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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Nós vos adoramos
Paz e bem!
Arte que "editei"
sob licença livre
(Creative Commons Atribuição, CompartilhaIgual),
outros tamanhos em:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Adoramus_te,_Domine_Jesu_Christe,_et_ad_omnes_ecclesias_tuas,_quae_sunt_in_toto_mundo,_et_benedicimus_tibi,_quia_per_sanctam_crucem_tuam_redemisti_mundum._-pt.svg
Nós vos adoramos,
Santíssimo Senhor Jesus Cristo,
aqui e em todas as vossas igrejas
que estão no mundo inteiro
e vos bendizemos
porque pela vossa santa cruz
remistes o mundo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Terni, onde os judeus oram a São Francisco
- Extraído de http://www.zenit.org/pt/articles/terni-onde-os-judeus-oram-a-sao-francisco acesso em 2013-10-02.
Códice do convento "La Romita" apresenta trechos da "Lenda umbra", que conta a história de alguns judeus que invocam a intercessão do santo para salvar uma criança cristã
Roma, (Zenit.org) | 114 visitas
A herança franciscana presente no território da Úmbria meridional vai sendo descoberta progressivamente. E ela consiste não apenas em mosteiros, conventos e obras de arte, mas também nos manuscritos, atas notariais e outras fontes importantes para a compreensão da história de São Francisco de Assis e da sua posteridade.![]() |
| La Romita, Cesi |
Na cidade de Capua, um menino que brincava às margens do rio Volturno com vários companheiros caiu na água por imprudência. A correnteza o engoliu rapidamente e o enterrou na lama, morto. Aos gritos das crianças que brincavam com ele, muitos homens e mulheres apressaram-se para ver o que tinha acontecido à beira do rio, e, ao notarem que a criança tinha se afogado, clamavam chorando: "São Francisco, São Francisco, devolve esta criança ao seu pai e ao seu avô, que labutam a teu serviço!".
O pai e o avô da criança, de fato, tinham dado o melhor de si ao trabalhar com devoção em uma igreja dedicada a São Francisco. Enquanto o povo invocava repetidamente os méritos do bem-aventurado Francisco, um nadador que estava longe, ouvindo os gritos, se aproximou.
Sabendo que a criança tinha caído no rio havia já um longo tempo, depois de invocar o nome de Cristo e de confiar-se aos méritos do bem-aventurado Francisco, ele tirou a roupa e mergulhou nu no rio. Não sabia onde era o lugar exato em que o menino tinha caído e começou a inspecionar aleatoriamente as margens e o leito do rio. Por vontade divina, encontrou finalmente o lugar onde a lama tinha coberto o cadáver da criança, como se fosse uma tumba. Ao desenterrá-lo,confirmou com grande dor que ele estava morto. A multidão reunida, mesmo vendo o menino morto, não parava de clamar: "São Francisco, devolve a criança ao seu pai!". Alguns judeus que estavam ali, movidos por um senso natural de compaixão, também clamavam: "São Francisco, devolve a criança ao seu pai!".
Comovido com a devoção das pessoas, como se depreende do resultado final, o beato Francisco escutou as orações e a criança morta ressuscitou. E enquanto todos se alegravam e ao mesmo tempo permaneciam atônitos, a criança tornada à vida pediu em súplicas para ser levada até a igreja de São Francisco. Ouvindo isso, todos louvaram a Deus que, através do seu servo, tinha-se dignado operar tão grande milagre.
Este códice, facilmente acessível aos estudiosos, mas de acesso difícil para o público em geral, está exposto até 26 de outubro na mostra iconográfica e documental “Louvado sejas, meu Senhor - Seguindo os passos de Francisco de Assis”, na Biblioteca Municipal de Terni, na Itália.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O 1º biógrafo de São Francisco
O primeiro biógrafo de São Francisco nasceu por volta de 1185 na cidadezinha de Celano, nas montanhas dos Abruços, não longe de Roma. Acolhido na Ordem, em 1215, pelo próprio São Francisco, como ele conta (ICel 57) foi para a Alemanha como missionário em 1221, como se lê no n. 19 da Crônica de Jordão de Jano.
Deve ter entrado na Ordem já muito preparado, porque sua maneira de escrever demonstra muito bons conhecimentos literários e um amplo domínio do latim. Não foi sem motivo que papas e superiores recorreram a ele.
Em 1223 foi nomeado custódio de Worms, Mogúncia, Colônia e Espira, como diz Jordão de Jano no n. 30, e passou a vice-provincial da Alemanha, na ausência de Cesário de Espira. É provável que estivesse em Assis em 1228 para a canonização de São Francisco. Parece que pertenceu a uma equipe de copistas que a Ordem manteve em Assis.
Passou uns trinta anos trabalhando na biblioteca do Sacro Convento, em Assis, e dando assistência às Clarissas de Tagliacozzo, nas Marcas de Ancona. Em 1256, assim acreditam muitos críticos, completou a Legenda de Santa Clara Virgem. Pelo estilo, há quem lhe atribua também a autoria da bula de canonização de Santa Clara.
É possível que João de Celano, autor da Quasi stella matutina, fosse seu irmão. Tem-se como certo que morreu em 1260, e está sepultado em Tagliacozzo.
A grande obra de Celano
Com o nome de Frei Tomás de Celano conhecemos cinco livros nas Fontes Franciscanas. A Vida l (ICel), a Vida II (2Cel), o Tratado dos Milagres (3Cel), a Legenda Chori (4Cel) e a Legenda de Santa Clara Virgem. Não vamos falar, aqui, da Legenda de Santa Clara, que estudamos amplamente nas Fontes Clarianas.
A Primeira Vida foi escrita a pedido do Papa Gregório IX em 1228 e apresentada ao pontífice no dia 25 de fevereiro de 1229. Por ordem do Capítulo Geral de Paris, em 1266, foi lançada ao fogo, com todos os exemplares de obras escritas sobre São Francisco antes da Legenda Maior de São Boaventura. Só veio a ser encontrada de novo em 1768, graças aos estudiosos bolandistas.
Em 1230, Celano escreveu também uma versão abreviada da Primeira Vida, que se chamou Legenda ad usum chori, e foi usada pelos frades até 1263, A Vida Segunda foi escrita em 1247, aproveitando material apresentado pelo ministro geral Crescêncio de Iesi, que o tinha pedido a toda a Ordem. Dessa vez, Tomás de Celano trabalhou com uma equipe, encarregando-se, porém, da redação final.
A Vida Segunda, destruída em 1266, só foi reencontrada em 1806. O Tratado dos Milagres foi escrito por ordem do ministro geral João de Farina, entre os anos 1250 e 1253. Também foi destruído em 1266 e só foi reencontrado em 1899. Esses quatro livros tiveram sua primeira edição crítica publicada em 1941, no vol. X da Annalecta Pranciscana.
- Extraído de http://www.franciscanos.org.br/v3/carisma/especiais/2011/sf/07.php acesso em 06 out. 2011.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Carta ao ministro : resumo da tese de Inácio Dellazari
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Senhor, dá-me bom senso / [Arno Frelich?]
Oração do Crucifixo de São Francisco de Assis:
sábado, 30 de julho de 2011
Breve apresentação de cada um dos Escritos [de S. Francisco]
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Introdução aos escritos [de Francisco de Assis] / Frei Aldir Crocoli
sábado, 23 de julho de 2011
Escritos como caminho a Francisco / [Arno Frelich?]
Frei Arno Frelich, OFM, disponibilizou em seu blog acadêmico o texto:
O mesmo não está assinado e por isto atribuimos sua autoria ao próprio Arno.
O mesmo pode ser encontrado em:
http://www.estef.edu.br/arno/wp-content/uploads/2011/07/Escritos-o-caminho-at%C3%A9-Francisco.pdf
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Cantico do irmão sol em alemão, espanhol, esperanto, francês, inglês, italiano, latim, neerlandês e romeno
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
A Perfeita Alegria
Reparto aqui a reflexão em grupo durante estudos das Fontes Franciscanas:
Reflexão a partir do texto sobre a Perfeita Alegria, I Fioretti - Do ensinamento de Fr. Francisco a Fr. Leão que a Alegria Perfeita se encontra na Cruz.
1. 0 texto nos fala de uma experiência, que surgiu na paixão de uma procura na qual Francis foi afeiçoado. Podemos dividi-lo em três partes:
a) A primeira parte diz que a Perfeita Alegria não consiste no fazer do homem.
b) A segunda parte nos apresenta a Perfeita Alegria, como o caminhar que se manifesta em cada passo da caminhada como concreção de si mesmo.
c) A Terceira parte nos mostra a conclusão do texto: a Perfeita Alegria é a Cruz que se manifesta no vencer-se a si mesmo.
2. Francisco, na primeira parte do texto, nomeia para Frei Leão uma série de obras extraordinárias e diz que mesmo que o frade menor consiga realizá-las em sua vida, nisto não está a Perfeita Alegria. Com isso, ele quer dizer que a Perfeita Alegria não vem do homem com tal, não consiste no seu fazer, por mais extraordinário que ele seja. Frei Leão não entende esse modo de falar e, admirado pergunta: “...onde está a Perfeita Alegria?" Aqui começa a segunda parte do texto.
3. Francisco aproveita a viagem de Perusa à Santa Maria dos Anjos, e aí, nesta realidade situacional bem concreta, exemplifica onde está a Perfeita Alegria: "... então se suportarmos tal injúria e tal crueldade, tantos maus tratos, prazenteiramente, sem nos perturbarmos e sem murmurarmos (...) escreve que nisto está a Perfeita Alegria." (I Fioretti, 23). Em seguida retoma por mais duas vezes o mesmo exemplo insistindo sempre na mesma tecla: A Perfeita Alegria consiste em suportar o que está aí. No exemplo dado ele indica o que suportar e como suportar.Confrontando as duas primeiras partes do texto, num primeiro relance parece que elas não são muito claras no que afirmam. Primeiro, diz que a Perfeita Alegria não consiste no fazer do homem, mas na relação das obras que ele nomeia, normalmente consideramos como obra de Deus e não do homem. É possível que Francisco nos queira dizer outra coisa; talvez que a Perfeita Alegria não consiste no fazer do homem, simplesmente por ele ter sido agraciado pelo fazer de Deus.
Não é o fazer milagres, o conhecer todas as ciências e o converter os homens à fé cristã o princípio da Perfeita Alegria, ela está numa outra dimensão. Mas acontece que ao afirmar na segunda parte onde ela se encontra, Francisco nos deixa na mesma dúvida, pois dizendo que é preciso suportar injúrias, crueldades, maus tratos sem se perturbar, sem murmurar etc, ela está indicando o que é preciso fazer para estar na Perfeita Alegria. Nesta compreensão do texto, podemos contestá-lo, porque pelo que aparentemente aparece, a Perfeita Alegria está na dependência desse modo de ser, que em última análise, requer o trabalho que o homem faz sobre si mesmo para chegar a este comportamento. Mas será que não é o outro o sentido do fazer neste modo de ser da Perfeita Alegria? Se é, então, a Perfeita Alegria não depende do modo de ser, mas ela é este modo de ser apontado no texto.Vamos tentar ver como se dá o modo de ser da Perfeita Alegria.
4. O texto nos diz que ela consiste em suportarmos toda a realidade da vida que nos surpreende, prazenteiramente, sem nos perturbarmos e sem murmurarmos, etc. Portanto, a porta pela qual Francisco nos introduz à compreensão do que ele expõe está na palavra suportar repetida em cada uma das situações do exemplo dado.
O que significa suportar? - Suportar é o modo de ser que assume toda a realidade situacional que se nos apresenta. Esta realidade é o que somos. Não existe fora de nós. Está inserida no acontecer de cada indivíduo. Suportar o que nas advém é assumir o que somos. A Perfeita Alegria está na positividade deste assumir. A positividade consiste em sermos todo a situação, em penetrarmos e movimentar-nos nela, num envolvimento total em que situados nos tornemos o interior da realidade situacional.
Tornar-se o interior da realidade é ir ao âmago da mesma, é ser todo n'aquilo que a institui. Francisco diz que, quem está nesta interioridade, suporta a vida com paciência, com alegria, prazenteiramente, sem se perturbar. Neste modo de ser, não existe abertura de possibilidades, mas somos a própria possibilidade que caminha em busca de si mesmo. Isto significa que interioridade deste modo de ser é a própria possibilidade daquilo que se é. Interioridade é o que leva o indivíduo a assumir a sua realidade na tentativa de se descobrir nela. É o que torna possível este processo de caminhada. Parece ser esta a estrutura da realidade situacional, indicada por Francisco no diálogo
com Frei Leão.
5. Ambos voltam à Santa Maria dos Anjos. Santa Maria não é um simples lugar, mas o ponto de partida de um encontro onde surgiu o processo da caminhada e, caminhando, explica ao Frei Leão em que consiste o caminho que ele chama de Perfeita Alegria. Ela consiste em assumir toda e qualquer realidade, com todo o peso que a mesma suporta (comporta), insistindo e persistindo nela a fim de penetrá-la para descobrir o sentido que nos constitui nesta realidade que somos nós mesmos.
‘‘Se suportarmos todas estas coisas pacientemente e com alegria, pensando nos sofrimentos de Cristo os quais devemos suportar por seu amor (...) aí e nisto está a Perfeita Alegria” (24).
Já vimos que suportar significa assumir o que somos, aguentar o próprio peso de nós mesmos. Mas não basta isto, é necessário assumirmos pacientemente, com alegria, pensando nos sofrimentos de Cristo.
Assumir pacientemente é ser assumido pelo que nós fazemos, deixando-nos fazer por aquilo que está aí resguardado no acontecer do dia-a-dia.
Assumir na paciência é caminhar vigorosamente para o coração d'aquilo que nos faz ser o que somos, na realidade em que nos situamos.
Caminhar para o coração é assumir tudo na cordialidade, é se entranhar no que se apresenta na tentativa de ir sempre à sua raiz.
No rigor desta tentativa somos tomados por um vigor que nos lança ao interior de nós mesmos, de modo que, em tudo haja esta penetração envolvente que não se fixa nas aparências da realidade, mas nos completa nela, levando-nos a unicidade de todas as coisas, a partir da cordialidade da vida que aflora em todo o nosso existir.
A Perfeita Alegria é a caminhada que se dá na cordialidade. É o modo de ser daquele que coloca todo seu existir na busca desta interioridade.
A interioridade desta busca é Cruz. Cruz é estar tão dentro de si mesmo que nada mais nos importuna, mas tudo se suporta na solidão da paciência. Nisto está a Paixão de Cristo que devemos pensar, a Cruz na qual podemos nos gloriar.
Postado por Vitório Mazzuco Fº às 16:26
Extraído de http://carismafranciscano.blogspot.com/2010/04/reparto-aqui-reflexao-em-grupo-durante.html acesso em 18 abr. 2010.
Foto: Foot prints in the snowmelt / Juan R. Lascorz. Dez. 2008. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:89.Aguaspotras.JPG acesso em 18 abr. 2010.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Védeo: Cântico das Criaturas
Descrição no Youtube:
Este é o Hino de Louvação a Deus através das suas criaturas. Composto por São Francisco de Assis. Foi o primeiro poema italiano em língua vernácula. Neste Canto encontra-se a comunhão do homem com toda a criação e o Criador.
sábado, 6 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Nem cilícios, nem argolas
Naquele mesmo Capítulo [das esteiras] disseram a São Francisco que muitos frades usavam cilícios de couro e argolas de ferro, e por isso muitos ficavam doentes e acabavam morrendo, e por isso muitos eram impedidos de orar. Por isso São Francisco, como um pai discretíssimo, mandou por santa obediência que quem tivesse cilício de couro ou argolas de ferro os trouxesse e colocasse diante dele. E assim fizeram. E deu para contar bem quinhentos cilícios de ferro e
muito mais argolas, entre as de braço e de ventre, tanto que fizeram uma grande pilha, e São Francisco fez que deixassem tudo ali.
Fior 18
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Nova edição crítica dos escritos de S. Francisco
Encarregado, em 2005, pelo Ministro geral e pelo seu Definitório de fazer nova edição crítica dos Escritos de S. Francisco, como contribuição ao VIII Centenário da Fundação da Ordem, Fr. Carlo Paolazzi, da Província de Trento e membro do Colégio S. Boaventura de Grottaferrata, após vários anos de intenso esforço, concluiu seu trabalho. A versão em latim-italiano saiu do prelo em dezembro de 2009. Logo mais, serão preparadas as edições em latim-inglês e latim-espanhol.
O texto crítico, que se intitula “Francisci Assisiensis Scripta”, editado por Fr. Carlo Paolazzi, divide-se em três secções: Louvores e Orações, Carta, Regras e Admoestações. Além disso, há um apêndice com “Ditos” e cartas perdidas. O texto aparecerá nas edições “Collegii S. Bonaventurae ad Claras Aquas, Grottaferrata, Roma 2009”.
Extraído de: Fraternitas [em Português]. Roma : OFM, ano 43, n. 161, 1 jan. 2010. P. 2. Dsisponível em http://www.franciscanos.org.br/v3/noticias/2010/pdf/0110por.pdf acesso em 230 dez. 2009.




