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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
História das Clarissas Franciscanas Missionárias do Santíssimo Sacramento no Brasil
Missão no Brasil das Clarissas Franciscanas Missionárias do Santíssimo Sacramento / Carmem Rodrigues. -- Belo Horizonte : Telecart, 2003.
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domingo, 9 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
E TUDO ISTO ESTÁ NO MAIS ÍNTIMO DE NÓS...
E TUDO ISTO ESTÁ NO MAIS ÍNTIMO DE NÓS...
Porque Deus é o Supremo Bem, existimos...
E tudo o que necessitamos para vida existe ainda, porque Deus nos ama...
Mesmo a despeito dos que o negam e querem destruir tudo...
Porque Deus é Amor, o mal não tem valor algum...
Mas infelizmente os homens insistem em cultivar a maldade...
Mesmo conhecendo na própria carne seus resultados nefastos...
O que dizer Senhor, de tamanha perversidade?
Creio que só há uma resposta convincente...
Amar-te sempre, amar-te infinitamente...
Porque se não fosse o teu amor,
nada existiria, absolutamente nada...
Todavia, ai daqueles que recusam teu amor...
Ai daqueles que semeiam a dor, a injustiça e a perversão...
Esses só terão o que semearam aqui, por toda a eternidade...
Por recusarem a verdade com suas mentiras, mesmo estando diante dela...
Senhor, que posso eu em minha finitude?
Porque são milhares e milhões de homens agindo contrariamente à tua vontade...
Como se eles tivessem por si mesmos o poder e o governo de todas as coisas criadas...
Quando na verdade aqui estão, só para definir o que serão por toda eternidade...
Porque nossas ações nada mais são do que a revelação de nossas escolhas e decisões, seja para o bem, seja para o mal...
Por isso, afirmo Senhor, sem medo algum de errar,
que não tenho poder, a não ser o poder de decidir o próprio devir...
Mas, à medida que decido por tua vontade...
Na verdade, posso tudo o que Tu podes,
porque dependo cem por cento de Ti...
Assim, já não sou eu que vivo, és Tu que vives em mim...
E a vida que vivo na carne, eu a vivo por amor de Teu Filho, Jesus...
Que por todos morreu na cruz para nos salvar...
Mesmo assim os homens não querem acreditar...
Porque se acreditassem tudo mudaria,
haveria uma verdadeira revolução do amor...
Todos se amariam e se reconheceriam como teus filhos e filhas...
E se nos tornaríamos herdeiros eternos da felicidade e da paz que nos dás...
Em meio a tudo isso, Senhor, dá pra se prever o destino eterno que estamos tomando...
Porque haverá um dia em que ouviremos de tua justiça...
A sentença bendita ou maldita do juízo final...
Bem-aventurados os que te glorificaram pela obediência e pelo amor...
Estes gozarão por toda a eternidade a felicidade que mereceram...
Ao contrário, malditos serão todos os que te negaram pelas maldades que praticaram...
Todos que se enredaram pela vereda da mentira, corrupção, depravação, homicídios, malefícios, impurezas, idolatria, perdição...
Estes terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte...
Porque decidiram por tal viver...
Por isso, cada um se examine a si mesmo,
E procure corrigir e o que precisa de mudança...
Para assim poder alcançar as bem-aventuranças...
Compostas pela lembrança das virtudes praticadas...
Fé, esperança, caridade, desapego material...
Justiça, mansidão, fidelidade, paz...
Misericórdia, pureza de coração, santidade...
Sem as quais jamais veremos a Deus...
E tudo isto está no mais íntimo de nós...
Porque Deus nos criou para vivermos unicamente do seu amor...
Unicamente para amá-lo e adorá-lo pelos tempos infinitos...
No seu Reino bendito, morada eterna da paz...
Amém!
Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.
FREI FERNANDO, VIDA, FÉ E POESIA by Frei Fernando,OFMConv. is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Como Francisco enviou os primeiros irmãos ao mundo
Certo dia, Francisco e os primeiros sete irmãos chegaram a Poggio Bustone, no vale de Rieti. Quando ele viu a imensa planície a seus pés, ele compreendeu: Nós somos enviados ao mundo todo! Por isso, chamou os irmãos, falou-lhes do Reino de Deus e da vocação que cada um recebeu e pela qual deve responder. Depois, ele dividiu os irmãos em quatro grupos de dois e disse: Vão, queridos, de dois em dois às diferentes regiões do mundo e proclamem a boa nova de paz! “Sejam pacientes na tristeza e cheios de confiança, de que o Senhor cumpre as suas promessas. Aos que lhes perguntarem, respondam com humildade; abençoem a quem os persegue; agradeçam a quem os trata com injustiça e os difamam! " (1 Cor 29.).
Este episódio nos ensina que, tanto na origem de sua vocação como na compreensão de missão, Francisco confia em sua intuição! A missão dos irmãos é proclamar a Boa Nova da paz, o que correspondia ao Reino de Deus. E ao mundo todo, em todas as direções. Ele pensou que seria necessária uma vocação especial. “O Senhor mesmo me revelou”. Ele procura a confirmação de sua convicção, mas não se amarra a costumes e normas eclesiásticas do seu tempo. Nós os irmãos e irmãs de hoje, temos dificuldade de confiar em nossas intuições: “O Senhor mesmo nos revelou”. Tudo é estabelecido. Para tudo existem regras claras – para a Pastoral, a Missão ad Gentes, o serviço social, a formação e a responsabilidade. A rede das normas e leis é tão apertada, que não sobra muito espaço para o Espírito Santo. E, na busca de caminhos seguros, preferimos “a instituição à intuição”! Como nos faria bem, maior coragem franciscana!
Por outro lado, não podemos olhar nossa missão com a simplicidade de Francisco. Vivemos num mundo bem mais complexo! É uma aldeia global, onde cada acontecimento pode ser visto e acompanhado em tempo real, em qualquer lugar! E isto muitas vezes nos amedronta e nos leva a nos fecharmos em nosso mundo particular. Mas seria muito importante que, em especial nos dias de hoje, partilhássemos nossas experiências com outros. Assim, chegaremos a uma ação global. De outra maneira, não é possível experimentar a mensagem libertadora do Reino de Deus. Não podemos permitir que nossos próprios problemas nos impeçam de ver e encarar os desafios globais.
O que é preciso, então, para nos encantarmos novamente por Francisco e Clara, por sua inocente abertura a Deus e por sua convicção: “o Senhor mesmo me revelou?” Isto poderá acontecer hoje e nos levar a respostas novas e decisões originais! Não se trata de imitar Francisco e Clara, e sim de reescrever a história. Se quisermos saber para que Deus nos envia hoje, estejamos, antes de tudo, atentos para reconhecer “os sinais dos tempos” e, como Francisco e Clara, demos resposta adequada a estes sinais!
Como Francisco descobriu a sua vocação no encontro com o leproso, acolhamos os marginalizados de hoje e releiamos o Evangelho na ótica dos pobres e excluídos. É isto o que significa reanimação da opção franciscana pelos pobres.
Como Francisco mudou sua visão do centro para a periferia da cidade de Assis, assim também nós devemos assumir a causa dos 2/3 excluídos do mundo e sermos seus portavozes na sociedade e na igreja. Isto será a redescoberta da nossa vocação profética.
Como Francisco que, no “Cântico das Criaturas” cantou a irmandade de todo ser criado e nos lembrou intensamente, que nós não somos os donos da criação mas criaturas, também nós devemos assumir a defesa da criação de Deus. Isto significa redescobrir a espiritualidade da criação. Sensível às necessidades do tempo (800 anos atrás), Francisco fundou um movimento que mudou a Igreja. 800 anos depois, sejamos também um movimento, que ajuda a Igreja a devolver ao mundo sofrido, a confiança num Deus que ama a humanidade.
Andreas Müller OFM
Este episódio nos ensina que, tanto na origem de sua vocação como na compreensão de missão, Francisco confia em sua intuição! A missão dos irmãos é proclamar a Boa Nova da paz, o que correspondia ao Reino de Deus. E ao mundo todo, em todas as direções. Ele pensou que seria necessária uma vocação especial. “O Senhor mesmo me revelou”. Ele procura a confirmação de sua convicção, mas não se amarra a costumes e normas eclesiásticas do seu tempo. Nós os irmãos e irmãs de hoje, temos dificuldade de confiar em nossas intuições: “O Senhor mesmo nos revelou”. Tudo é estabelecido. Para tudo existem regras claras – para a Pastoral, a Missão ad Gentes, o serviço social, a formação e a responsabilidade. A rede das normas e leis é tão apertada, que não sobra muito espaço para o Espírito Santo. E, na busca de caminhos seguros, preferimos “a instituição à intuição”! Como nos faria bem, maior coragem franciscana!
Por outro lado, não podemos olhar nossa missão com a simplicidade de Francisco. Vivemos num mundo bem mais complexo! É uma aldeia global, onde cada acontecimento pode ser visto e acompanhado em tempo real, em qualquer lugar! E isto muitas vezes nos amedronta e nos leva a nos fecharmos em nosso mundo particular. Mas seria muito importante que, em especial nos dias de hoje, partilhássemos nossas experiências com outros. Assim, chegaremos a uma ação global. De outra maneira, não é possível experimentar a mensagem libertadora do Reino de Deus. Não podemos permitir que nossos próprios problemas nos impeçam de ver e encarar os desafios globais.
O que é preciso, então, para nos encantarmos novamente por Francisco e Clara, por sua inocente abertura a Deus e por sua convicção: “o Senhor mesmo me revelou?” Isto poderá acontecer hoje e nos levar a respostas novas e decisões originais! Não se trata de imitar Francisco e Clara, e sim de reescrever a história. Se quisermos saber para que Deus nos envia hoje, estejamos, antes de tudo, atentos para reconhecer “os sinais dos tempos” e, como Francisco e Clara, demos resposta adequada a estes sinais!
Como Francisco descobriu a sua vocação no encontro com o leproso, acolhamos os marginalizados de hoje e releiamos o Evangelho na ótica dos pobres e excluídos. É isto o que significa reanimação da opção franciscana pelos pobres.
Como Francisco mudou sua visão do centro para a periferia da cidade de Assis, assim também nós devemos assumir a causa dos 2/3 excluídos do mundo e sermos seus portavozes na sociedade e na igreja. Isto será a redescoberta da nossa vocação profética.
Como Francisco que, no “Cântico das Criaturas” cantou a irmandade de todo ser criado e nos lembrou intensamente, que nós não somos os donos da criação mas criaturas, também nós devemos assumir a defesa da criação de Deus. Isto significa redescobrir a espiritualidade da criação. Sensível às necessidades do tempo (800 anos atrás), Francisco fundou um movimento que mudou a Igreja. 800 anos depois, sejamos também um movimento, que ajuda a Igreja a devolver ao mundo sofrido, a confiança num Deus que ama a humanidade.
Andreas Müller OFM
- Extraído de http://ex.ccfmc.net/www.ccfmc.net/wPortugues/cbcmf/cbcmf-news/2012/2012_06_News.shtml acesso em 06 set. 2012.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: A ÚNICA VERDADE, O REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA...
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: A ÚNICA VERDADE, O
REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA...
Nada do que conhecemos deixa de ser
revelação, porque tudo o que conhecemos, quando muito, o fazemos só exteriormente
e nunca essencialmente, isto é, só conhecemos a nós mesmos e as outras
criaturas de fora para dentro e nunca de dentro para fora, porque a essência do
ser só a Deus pertence conhecer e mais ninguém; a não ser àquele a quem Ele o queira
revelar em parte, mas não plenamente (cf. 2Cor 12,2-4); é por isso, que tudo continua
um grande mistério, especialmente o conhecimento da Essência de Deus.
Ora, só existe Deus e Sua criação, nada
mais. E, dentro de Sua criação, o que Ele quiser revelar Dele mesmo ou de Sua
criação. Tudo fora de Deus é conhecimento meramente externo, nada essencial,
porque sem Deus nada podemos (cf. Jo 15,5). Para nós seres humanos o essencial é
conhecer a Deus pelo amor, e amando-o, conhecer sua obra à medida que Ele no-la
revele. A nós, porém, foi dado o conhecimento da verdade tal qual ela nos foi revelada
por Deus mesmo, quer na visibilidade do que vemos materialmente (cf. Rom 1,20);
quer na invisibilidade da fé (cf. Jo 1,12-13), isto é, espiritualmente, pela
aceitação da Verdade divina revelada nas Sagradas Escrituras.
Desse modo, pelo conhecimento e aceitação
das verdades da fé, que experimentamos em nós mesmos, pois são atos de amor a
Deus acima de todas as coisas, acreditamos firmemente que Deus tudo criou por
amor para o nosso bem e para o louvor de sua glória, isto porque detectamos a
bondade e o amor do Senhor em toda a extensão de sua obra. Não obstante o
pecado do homem que traz a indiferença e a ignorância, quanto à presença real de
Deus neste mundo; o Senhor nunca deixou de se revelar, mesmo ante a invisibilidade
de Sua Pessoa divina.
Conforme escreveu São Paulo na Carta aos Gálatas:
“Chegada à plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher
e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que
recebêssemos a sua adoção”. (Gl 4,4-5). Já
na Carta aos Hebreus, lemos: “Muitas vezes e de diversos modos outrora falou
Deus aos nossos pais pelos profetas. Ultimamente nos falou por seu Filho, que
constituiu herdeiro universal, pelo qual criou todas as coisas. Esplendor da
glória (de Deus) e imagem do seu ser, sustenta o universo com o poder da sua
palavra. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, está sentado à
direita da Majestade no mais alto dos céus, tão superior aos anjos quanto
excede o deles o nome que herdou”. (Hb 1,1-4).
Assim, Deus se fez presente fisicamente
neste mundo por meio do Seu Filho, Jesus Cristo (cf. Lc 1,26-35). E para
conhecermos mais profundamente essa verdade, São João, escreveu: “No princípio
era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no
princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. Nele
havia a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as
trevas não a compreenderam. Houve um homem, enviado por Deus, que se chamava
João. Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos
cressem por meio dele. Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. [O
Verbo] era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no
mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que
era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos aqueles que o receberam, aos
que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais
não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas
sim de Deus”. (Jo 1,1-14).
Por isso, como lemos no Evangelho de São
João (cf. Jo 3,1-15), é preciso nascer na ordem da graça pela fé para a vida
eterna; trata-se do Sacramento do Batismo que recebem os filhos e filhas de
Deus (cf. Mt 28,19-20). Pois, só a vida natural não nos basta, porque, na
verdade, temos anseio de eternidade, uma vez que caminhamos para ela a cada
instante de nosso viver aqui na terra. Daí, estarmos em movimento contínuo em
direção ao Senhor de toda a criação, quer acreditem os homens nessa verdade ou não,
esse movimento é irreversível.
Portanto, Jesus Cristo, o Filho de Deus
veio a este mundo para revelar quem Deus é – Criador de todas as coisas
visíveis e invisíveis, Autor e consumador de nossa fé que sustenta e governa
todas as coisas por meio de sua Divina Providência (cf. Gn 1 – 2). Como Deus
age – Por ser infinitamente amor, Deus só age por amor, mesmo se não for
acreditado, mesmo se não for amado (cf. 1Jo 4,7-16). E como chegarmos à
Plenitude de Deus – Somente por Ele, que é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo
14,1-6) e o verdadeiro alimento de nossa salvação (cf. Jo 6,53-58).
Por fim, eis a última verdade: “Cristo
ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram! Com efeito, se por um homem veio a morte, por
um homem vem a ressurreição dos mortos. Assim como em Adão todos morrem, assim
em Cristo todos reviverão. Cada qual, porém, em sua ordem: como primícias,
Cristo; em seguida, os que forem de Cristo, na ocasião de sua vinda. Depois,
virá o fim, quando entregar o Reino a Deus, ao Pai, depois de haver destruído
todo principado, toda potestade e toda dominação. Porque é necessário que ele
reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés. O último inimigo a
derrotar será a morte, porque Deus sujeitou tudo debaixo dos seus pés. Mas,
quando ele disser que tudo lhe está sujeito, claro é que se excetua aquele que
lhe sujeitou todas as coisas. E, quando tudo lhe estiver sujeito, então também
o próprio Filho renderá homenagem àquele que lhe sujeitou todas as coisas, a
fim de que Deus seja tudo em todos”. (1Cor 15,20b-28).
“Então o que está assentado no trono disse:
Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras
são fiéis e verdadeiras. Novamente me disse: Está pronto! Eu sou o Alfa e o
Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da
fonte da água viva. O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele
será meu filho. Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros,
os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque
ardente de fogo e enxofre, a segunda morte”. (Ap 21,5-8).
“Vi, então, um novo céu e uma nova terra,
pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia. Eu
vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma
esposa ornada para o esposo. Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que
dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão
o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Enxugará toda lágrima de seus olhos e
já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira
condição”. (Ap 21,1-4).
“Aquele que atesta estas coisas diz: Sim!
Eu venho depressa! Amém. Vem, Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus esteja com
todos”. (Ap 22,20-21).
Paz e Bem!
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