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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

VENCENDO AS TENTAÇÕES...

PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 7,31-37)(10/02/23)

Caríssimos, a liturgia de hoje nos remete ao primeiro pecado que deu início à todas as tragédias que se sucederam e continua se sucedendo até o fim dos tempos. Como vimos na primeira leitura, o Senhor deu aos nossos primeiros pais a graça permanente da comunhão com Ele, por meio da obediência à sua Palavra, para não cairem nas ciladas do malígno. Infelizmente, desobedeceram e com isso se esconderam do Senhor, perdendo as graças que lhes havia concedido para evitarem o pecado e as suas terríveis consequências dentre elas a morte.

Com efeito, chamo a atenção para um detalhe de suma importância nesse episódio, que nos mantém em permanente comunhão com o Senhor; trata-se de nunca escutar a voz do maligno que fala por meio dos maus pensamentos que chegam à nossa mente; por isso, é fundamental nunca dialogar com eles nem lhes dar permissão, pois, é a mesma voz que enganou nossos primeiros pais e os induziu ao pecado.

Com efeito, o livre arbítrio é o poder que Deus nos deu para dizer sempre sim a Ele; e dizer sempre não ao maligno. Decerto, felizes são aqueles que mantém o diálogo com o Senhor e lhe obedece em tudo, como Ele nos ensinou: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação, pois embora o espírito esteja preparado a carne é fraca." (Mt 26,41). Ou seja, a carne são os desejos desordenados que o maligno usa para nos enganar.

O Evangelho de hoje trata dos sinais evidentes pelos quais o Senhor Jesus se nos revela e nos tira do isolamento que o pecado nos impõe, pois a cura do surdo mudo nada mais é do que a certeza de que o Senhor nos ama e jamais nos abandona mesmo quando caímos em tentações, bem como meditamos no Salmo 106: "Louvai o Senhor, porque ele é bom. Porque eterna é a sua misericórdia. Assim o dizem aqueles que o Senhor resgatou, aqueles que ele livrou das mãos do opressor."

Portanto, caríssimos, muitas vezes as circunstâncias e as situações adversas tenta nos tirar a capacidade de comunicação e comunhão com o Senhor e entre nós, mas isso somente quando cedemos às tentações que nos levam ao pecado, à perca da liberdade e da paz.

Todavia, quando recorremos à misericórdia do Senhor mediante o arrependimento e a confissão sacramental, Ele nos perdoa e nos concede novamente as graças que havíamos perdido com a nossa queda, pois Ele conhece muito bem a nossa fragilidade e sabe que sem a sua graça nada podemos por nós mesmos.

Oremos: "Senhor, Deus de bondade e misericórdia, que para perdoar aos homens e purificar os seus pecados sacrificastes o vosso Filho que não conheceu o pecado, vede o nosso coração humilhado e contrito, e pela vossa bondade purificai-nos de todos os pecados e renovai-nos na alegria e na força do Espírito Santo, para cantarmos a vossa justiça e anunciarmos os vossos louvores. Por Cristo, nosso Senhor." (Liturgia das Horas).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv. 
 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

TODOS QUANTOS O TOCAVAM, FICAVAM CURADOS...


 

Homilia do 5°Dom do Tempo Comum...


 Homilia do 5°Dom do Tempo Comum(Mt 5,13-16)(05/02/23)


Caríssimos, existe uma linguagem que todos podem entender e conhecer a sua fonte, trata-se das virtudes eternas que traduz o que somos e para quem vivemos, ou seja, trata-se da vivência da fé em Deus pela prática da sua Palavra que gera o bem estar e a salvação de todos, de modo que, um simples gesto de bondade comunica a graça recebida, doada a quantos precisam dela.

Na primeira leitura o Profeta Isaías com a sua exortação corretiva desmonta a prática aparente da fé, mostrando que Deus se faz presente no que realizamos em comunhão com Ele visando o bem do próximo: "Assim diz o Senhor: Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os pobres e peregrinos. Quando encontrares um nu, cobre-o, e não desprezes a tua carne." (Is 58,7). Ou seja, o bem que fazemos corrige as injustiças e faz triunfar a solidariedade e a caridade fraterna.

Na segunda leitura visando corrigir a comunidade de Corínto do pecado da opulência sóciocultural e econômica, Paulo apresenta-se, como ele mesmo disse, em total fraqueza para anunciar o mistério de Deus em Cristo crucificado: "Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana.

Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens." (1Cor 2,1-5). 

De fato, quem pensa salvar-se apegado aos volores passageiros e à pretensa sabedoria deste mundo, perde-se no abismo profundo do vazio existencial, porque aonde falta a graça de Cristo, falta o seu poder salvador que nos liberta do pecado e da falta de comunhão com a vontade de Deus, que nos salva de todo mal.

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus nos revela o quanto confia em nós que o seguimos, diz Ele: “Vós sois o sal da terra." Porém, nos adverte: "Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens." (Mt 5,13). 

Ou seja, a comunhão com o Senhor Jesus é autêntica e dá sabor a nossa vida à medida que fazemos a sua vontade em meio às tentações deste mundo, que infelizmente vive mergulhado no pecado.

E continua Ele: "Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”. (Mt 5,14-16).

Portanto, caríssimos, a nossa vida tem o mais sublime sabor quando vivida por amor a Deus no seguimento do seu Filho amado, nosso Senhor Jesus Cristo, que nos faz resplandecer a sua luz em meio as trevas deste mundo. 

Mas, atenção para não cairmos na tentação da autossuficiência; pois nenhuma criatura existe em si e por si mesma, por isso, a humildade nos ensina que o sabor das boas obras é quem dá sentido a nossa missão, e que a única luz que brilha em nossa vida é a Luz de Cristo, que disse: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida". (Jo 8,12).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

sábado, 4 de fevereiro de 2023

JESUS TEVE COMPAIXÃO PORQUE ERAM COMO OVELHAS SEM PASTOR...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,30-34)(04/02/23)


Caríssimos irmãos e irmãs, no Sacramento do batismo, recebemos de Deus a graça da participação no Seu Reino; por isso, temos como missão e empenho de toda a vida, vivermos a dimensão do Reino desde já, para isso Ele nos deu o Seu Santo Espírito e com ele todas as graças necessárias para vivermos como Igreja, isto é, Seu Corpo Místico, do qual Ele é a cabeça e nós somos os seus membros.

Na primeira leitura, tirada da Carta aos Hebreus, assim meditamos: "Irmãos, por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome. Não vos esqueçais das boas ações e da comunhão, pois estes são os sacrifícios que agradam a Deus." (Hb 13,15). Ou seja, o nosso modo de ser é fruto do amor de Deus em nós e entre nós; todavia, isso requer nossa entrega total e nossa disponibilidade para servi-lo em santidade e justiça todos os dias de nossa vida.

No Evangelho de hoje, o Senhor Jesus escuta o relato dos Apóstolos que retornaram da missão, percebe o cansaço que os domina e os chama para um lugar à parte aonde possam repousar; entretanto, a multidão os seguiu em busca das graças que necessitavam. O Senhor se compadeceu deles porque eram como ovelhas sem pastor e começou a ensinar-lhes muitas coisas. Isso significa que a Palavra de Deus traz em si todas as graças necessárias.

Portanto, caríssimos, mais do que nunca esse nosso mundo necessita da presença de Cristo e de sua mensagem para encontrar a verdadeira paz. Decerto, como batizados, somos os novos protagonistas desse anúncio; todavia, quem se dispõe a fazê-lo? Ou quem põe as mãos no arado sem olhar para trás? 

De uma coisa fiquemos certos, o Senhor Jesus cuida muito bem dos seus servos como vimos no Evangelho de hoje; porém, quem está disposto a servi-lo? A dizer sim, a dizer eis-me aqui?

Destarte, tudo é bom, belo, perfeito e verdadeiro segundo os critérios divinos, e assim permanece para sempre. Por isso, não destruamos com os nossos pecados a obra magnífica que Deus criou com tanto amor, pois, para constarmos no seu Testamento precisamos viver como seus filhos e filhas, caso contrário, perderemos, por negligência, a parte que nos cabe na sua herança eterna. 

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

PRECURSOR NA VIDA E NO MARTÍRIO...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,14-29)(03/02/23)


Caríssimos, temos consciência que o tempo nos foi dado para vivermos em comunhão com a vontade de Deus por meio do seu Filho amado, nosso Senhor Jesus Cristo? De fato, tantos buscam tantas coisas quando o único necessário para se viver em paz neste mundo é o seguimento de Cristo como o fez são João Batista.

Com efeito, para percebermos melhor a gradeza do precursor do Messias meditemos com a oração do prefácio do seu nascimento: "Senhor Pai Santo, Deus eterno e Onipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação,
dar-Vos graças sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor. 

Ao celebrarmos hoje a glória do Precursor, São João Batista, proclamado o maior entre os filhos dos homens, anunciamos as vossas maravilhas: antes de nascer, ele exultou de alegria, sentindo a presença do Salvador; quando veio ao mundo, muitos se alegraram pelo seu nascimento; foi ele, entre todos os profetas, que mostrou o Cordeiro que tira o pecado do mundo.

Nas águas do Jordão, ele batizou o Autor do batismo, e desde então a água viva tem poder de santificar os crentes; por fim, deu o mais belo testemunho de Cristo, derramando por Ele o seu sangue. Por isso, com os anjos e os santos no Céu, proclamamos na Terra a vossa glória, cantando a uma só voz: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do Universo!" (Prefácio da Natividade de São João Batista).

No Evangelho de hoje vemos que "João não tem medo dos juízos humanos, das perseguições, das calúnias nem da morte, pois, tem uma consciência clara de sua missão. A vida do Batista se resume na necessidade de obedecer a Deus antes que aos homens." (Bento XVI).

"Na linha dos profetas e de João Batista, Jesus anunciou, em sua pregação, o juízo do último dia. Serão então revelados a conduta de cada um e o segredo dos corações. Será também condenada a incredulidade culpada que fez pouco caso da graça oferecida por Deus". (Catecismo da Igreja Católica, n° 678).

Portanto, caríssimos, estamos indo para à eternidade, temos dois caminhos diante de nós com destinos totalmente opostos; o primeiro, é o caminho de Cristo, apontado por João Batista como o Messias, que nos conduz ao céu. O segundo seguido por Herodes, Herodiades, Salomé e os convivas de Herodes, é o caminho da lascívia, da falsa afirmação, do assassinato de inocentes, que conduz à perdição eterna.

E, por incrível que pareça, a todo instante somos movidos por nossas escolhas e decisões a seguir um desses dois caminhos. No entanto, para nós que fomos batizados nos foi dado seguir o caminho de Cristo, o mesmo seguido por João Batista, que ao perder a vida natural, por conta do pecado de Herodes, tornou-se também o precursor do Martírio do Senhor.

Destarte, que o Senhor tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna. Amém! Assim seja!

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

"EU SOU A LUZ DO MUNDO"...


 FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR (Lc 2,22-40)(02/02/23)


Caríssimos: “A Igreja hoje celebra a festa da Apresentação do Senhor após quarenta dias do Natal. Este acontecimento é narrado pelo evangelista Lucas no capítulo 2. No Oriente, a celebração desta festa remonta ao século IV e, desde o ano 450, é chamada "Festa do Encontro", porque Jesus “encontra” os sacerdotes do Templo, mas também Simeão e Ana, que representam o povo de Deus. Por volta de meados do século V, esta festa era celebrada também em Roma. Com o passar do tempo, foi acrescentada a esta festa a “bênção das velas”, recordando que Jesus é a "Luz dos Gentios". (Vatican News).  

Decerto, a apresentação do Senhor no Templo, é a perfeita doação de Jesus ao Pai por meio de sua Mãe, Maria Santíssima e de são José, seu pai virginal, que o oferece em cumprimento à Lei de Moisés, mas também como um pré-anúncio do seu Sacrifício de cruz. Nessa apresentação o Espírito Santo conduz os anciãos, Simeão e Ana que anunciam sua chegada em cumprimento às profecias. 

E conforme o relato de são Lucas: "O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”. (Lc 2,33-35).

Decerto, esta festa revela o quanto somos amados por Deus que enviou o Seu próprio Filho para nos libertar da condenação que o pecado nos impôs. O Senhor Jesus com o seu sofrimento de cruz revelou que o Pai sofre conosco as nossas dores para atenua-las, e para nos salvar definitivamente de tudo o que nos oprime neste mundo.

Portanto, caríssimos, como Simeão e a profetisa Ana reconheceram o menino Jesus nos braços de Maria, como o Messias enviado e se entregaram ainda mais a Deus; de igual modo, precisamos desse reconhecimento e da mesma entrega para que se cumpra em nossa vida somente aquilo que Deus Pai determinou em Seu infinito amor. 

Destarte, ao celebrarmos esta festa acendemos velas lembrando que Jesus é a verdadeira luz que ilumina as trevas deste mundo como anunciou Simeão: “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. (Lc 2,29-30).

“Todos nós também somos envolvidos por esta "visão", pois quem aceita viver o Evangelho torna-se sinal de contradição. Colocar-se diante do Senhor Jesus, Luz dos Gentios, requer muita coragem, mas, ainda mais e antes de tudo, ser "de Deus", como Simeão e Ana; requer também a consciência de nem sempre ver tudo claramente, como José e Maria, que ficaram “admirados” com o que diziam de seu Filho, mas, depois, sabemos que Maria “guardava e meditava” tudo em seu coração.” (Vatican News).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

DEUS SE FAZ REALMENTE PRESENTE EM NOSSO COTIDIANO...


 PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,1-6)(01/02/23)

Caríssimos, Deus é amor e nos criou por amor, para ama-lo e nos deixar amar por Ele, para assim realizamos a sua vontade em nossa vida. Decerto, sem essa graça nos tornamos incapazes para as boas ações que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos, pois sem amor este mundo e as criaturas se destinam para o caos.

A liturgia de hoje nos mostra que no coração cheio de orgulho e preconceito não existe espaço para acolher a vontade de Deus no outro, por isso, o juízo de valor torna-se porta de entrada para todo tipo de impropérios que destrói a compreensão e a unidade que tanto precisamos para vivermos em paz. 

Comentando o Evangelho de hoje disse o Papa Francisco: "Muitas vezes, as pessoas que encontram Jesus e o reconhecem, sentem-se maravilhadas. E nós, com o nosso encontro com Deus, devemos enveredar por este caminho: sentir-nos maravilhados. É como um certificado de garantia de que esse encontro é real, não ocasional. 

Mas, afinal, por que é que os compatriotas de Jesus não O reconhecem e acreditam n'Ele? Por quê? Qual é a razão? Podemos dizer, em poucas palavras, que eles não aceitam o escândalo da Encarnação. Eles não reconhecem esse mistério, e não o aceitam. 

Não o sabem, mas a razão é inconsciente, sentem que é escandaloso que a imensidão de Deus se revele na pequenez da nossa carne, que o Filho de Deus é filho do carpinteiro, que a divindade está escondida na humanidade, que Deus habita no rosto, nas palavras, nos gestos de um homem simples. 

Eis o escândalo: a encarnação de Deus, a sua concretude, o seu "quotidiano". E Deus tornou-se concreto num homem, Jesus de Nazaré, tornou-se um companheiro de viagem, tornou-se um de nós. "Tu és um de nós": dizer isso a Jesus é uma bela oração! E porque ele é um de nós, ele compreende-nos, acompanha-nos, perdoa-nos, ama-nos tanto. 

Na realidade, é mais confortável ter um deus abstrato e distante, que não se intromete em situações e que aceita uma fé distante da vida, dos problemas, da sociedade. Ou então gostamos de acreditar num deus "efeitos especiais", que só faz coisas excepcionais e dá sempre grandes emoções. 

Em vez disso, queridos irmãos e irmãs, Deus se fez homem: Deus é humilde, Deus é terno, Deus está escondido, Ele se faz próximo de nós habitando a normalidade da nossa vida quotidiana. E assim, acontece-nos a nós como aos compatriotas de Jesus, arriscamo-nos a que, quando ele passa, não o reconheçamos.

Peçamos a Nossa Senhora, que acolheu o mistério de Deus na vida quotidiana de Nazaré, que tenhamos olhos e coração livres de preconceitos e que tenhamos olhos abertos ao espanto: "Senhor, que eu te encontre! E quando encontramos o Senhor, há este espanto. Encontramo-lo na normalidade: olhos abertos às surpresas de Deus, à Sua humilde e oculta presença na vida quotidiana." (Papa Francisco - Angelus, 4/7/21).

Paz e Bem!

Frei Fernando Maria OFMConv.

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