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segunda-feira, 20 de maio de 2013
PORQUE TUDO TEM FIM, MENOS A VIDA EM DEUS...
PORQUE TUDO TEM FIM, MENOS A VIDA EM DEUS...
Senhor, onde posso te encontrar?
Como posso te encontrar e permanecer contigo sempre?
Pois tudo o que vejo da obra de tuas mãos é beleza, sutileza...
Natureza delicada, esplendida perfeição...
E procuro ver frente e verso, o começo e o fim de tudo...
Infelizmente os descrentes só veem o inverso...
Por isso nada proclamam da fé em Ti;
Todavia, proclamam de si mesmos suas descrenças...
Desavenças de egos perniciosos que diante de tuas evidências
Negam o óbvio que sua cegueira espiritual não lhes deixa enxergar...
Senhor, aqui estou para viver do teu amor...
Por isso, Te peço humildemente:
faz-me transparência de tua vontade,
Verdade que nos sustenta...
E nos traz a evidência de que estás conosco aqui...
Às vezes fico pensando, “cá com meus botões”...
Recebemos tanto de Ti e Te damos tão pouco...
Creio que seja por isso, que muitos não te reconhecem,
porque ficaram irreconhecíveis em seu trato com a vida...
Pois quem vive para Ti, já começa a experimentar aqui que a vida é eterna...
Mas, quem vive para si, cai no precipício do eu sem Deus...
Sem horizonte, sem esperança,
sem perspectiva de vida, sem nada...
Entre nós, ninguém tem o domínio de tudo, só Deus...
E não tem como negar isto...
Pois, por mais poder que alguém tenha, um dia o perderá...
E ficará só, sem nenhum referencial da existência,
porque tudo tem fim...
Menos a vida em Deus...
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria, OFMConv.
segunda-feira, 25 de março de 2013
SER, VIVER E FAZER, EIS A QUESTÃO...

SER, VIVER E FAZER, EIS A QUESTÃO...
Para nós que cremos e naturalmente aqui estamos, a vida é um lindo presente de Deus, mas também um constante aprendizado, seja no campo das ciências naturais, comportamentais, tecnológicas; seja ainda no campo das ciências teológicas. Apesar de toda inteligência e capacidades que Deus, nosso Criador, nos concedeu, ainda assim precisamos das evidências necessárias para constatarmos a veracidade de nossas descobertas e crenças.
Sem dúvida alguma, vivemos envoltos pelos sublimes mistérios de Deus, do homem e de todas as coisas existentes. Às vezes temos respostas intelectuais para tudo, menos para nossa vida pessoal e o que se sucede após o seu término. Pois, por mais que a razão humana chegue às conclusões óbvias sobre o que indaga, quase sempre esbarra no limite de sua finitude, com exceção da fé que nos faz ver e entender muito além de nossa razão obscura.
Nem tudo cabe no entendimento humano. Por mais explicações e evidências que tenhamos, ainda assim ficamos sem respostas para a vida e para quase tudo que a cerca. Isto acontece talvez pela falta de humildade e de fé do homem de não querer admitir a presença evidente de Deus na criação e mais diretamente em nosso viver, “porque é em Deus que nós vivemos, nos movemos e somos”, mesmo que os incrédulos e malfeitores não admitam isso. De fato, precisamos do dom da fé para nos atermos seguros de nossas convicções e assim convivermos com o Senhor e nos deixar conduzir por Ele, que nos ama e quer permanecer conosco numa profunda e constante comunhão de amor.
Então, quais os meios e evidências que Deus nos dá para isto? A primeira evidência somos nós mesmos e a própria obra da criação, porque somente em Deus nos sentimos seguros, visto que, fora de Deus nada nos sustenta nem mesmo os conhecimentos e as descobertas mais relevantes, porque com a morte tudo se esvai. A segunda e mais importante evidência é a vinda de Jesus Cristo, Seu Filho amado, ao seio de nossa humanidade como um de nós, conforme nos ensinou São Paulo: “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção filial. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus”. (Gal 4,4-7).
Então, o que precisamos fazer para termos a vida eternamente? Interessante essa pergunta, porque certa feita um jovem também a fez a Jesus, como lemos no Evangelho de São Mateus 19,16-22: em tal ocasião o Senhor recomendou àquele jovem que obedecesse aos santos mandamentos da Lei de Deus, ao que o jovem respondeu que já o fazia desde a mais tenra idade, porém, sentindo que ainda lhe faltava alguma coisa, perguntou ele a Jesus: “Que me falta ainda?”; e obteve como resposta: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Ouvindo essas palavras, o jovem foi embora muito triste, porque possuía muitos bens”.
E nós, o que precisamos também para seguir Jesus e termos a vida eterna Nele? Como ouvimos acima, precisamos obedecer aos santos mandamentos e fazer o bem para o qual fomos criados, sem acumularmos nada, pois, foi isto o que nos ensinou São Paulo:”Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade, porém quando acompanhada de espírito de desprendimento. Porque nada trouxemos ao mundo, como tampouco nada poderemos levar. Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto. Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições. Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e procura com todo empenho a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. Combate o bom combate da fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado”. (1Tim 6,6-12).
Portanto, obedeçamos e façamos o bem, e não nos preocupemos se alguém nos criticar por fazermos tão pouco, o importante é que o nosso fazer seja um fazer para Deus. Agir e reagir são ações que dependem de cada situação; às vezes por medo, omissão ou culpa nos abstemos de fazer o bem que cada situação de nossa vida nos pede, porém, quando conscientes de nossa inocência não temos nenhum medo de fazê-lo, porque Deus que é o Senhor de nossa vida, se faz presente em nossa inocência e é o primeiro a nos incentivar a fazer tal bem que Ele mesmo nos dá a viver e realizar, como escreveu São Paulo: “Porque é Deus quem, segundo o seu beneplácito, realiza em vós o querer e o executar”. E ainda: “Somos obras suas, criados em Jesus Cristo para as boas ações, que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos”. (Fil 2,13; Ef 2,10).
Destarte, faz jus que nos perguntemos: em quem vivemos centrados? Qual é o fundamento de nossa vida e nossas ações? Se estamos centrados em Deus, por meio do Seu Filho, Jesus Cristo, precisamos gozar de sua intimidade para que nossas ações sejam agradáveis a Ele que fundamenta a nossa vida, nosso existir. Porque quando nos encontramos em Cristo e permanecemos nele, só vamos aonde ele nos conduz, e a partir dessa singela condução, começamos a experimentar o céu que ele mesmo preparou para aqueles que o amam (cf. Jo 14,1ss). Porque, tudo o que começa em Deus, cresce e permanece Nele; tudo o que começa sem Deus, não perdura por muito tempo, porque o fruto da não presença de Deus é sinônimo de aborrecimento estéril e confuso, culminando com a morte injuriosa, sem mérito algum. É como está escrito no Salmo primeiro: “Porque o Senhor vela pelo caminho dos justos, ao passo que o dos ímpios leva à perdição”. (Sl 1,6).
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria, OFMConv.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
É AQUI QUE DEFINIMOS O DEVIR...
É AQUI QUE DEFINIMOS O DEVIR...
Essa dor dói demais, a dor da queda humana...
A dor de ver Deus não amado por suas criaturas...
A dor de ver o mal agir como se pudesse fazer isso...
A dor da impotência diante de tantas almas perdidas...
A dor doída, a dor da vida que se esvai sem sentido algum...
Ó homens todos, por que tão tolos em sua grande maioria?
Será que não discernem bondade de maldade?
Será que não percebem pelos efeitos os dejetos dos vícios?
Será que não experimentam o resultado maléfico de seus desvarios?
Será que são tão cegos assim? E como fica o devir?
Por que será que trocam o valor eterno da honestidade pela podridão da corrupção?
Não é porque deixam de fazer o que é verdadeiro e decidem pelo erro, pela mentira, mesmo sabendo que estão atentando contra a verdade?
Por que será que juram inocência mesmo diante das evidências que lhes desmascaram?
Não é porque têm aqueles que advogam com falácias seus abusos indefensáveis e a justiça não os pune, só porque são advogados?
Por que será? Quem está por trás de tamanhas injustiças?
Por que se dão às drogas entorpecentes e outros vícios abomináveis e não à paz das virtudes que Deus pôs em todos os corações?
Por que optam pelo ódio e não pelo amor?
Por que deixam a fé pela incredulidade?
Por que semeiam a discórdia, a divisão e não a compreensão e a solidariedade?
Por que deixam de se entregar a Deus pelas virtudes da obediência, da piedade, da penitência...; para se entregarem ao mal por toda espécie de comportamentos estúpidos, esdrúxulos, pervertidos?
Por que visam só os bens materiais; mesmo diante da fragilidade temporal que os fará sucumbir?
Por que não visam os bens eternos, um vez que nossas almas são imortais?
Oh! Quanta dor, Senhor, por se apartarem de Ti por nada...
Porque, o que há de bom fora de Deus? Nada...
Neste mundo, tudo sem Deus é insatisfação...
Eis a razão de tanta miséria, de tanta histeria, maldade, infelicidade, morte...
Ora, Deus é eterno e tudo cria para a eternidade...
Tudo o que existe, existe em função da eternidade...
Caso não vivamos essa verdade, tudo perde o sentido, até mesmo a morte...
Pois, por ela, vamos ao encontro definitivo do Senhor, no dia eterno, por isso, nada fica parado...
Porque tudo tem um fim atemporal mesmo que esteja ainda no tempo...
Porque é o tempo, com suas leis e movimentos recebidos de Deus, que nos leva para Deus...
Portanto, chegou o tempo de passar a limpo essa nossa humanidade...
A verdade, todos já conhecem, pois independentemente de Religião, raça, cor, seja lá o que for, Deus no-la revelou, quer naturalmente por suas obras, quer pela vinda de Seu Filho, Jesus Cristo...
“Pois, quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção”. (Gl 4,4-5).
“Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.
Ele nos manifestou o misterioso desígnio de sua vontade, que em sua benevolência formara desde sempre, para realizá-lo na plenitude dos tempos - desígnio de reunir em Cristo todas as coisas, as que estão nos céus e as que estão na terra”. (Ef 1,7-10).
Assim, ante a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus,
nenhuma criatura, humana ou angélica, poderá justificar-se ou ponderar de que não conheceu a Verdade tal qual ela É...
“Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus”.
“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más.
Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz.
Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”.
(Jo 3,16-21).
Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.
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