo, a Sua relação com os discípulos passa do gesto à Palavra, isto é, do exemplo do Mestre que se faz discípulo, revelando com isso, que o verdadeiro sentido do discipulado é o serviço.

5. Portanto, caríssimos, que a nossa boca só se abra para falar a verdade baseada no exemplo de obediência e humildade de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como nos ensinou São Paulo: "Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai." (Cl 3,17).

6. "Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis, como recompensa, a herança das mãos do Senhor. Servi a Cristo, Senhor." (Col 3,23-24). Ou seja, o nosso ser e estar no mundo nada mais é do que uma expressão do nosso serviço a Cristo e ao seu Reino. Em outras palavras, somos servos e servas do Rei Jesus. Que grande honra a nossa! 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A volta ao estado de graça...

 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 12,44-50)(29/04/26)

1. Caríssimos irmãos e irmãs, uma das consequências do pecado mortal na alma de quem o comete é a perda da graça santificante e da comunhão com Deus; a partir daí tal pessoa não tem mais sossego, porque perde o poder do livre arbítrio, e em tudo o que faz, sofre a influência do maligno para que não volte a ter comunhão com o Senhor. 

2. Todavia, não é a vontade do mal que prevalece, pois toda alma carrega em si o dom do arrependimento que consiste no reconhecimento dos pecados praticados para confessá-los. De fato, o arrependimento é a porta de entrada do perdão e da misericórdia de Deus que purifica alma arrependida libertando-a da influência do maligno por meio do Sacramento da Penitência.

3. No Evangelho de hoje vemos que o Senhor Jesus foi enviado pelo Pai para nos restituir o perfeito estado de graça, ou seja, a perfeita comunhão com Deus, que os nossos primeiros pais perderam com o pecado que cometeram nos transmitindo essa perda. 

4. Ora, como em toda missão profética, o Senhor Jesus pagou com a própria vida, o alto preço da nossa salvação. Comentando esse seu sacrifício assim se expressou o saudoso, Papa Francisco: "Vivendo a missão que lhe foi confiada pelo Pai, Jesus sabia bem que devia enfrentar o cansaço, a rejeição, a perseguição e a derrota. Um preço que, tanto ontem como hoje, a profecia autêntica é chamada a pagar.

5. Sem duvida, também hoje, o mundo tem necessidade de ver nos discípulos do Senhor, profetas, ou seja, pessoas corajosas e perseverantes em responder à vocação cristã. Certos de que seguem o Mestre no seu propósito de dar a vida por suas ovelhas. 

6. Ou seja, são "pessoas que seguem o "impulso" do Espírito Santo, que as envia para anunciar esperança e salvação aos pobres e aos excluídos; pessoas que seguem a lógica da fé e não do miraculismo; pessoas dedicadas ao serviço de todos, sem privilégios nem exclusões." (Papa Francisco, Angelus, 03/02/19).

7. Destarte, peçamos ao Senhor Jesus a graça de sermos fiéis à ação do Espírito Santo, para que, purificados por Sua Divina Misericórdia e fortalecidos por Sua Palavra, sejamos testemunhas vivas da sua ressurreição, a fim de que muitas almas alcancem a salvação eterna no Reino dos céus. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv. 

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