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sábado, 14 de setembro de 2019
QUEM PODERIA IMAGINAR QUE SERIA ASSIM?
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 3,13-17)(14/9/19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, todos nós que aqui vivemos nada mais esperávamos que a morte, ela que a todo momento abate cada vivente de quem funestamente se aproxima; ó morte, cruel, impiedosa, insana, sem misericórdia, de quem nenhum ser vivente pode escapar senão somente por Deus, que nos enviou o Seu Filho único para banir-te para sempre por sua própria morte de cruz.
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De fato, Jesus, o Senhor de toda a Criação, que tem todo poder sobre o céu e sobre a terra, quis se deixar abater como se fosse um simples mortal; todavia, em contra partida, deu-nos a vida eterna por sua ressurreição. Ora, quem poderia imaginar que assim seria? Pois, aquela que parecia invensível, foi abatida quando o abateu, isto é, bebeu do próprio veneno, tornado-se Páscoa para aqueles que Ele salva e por sua infinita misericórdia os conduz à sua glória.
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Santa Gertrudes se dirigindo a Deus Pai contemplando o Seu Filho crucificado, assim rezou: "Ó Sabedoria, que despojas o Rei da glória, fazendo dele um espetáculo de desprezo. Fazes depender do cadafalso o resgate do mundo. Só tu pesas e aprecias o valor deste mistério, que paga a dívida de toda a prevaricação. Tu elevas Aquele que é a vida de todos, a fim de que, atraindo-os a Ele na sua morte (cf Jo 12,32), Ele a todos vivifique.
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Ó Amor sapiente! Que curativo utilizas para curar a ferida de todos! Ó amor, a tua prudência vem em socorro daqueles que estavam perdidos. Tu condenas o Justo a fim de salvar o infeliz culpado. Ó Amor sapiente, a tua sentença é a cura dos infelizes. Tu defendes a causa da paz. Tu exerces a misericórdia que intercede por nós. Tu, em desígnio prudente, acorres à angústia de todos pela vontade benevolente da tua clemência. Tu pões fim à universal miséria pela obra gloriosa da tua Divina Misericórdia."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
NÃO JULGUEIS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 6,39-42)(13/9/19)
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Caríssimos, no Evangelho de São João, escutamos o Senhor dizer: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." Ora, seguir o Senhor fielmente nesta vida é a maior dádiva que Dele recebemos. Todavia, precisamos nos inteirar que só à Ele foi dado todo poder sobre o céu e sobre a terra e somente Ele julgará os vivos e os mortos no último dia; cabe a nós conservar o santo temor e evitar todo tipo de pecado, especialmente o de julgar e condenar os nossos irmãos e irmãs.
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Aliás, na sua Carta aos Romanos, São Paulo nos exorta: "Assim, és inescusável, ó homem, quem quer que sejas, que te arvoras em juiz. Naquilo que julgas a outrem, a ti mesmo te condenas; pois tu, que julgas, fazes as mesmas coisas que eles." Também São Tiago falando a respeito desse terrível pecado, escreveu: "Falai, pois, de tal modo e de tal modo procedei, como se estivésseis para ser julgados pela lei da liberdade. Haverá juízo sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o julgamento."
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No Evangelho de hoje Jesus usa duras palavras para com aqueles que vivem espionando a vida dos outros esquecendo que são tão humanos e pecadores quanto àqueles de quem se fazem juízes. Diz o Senhor: "Por que vês tu o cisco no olho do teu irmão, e não percebes a trave que há no teu próprio olho? Como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tu não vês a trave no teu próprio olho? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho, e então poderás enxergar bem para tirar o cisco do olho do teu irmão."
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Portanto, caríssimos, quem só vive para enchergar os pecados dos outros, julga-los, critica-los e condena-los; outra coisa não carrega na alma senão os próprios pecados que julgaram. Destarte, a correção fraterna existe e faz um bem enorme, porém, somente quando a verdade que dizemos àqueles que corrigimos não são acusações ou falta de caridade, mas desejo de santidade e justiça para que se corrijam e vivam em estado de graça.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
AMAI VOSSOS INIMIGOS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 6,27-38)(12/9/19)
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Caríssimos, a fé é o dom por excelência da comunhão com Deus e entre nós; e isso só pode ser entendido à medida que a vivemos espiritualmente, pois ela está sempre acompanhada das virtudes que a fortalece, como nos ensinou São Paulo: "Irmãos, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós."
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De fato, a fé em Cristo nos leva à caridade perfeita à ponto de amarmos até mesmo àqueles que nos odeiam e nos perseguem por não concordarmos com suas ações perversas. Ainda na primeira leitura, São Paulo nos exorta à fazermos tudo por amor à Cristo, porque sem Ele nada podemos fazer. Disse ele: "Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai."
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Com efeito, a vida é uma prática constante e é dessa prática que resulta o nosso estado de alma. Ora, Deus nos criou para realizarmos a sua vontade e assim participarmos da sua glória eterna, isto significa que o nosso modo de viver é uma antecipação do que seremos na eteridade. Por isso, disse São Paulo: "Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis, como recompensa, a herança das mãos do Senhor. Servi a Cristo, Senhor."
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Portanto, caríssimos, assim como o Senhor Jesus fez em tudo a vontade do Pai, peçamos à Ele essa mesma graça para que vivendo em sua presença tenhamos a paz com todos e não sejamos confundidos no dia de sua vinda gloriosa; bem como nos ensinou São João: "E agora, filhinhos, permanecei em Cristo, para que, quando ele aparecer, tenhamos confiança e não sejamos confundidos por ele, na sua vinda."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
O PERFEITO ITINERÁRIO PARA ALCANÇARMOS A SANTIDADE...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA(Lc 6,20-26)(11/9/19)
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Caríssimos todo apego às coisas deste mundo é nefasto para as almas, e é exatamente por causa desse apego que a humanidade se encontra em constantes guerras fraticidas, isto porque os homens que assim procedem não pensam e nem agem conforme o amor de Deus, que à todos dá generosamente mais que o necessário para terem vida em abundância; mas pensam e agem conforme o egoísmo que os divide e os destrói.
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São Paulo inicia a primeira leitura de hoje com uma exortação que nos livra de todo apego às coisas deste mundo, diz ele: "Irmãos, se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. Quando Cristo, nossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória."
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Com efeito, ele ainda nos exorta que só é possível alcançarmos essa graça mediante a renúncia de todos os males que adveem dos apegos às coisas passageiras: "Portanto, [diz ele] fazei morrer o que em vós pertence à terra: imoralidade, impureza, paixão, maus desejos e a cobiça, que é idolatria. Tais coisas provocam a ira de Deus contra os que lhe resistem."
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No Evangelho de hoje Jesus nos aponta o perfeito itinerário para alcançarmos a santidade que tanto desejamos, ou seja, a perfeita comunhão com Ele, que nos dá a vida eterna. Ora, essa via de perfeição são as bem-aventuranças, que na verdade, são as provações pelas quais passamos por causa do Seu nome; todavia, elas atraem a sua misericórdia e o seu amor para conosco, pois as sofremos porque o amamos sobre todas as coisas e nos amamos uns aos outros como à nós mesmos.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
A ORAÇÃO É O ESPAÇO SAGRADO ONDE ENCONTRAMOS O NOSSO PAI CELESTIAL...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 6,12-19)(10/9/19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, a liturgia de hoje nos conduz à montanha, que é o espaço sagrado da oração aonde encontramos o Senhor e com Ele interagimos para que as nossas decisões sejam tomadas conforme a sua vontade; para isso Ele nos concede a sabedoria e o discernimento de que precisamos para que o testemunho de nossa fé seja perfeito em seu amor.
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Na primeira leitura de hoje, São Paulo nos ensina que o nosso relacionamento com Cristo ressuscitado é divinamente real assim como nos relacionamos entre nós; diz ele: "Irmãos, assim como aceitastes a Cristo Jesus como Senhor, assim continuai a guiar-vos por ele: enraizados nele e edificados sobre ele, apoiados na fé que vos foi ensinada, dando-lhe muitas ações de graças."
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Ora, mas, isso requer de nós muita atenção para não sermos enganados pelos pretensos fazedores de opiniões que por meio de sofirmas (falsos argumentos) tentam fazer discípulos para si; como bem nos alerta São Paulo: "Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo."
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Caríssimos, no Evangelho de hoje Jesus nos dá um profundo exemplo de sua intimidade com o Pai por meio da oração, para em seguida fazer a escolha dos Apóstolos, reza o texto: "Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos."
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Destarte, como vimos nessa passagem do Evangelho, em tudo o que o Senhor realizou, a oração sempre esteve presente; porque, de fato, ela é sempre um encontro com o Pai, que nos concede todas as graças que precisamos.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
UMA ALMA SEM MISERICÓRDIA, É UMA ALMA MORTA...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 6,6-11)(09/9/19)
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Caríssimos, em Cristo se encontram todas as graças e todas as bênçãos de Deus como vimos nesta primeira leitura e também no Evangelho de hoje. Todavia, precisamos acolhe-lo em nossas almas para usufruirmos de todos os benefícios de sua presença em nós, como bem testemunhou são Paulo, que tudo sofreu por amor a Cristo e àqueles a quem fora enviado, mas, nunca perdeu a paz ou a alegria de viver.
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Ora, aprendemos do Senhor (cf. Mt 12,33-37) que cada um só dá o que tem, e se o tem é porque de alguma maneira recebeu. Muitos por não entenderem isso, se deixam induzir facilmente pelas edeologias e suas apologias nesfastas, deixando entrar em suas almas o ranço terrível dos falsos juízos e da condenação dos outros, e com isso destroem a prática da verdadeira fraternidade.
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De fato, todo tipo de ideologia e suas apologias usam de justificativas para imprementar o pecado que se oculta nelas; porém, nada disso justifica os erros que tais apologistas cometem e querem que outros os cometam também, afinal que seria de suas ideologias sem a concordância de quem lhes dá atenção? Ora, tais ideologias e suas justificativas, não passam de meios escusos para se semear o pecado que assola a nossa humanidade levado muitos à perdição.
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Quando a Lei é esvaziada de sua misericórdia por aqueles que a professam, gera apologistas morais plenos de tramas perversas que atentam contra a vida de quem cumpre a Lei por amar àqueles a quem a Lei destina a sua misericórdia. Foi por causa das falsas interpretações e juízos de valor que os escribas e fariseus em coluio com os mestres da Lei, condenaram Jesus à morte de cruz.
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Portanto, tomemos cuidado para não cometermos tais erros, pois, quem muito condena os outros, se condena a si mesmo. Destarte, uma alma sem misericórdia é uma alma morta.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
domingo, 8 de setembro de 2019
TOMA A TUA CRUZ E SEGUE-ME...
Homilia do 23°Dom do tempo comum(Lc 14,25-33)(08/9/19)
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Caríssimos, não podemos amar a Deus sobre todas as coisas, se amamos o mundo e as suas concupicências; é exatamente isso o que nos diz São João na sua primeira carta: "Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo. O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente."
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Ora, quando São João se refere ao mundo e às suas concupicências, isso quer dizer que tudo o que não é segundo a Vontade de Deus, não passa de concupicências, ou seja, mentalidades e comportamentos fora dos propósitos divinos para a nossa salvação. São Paulo na Carta aos Romanos nos exorta: "Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito."
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Com efeito, o Evangelho de hoje trata das condições para sermos verdadeiros discípulos de Cristo; diz o Senhor: "Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo."
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"Mas o que é que Jesus pede aos seus discípulos de ontem e de hoje, com essas palavras? Será que Ele quer que desprezemos a nós mesmos e aos nossos familiares? Que nos dediquemos inteiramente a uma vida ascética? Que procuremos o sofrimento para agradar a Deus?
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Mais que isso: esta Palavra de Vida nos exorta a caminharmos nos seus passos, acolhendo os valores e as exigências do Evangelho para ficarmos cada vez mais semelhantes a Ele. E isso significa viver a vida em plenitude, integralmente, como Ele fez, mesmo quando no caminho aparece a sombra da cruz." (Focolares).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
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