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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Franciscanas da Sagrada Família de Maria

Num primeiro momento podemos dizer que o Carisma da nossa Congregação é JESUS CRISTO DA SAGRADA FAMÍLIA DE MARIA: POBRE E CRUCIFICADO.

A nossa missão é: deixar que Jesus Cristo da Sagrada Família de Maria, pobre e crucificado, tome conta de nossa vida e que Deus continue o seu envio através de nós. A missão é o próprio Jesus Cristo; nós somos canais, instrumentos. Testemunhar é deixar o Cristo aparecer, como fez João Batista. Devo testemunhar o Cristo através da minha vida.

A nossa Espiritualidade tem por base: devoção a Nossa Senhora, obediência à vontade do Pai, amor à Eucaristia, espírito de família, acolher a todos com alegria, confiança na Divina Providência, humildade e simplicidade, atenção para com os pobres e necessitados, espírito de penitência.

Para vivermos com seriedade o espírito da nossa Congregação precisamos permanecer no vigor inicial, voltando sempre ao entusiasmo originário sem esquecer o "toque do primeiro amor."

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FRANCISCO DE ASSIS




















FRANCISCO DE ASSIS

Campos, monte e colinas...
era os lugares que freqüentava...
Subia por sobre as montanhas...
e nas cavernas rezava...
Abandonou a sua vida...
Deixou de lado as riquezas...
Largou tudo o que possuía...
casou-se com a dama pobreza....

Francisco de Assis...
Pobre como em Belém...
Rico por sua cruz,
seguiu Cristo Jesus...
Francisco pequenino,
por graça imortal...
Viveu como o menino...
do presépio divinal...

Buscou de Deus à vontade...
Dedicou-se à penitência...
Obteve a resposta pela sua persistência...
Andou por vilas e cidades...
Pregando a paz e o bem...
Mesmo sendo muito jovem...
Deu-se a Deus como convém...

Por sua vida foi outro Cristo...
Dele todos nos lembramos...
Para continuarmos a sua história
e vencermos os desenganos...
Se quisermos mudar o mundo...
e torná-lo mais feliz...
Precisamos seguir o exemplo...
do pobrezinho de Assis...

Paz e Bem!

Autores: Frei Fernando – Júlio César

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domingo, 4 de outubro de 2009

IRMÃO DE TODO IRMÃO

















IRMÃO DE TODO IRMÃO

Francisco aqui viveste...
Nesta terra...
Neste chão...
Como pobre com os pobres...
Mendigando o parco pão...
Rico de bens eternos...
Digno da salvação...
Pobre de Assis...
Irmão de todo irmão...

Aprendeste a lição da vida...
na penitência e na pobreza...
Deixaste os bens terrenos...
e do mundo as riquezas...
Encontraste em Deus a paz...
e amaste a natureza...

Viveste a humildade,
a caridade...
a doação...
Teu exemplo fala mais alto...
que os relatos dos teus irmãos...
Porque fizeste a vontade de Deus...
pela tua devoção...

Francisco não és só irmão de Assis...
mas de todos que buscam por teu exemplo,
seguir a Cristo em sua paixão...
Estes são filhos de Deus muitos amados...
Também irmãos de todos
e de toda a criação...

Paz e Bem!

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Gracias Mercedes

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Francisco convida ao seguimento de Cristo

“Depois de, durante dois anos desde a impressão dos estigmas – isto é, vinte anos após sua conversão, ter sido emoldurado pelos golpes da provação de angustiantes enfermidades, como pedra a ser colocada no edifício da Jerusalém celeste, e de ter sido levado à perfeição pelo martelo de múltiplas tribulações, pediu que o conduzissem a Santa Maria dos Anjos ou da Porciúncula, a fim de receber o espírito da vida onde recebera o espírito da graça.

Tendo chegado ali, querendo mostrar pelo exemplo da Verdade que nada tinha em comum com o mundo, naquela enfermidade grave que pôs fim a toda enfermidade, prostrou-se, no fervor do espírito totalmente nu sobra a terra nua, para, naquela hora extrema em que o inimigo ainda poderia irar-se, ele pudesse lutar nu contra um adversário nu.

Deitando-se, assim, na terra, despojado da veste de saco, elevou o rosto ao céu, como de costume, e, todo atento àquela glória, cobriu com a mão esquerda a chaga do lado direito para que não fosse vista. E disse aos irmãos: ‘Cumpri minha missão: que Cristo vos ensine a cumprir a vossa!’” (LegM XIV,3 e 2Cel 214)

CCFMC Lição 0, Texto das Fontes

_____________________________

Francisco foi um homen de Jesus. Dedicou a sua vida a ELE, à sua causa. O anúncio do Reino de Deus, foi sua missão. Quem o encarregou desta tarefa foi Deus mesmo. Estava tão seguro desta misssão que a deixou como herança sagrada aos seus irmãos: “Niguém me mostrou o que deveria fazer, mas o Altíssimo mesmo me revelou que eu deveria viver segundo forma do Santo Evangelho”. (Test 14)

O que parece tão fácil torna-se, a seguir, algo mais difícil. Se quisermos perceber a vontade de Deus, temos de ler dois livros, como diz Agostinho: o livro da vida (os sinais dos tempos) e a Bíblia, isto é, temos de adaptar o primeiro livro (livro da vida) aos critérios da Bíblia.

O mesmo vale para a herança dos nossos fundadores. Não é suficiente conhecer o que São Francisco e Santa Clara escreveram. Precisamos descobrir encontrar o ponto de unidade entre os escritos e os sinais dos tempos, temos que traduzi-los para nossos dias. Mesmo com possibilidade de errar, é este o caminho para a vivência do projeto franciscano em nosso tempo e em nosso lugar.

A vocação

“Foi assim que o Senhor concedeu a mim, Frei Francisco, começar a fazer penitência: como eu estivesse em pecados, parecia-me sobremaneira amargo ver os leprosos. E o próprio Senhor me conduziu entre eles, e fiz misericórdia com eles.

E afastando-me deles, aquilo que me parecia amargo, converteu-se para mim em doçura de alma e de corpo; e, depois, demorei só um pouco e abandonei o mundo.” (Test 1-3)

O tempo de Francisco

O que aconteceu nesta reviravolta? A lepra era uma doença generalizada. Os leprosos andavam desfigurados, eram banidos da sociedade e viviam isolados. Também Francisco teve os seus problemas neste contexto. “O que me parecia amargo, converteu-se em douçura de alma e de corpo.” Dolcezza – significa ternura, empatia, compaixão, solidariedade.

Para Francisco surge um novo mundo: o mundo do amor ao próximo. Seu mundo desmorona; este mundo de camadas sociais: a de cima e e de baixo, de senhores e servos. Francisco reconhece que este mundo não pode ser o verdadeiro, o mundo que Deus o quis. E descobre no Evangelho a alternativa. Um mundo reconciliado no qual o valor da pessoa não depende do trabalho e do ganho; um mundo no qual a riqueza que Deus colocou na Criação e no mundo, pode, ser usada com simplicidade

O tempo de hoje

Em que aspecto o mundo hoje, deve reviver o sonho de Francisco? Hoje, também, o mundo vive atormentado e crucificado: 842 milhões de pessoas são subnutridas, conforme o mais recente relatório da FAO. Catástrofes naturais, guerras, AIDS, são as razões mais importantes da fome e da pobreza no mundo. Cerca de 95 por cento dos 842 milhões de pessos que sofrem de fome vivem nos países em desenvolvimento. Todos os dias, cerca de 40 000 crianças morrem de fome (14,6 milhões por ano), 8000 pesoas de AIDS (2,9 milhões por ano), só na África são 2,5 milhões. Somam-se a isso, inúmeros mortos em guerras, atos de terrorismo, catástrofes naturais, doenças endêmicas. Morrem uma morte prematura, violenta; são os crucificados dos nossos dias.

Desafio

Como Francisco descobriu a sua vocação no encontro com o leproso, nós também precisamos acolher estes marginalizados e crucificados de nossos dias, relendo o Evangelho a partir de sua ótica. Isto é o que “Jesus Cristo nos ensina hoje”. Quer dizer: revitalizar a opção franciscana pelos pobres.

É neste sentido que lhes desejamos uma Festa de Francisco encorajadora e cheia da benção do Senhor

Vossa Equipe do CCFMC de Würzburg

Patricia, Veronica, Andreas, Wolfgang


Extraído de http://www.ccfmc.net/wPortugues/cbcmf/cbcmf-news/2009/2009_10_News.shtml acesso em 02 out. 2009.
Imagem: San Francisco de Asís rezando / Procesa Sarmiento. Séc. XIX. Extraído de http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Oleo_de_Procesa_Sarmiento_1.jpg acesso em 02 out. 2009.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

São Francisco que admiramos

Fr. Sílvio João, OFMcap
Estaremos juntos, com toda família franciscana, neste mês de outubro, festejando nosso seráfico pai são Francisco. Lembro-me, quando morava com meus genitores e, de modo especial de minha mãe, que foi ela quem pela primeira vez falou-me, - juntamente com meus irmãos -, de são Francisco. Nunca esqueço de suas palavras: “São Francisco era um jovem, muito bonito que ser converteu para seguir Jesus Cristo. Era muito rico, mas que depois, passou a viver uma vida de pobreza. Morava numa cidade medieval chamada Assis, na Itália”. Lembro-me também de um pequeno livro que li e de um filme a que assistir, o qual contava um pouco de sua vida. Porém, nunca esqueci que Francisco foi um jovem, - usando a linguagem de hoje -, muito travesso, festeiro, malando, enérgico, boêmio, beberão. Cheio de coisas loucas na cabeça, dava um trabalhão aos seus pais. Na sua época, é possível descrevê-lo assim: “Este é, pois, um homem que vive no pecado com paixão juvenil. Arrastado pelos impulsos de sua idade, pelas tendências da juventude e incapaz de controlar-se” (1). Mas graça a misericórdia divina, desperta sua consciência e começa traçar um caminho totalmente diferente daquele que estava acostumado. Olhando sua mudança, somos levados a afirmar que “pelo menos uma vez na vida, já sonhamos em nos tornar santos”(2) ou, que pelo menos uma vez na vida, sentimos um desejo imenso de chegar à perfeição.

Já se passaram muitos séculos de sua passagem por este mundo, mas Francisco continua sendo modelo de cristão que encarna “a figura ideal do homem que tenta a aventura da santidade e torna-se a expressão de um modelo verdadeiramente universal”(3). Deste modo, podemos dizer que Francisco está “no profundo da cada homem tocado pela graça na medida em que no profundo de cada homem está o anseio da santidade”(4). Sendo assim, temos sempre que lembrar que o homem foi criado para o amor, porque foi criado por Deus que é Amor(5). Que todos os seres do universo apenas constituem vestígios desse Amor, ou apenas uma ilusão. Francisco, por sua vez, tinha-o experimentado, como todos os homens; no entanto, em vez de se fincar nesses vestígios sem futuro, aprendeu a subir sempre para o Original, sempre para a Fonte Maior. Em vez de hesitar entre uma e outra ilusão, para não achar mais do que desilusões; renuncia às ilusões do mundo e eleva-se à Realidade Eterna (6).

Graças a sua confiança no Deus único e seu amor incondicional e absoluto como resposta ao amor de Deus, Francisco centralizou toda sua vida espiritual na imitação de Jesus. Amando-o, desdobrava-se em dois amores: “ O amor de Deus porque Cristo é Deus e o amor pelos homens porque Cristo é homem. Ama Deus porque, sendo criador do universo, ama o universo em conseqüência do amor de Deus. Ama Jesus Cristo que é homem. Logo, ama todos os homens em desdobramento do amor de Jesus Cristo”(7) Deste modo, podemos afirmar que sua espiritualidade “constitui uma realidade eminente e eminentemente fecundo do Cristianismo”(8). Eminente que significa: “que se eleva”, “que esta no alto”, “insigne”, “sempre ilustre”. Eminentemente fecunda porque é uma das mais prefeita síntese histórica dos valores cristãos, onde através de uma vontade eminente, converteu-se numa consonância tão profunda com os desejos e os questionamentos do homem de sua época que resultou na vontade eminente em todos as épocas, convertendo-se assim num clássico do cristianismo(9).

Nossa admiração se confirma pelo grande desejo que tinha São Francisco de querer sempre o melhor para si e para seus amados irmãos. E o melhor, para ele e para nós é a “santidade interior do espírito”(10). Ao desejar o melhor, Francisco tinha claríssima consciência que só Deus é Santo e que nós, pequenos e flagreis, só teremos felicidade divina, fazendo partir das três pessoas, três vezes Santa: Pessoa Criadora, Pessoa Redentora e Pessoa Santificadora (11). Por sua vez, Deus sendo o Único Santo, tornar-se o único Objeto de nossos desejos e de nossa verdadeira felicidade.(12)Deste modo, Francisco, assim exorta a todos nós: “Outra coisa não desejemos, nem queiramos, nem nos agrade, nem nos alegre senão o nosso Criador e Redentor e Salvador, o único e verdadeiro Deus, que é o bem pleno, o bem todo, o bem inteiro, o sumo e verdadeiro bem, que só ele é bom, carinhoso e meigo, suave e doce, só ele é benigno, inocente e puro dele, por ele e nele é todo perdão, toda graça, toda glória de todos os penitentes e justos, de todos os santos que se alegram juntos no céu”(13).

Admirado não só em nosso meio fraterno, São Francisco, torna-se um santo tão popular que sua vida e espiritualidade ganharam admiração não só entre os cristãos católicos romanos, mas também entre protestantes, panteístas, racionalistas e gente de pouca devoção(14). Sua vida de santidade e perfeição logo, ao longo dos séculos, inspirou escritores e artistas em todos os lugares do mundo. Entre os artistas que retrataram tão bem São Francisco está o grande Murillo (1617-1682). Em seu trabalho no convento dos capuchinhos de Sevilla: “El Jubileo de la Porciúncula”, retrata uma aparição de Cristo e da Virgem Maria a São Francisco para concede-lhe uma indulgência.(15) Entre os milhares de escritores que escreveram sobre São Francisco temos: Tomás de Celano, São Boavanura, Bernardo de Bessa, Frei Leão, Jordão de Giano, Paul Sabatier, Jacques Dalarun, Chiara Frugoni, Jacques Le Goff.

Quando percebemos estas manifestações de reconhecimento e valorização do nosso seráfico pai, lembramo-nos da passagem do Evangelho: ‘Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra”(16). Sim, Francisco foi um homem manso que através de sua santidade e alegria conquistou o coração de muita gente pelo mundo. De Jacques de Le Goff, temos um testemunho que nos alegra: “Francisco foi uma das personagens mais impressionantes de seu tempo e, até hoje, da história medieval...Aliando simplicidade e prestígio, humildade e ascendência, físico comum e brilho excepcional, apresenta-se com uma autenticidade acolhedora que permite imaginar uma abordagem simultaneamente familiar e distante...Foi desde muito cedo o homem que, mais que qualquer outro, inspirou-me o desejo de fazer dele um objeto de história total...Histórica e humanamente exemplar em relação ao passado e ao presente”(17).

Portanto, ao festejarmos São Francisco, sempre presente em nossa vida fraterna, queremos renova nossa admiração e lembrar a todos que, nós da grande família franciscana, somos apaixonados por nosso seráfico pai. E acima de tudo rezar: Ô Pai São Francisco! Queremos falar-lhe que a ti, foi confiado à missão mais sublime de um cristão: à perfeição evangélica. Através da imitação de Jesus Cristo no mundo, deste exemplo e testemunho para todos em seu tempo e no nosso hoje. Tu que ti tornar-te um símbolo para todos no mundo: um mundo tão precisado de paz e bem. Tu que ti tornar-te um sinal de esperança, que ressuscita sempre das cinzas nossa falta de amor para com os irmãos. Renova nossa fraternidade. Nossa vontade de continuar sendo um sinal do Reino do Deus. Renova nossa alegria, para continuarmos sendo um arauto em todas as fraternidades de nossa queria amada Província nossa senhora do Carmo. Amém.!

Notas:

(1) Cf. 2C, 03.
(2) Cf. CARRETTO, Carlos. Eu, Francisco, Paulus, 1981, p. 11.
(3) Idem, p. 12.
(4) Idem.
(5) Cf. 1Jo 4,8
(6) Cf. VEUTHEY, Pe. Leão. Itinerário da Alma Franciscana, Braga, 1948, pp. 41-49.
(7) Cf. CASTRO, Pe. José. São Francisco de Assis, Rio de Janeiro, 1926, p. 139.
(8) Cf. VELASCO, Jun Martín. A experiência Cristã de Deus, Paulinas, 2001, p. 114.
(9) Idem, p. 115-132
(10) Cf. RNB, 17,12.
(11) Cf. CIC, 190.
(12) Cf. Dicionário Franciscano: verbete: Santo.
(13) Cf. RNB, 23,27-30.
(14) Cf. ENGLEBERT, O. Vida de san Francisco de Asís, Santiago do Chile, CEFEPAL, 1973, p. 5.
(15) Cf. VALDIVEISO, Enrique. Murillo, Alianza editorial , 1994, p. 27.
(16) Cf. Mt 5, 1-12; Lc, 6, 20-49.
(17) Cf. LE Goff, Jacques. São Francisco de Assis, São Paulo, Recod, 2005, p. 09-10.

Extraído de http://www.promapa.org.br/2006/index.php?pag=artigos&exibartigo=48 acesso em 28 set. 2009.

Ilustração: S. Francisco / Nicholas Roerich. 1932. Extraído de http://commons.wikimedia.org/wiki/File:St._Francis.jpg acesso em 28 set. 2009.

AS BODAS DO CORDEIRO











AS BODAS DO CORDEIRO

Por que querer calar minha voz?
Pensas que estou aqui parado?
Não vês que Sou o Senhor da vida?

Por que querer me amordaçar?
Eu Sou o Deus vivo e verdadeiro.
Ajo no tempo como me apraz.
Eu Sou o Primeiro e o Último;
Sabedoria é minha paz.

Não fico de braços cruzados
vendo o mal na minha criação.
Meus Mandamentos, sei...
estão sendo transformados...
em vis migalhas e perdidas pérolas.
O tempo é curto e estou às portas,
vem que te dou o meu perdão.
Eu Sou o que Sou, este é o meu nome,
o meu amor é a única salvação.

Por que querer adormecer?
Sede atento à minha chegada.
Tal e qual as virgens da parábola,
sede vigilantes em plena noite.
O noivo vem vindo, luzes nas mãos,
os meus avisos já postos estão.
As minhas bodas já vão começar.
És prudente?
Então, podes entrar.

Paz e Bem!

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