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terça-feira, 26 de julho de 2011

1º Seminário Municipal de Políticas Públicas para o Bem Estar Animal em Canoas

A Prefeitura de Canoas, através da Diretoria de Vigilância em Saúde - Unidade de Controle Bem Estar Animal e a Diretoria de Relações Comunitária - Orçamento Participativo, convida para o 1º Seminário Municipal de Políticas Públicas para o Bem Estar Animal. O evento ocorre nesta quarta-feira, dia 27, das 19h00min às 22h00min, no Auditório do Colégio ULBRA Cristo Redentor, Av. Inconfidência, 1231 - Marechal Rondon.

PROGRAMAÇÃO
19h00min: Credenciamento
19h30min: Abertura
20h00min: 1º Painel
BEM ESTAR ANIMAL – CONTEXTUALIZAÇÕES
PALESTRANTE: ALEXANDRE ZEQUIR
20h15min: 2º Painel
DIREITO À VIDA, SOB ASPECTOS LEGAIS E HUMANITÁRIOS
PALESTRANTE: ADELI SELL
20h45min:
BEM ESTAR ANIMAL – EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS
PALESTRANTE: REGINA BECKER
21h15min: Debates
21h45min: Considerações finais e encerramento.

Introdução à Teologia / Gilmar Zampieri

No link abaixo está a apostila, escrita por Gilmar Zampieri, utilizada no CTP para a introdução à teologia.

Blog Frei Alfredo OFM

Frei Alfredo da Cunha Santos, OFM, compositor e intérprete, natural de Piripiri – PI. É religioso, da Ordem dos Frades Menores, desde 1982. Conta com 21 anos de ministério sacerdotal junto ao povo de Deus. Esse apostolado da música tem ganhado espaço por onde ele passa e, no momento conquista, em Piripiri, e demais cidades do Estado, a simpatia de um público que se encanta com a mensagem repleta de vitalidade. Ele compõe há 30 anos. Fiel à Tradição Cristã, O missionário da canção, desperta o rosto materno do Pai na figura de Maria, mulher de Deus e do povo e que, carrega no ventre os sonhos e esperanças dos pobres.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

DISCÍPULOS, VERDADEIROS OU FALSOS?











DISCÍPULOS, VERDADEIROS OU FALSOS?...

Enquanto olharmos a Igreja como se fosse uma obra humana, tiraremos dela conclusões confusas, errôneas, meramente humanas... Porque se a Igreja dependesse apenas das ações dos homens ela não existiria mais... Não podemos ignorar a ação do Espírito Santo que a conduz... Para isso, precisamos permanecer na dependência do Espírito para sermos verdadeiros discípulos missionários de Cristo Jesus...

Porque Jesus é a resposta de tudo; mesmo pra aqueles que não têm pergunta alguma ou dos que o traem colocando tudo a perder por ganância ou busca de satisfação fora do Senhor...

“Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele. Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus!”

Jesus acrescentou: Não vos escolhi eu todos os doze? Contudo, um de vós é um demônio!... Ele se referia a Judas, filho de Simão Iscariotes, porque era quem o havia de entregar não obstante ser um dos Doze. (Jo 6,66-71).

Nossa vida pertence a Deus, essa é a grande certeza que Ele nos dá de nossa salvação, desde que permaneçamos com Ele a quem pertencemos... Por isso, encontre sempre motivos para amar a Deus e permanecer com Ele no amor; mas nunca encontre motivos para se afastar do Senhor por nada deste mundo...

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


Uma mudança de paradigmas (quase) esquecido

O Concílio Vaticano II redescobriu, em “Lumen Gentium”, o povo de Deus como elemento característico da Igreja. Esta mudança paradigmática é um processo único para a época. A relação hierárquica dos cristãos passou por uma reviravolta. O papa, os bispos e os sacerdotes têm somente um papel de servidores, e os leigos têm a sua missão, a sua diginidade não devido à ordem dada pela hierarquia, mas sim por Cristo mesmo. Este fato também modifica a nossa imagem de Deus. Não veneramos um Deus dos cristãos, mas sim um Deus de todos os seres humanos, um Deus que quer livrar o Seu povo da escravidão, da opressão e da marginalização para o levar à “terra prometida” na qual todos possam viver em justiça e paz. Esta é a promessa de salvação feita por Deus.

Numa Igreja assim compreendida, a política e o humanismo (isto é, justiça, paz preservação da criação, direitos humanos, humanismo etc) são temas centrais. São as questões básicas da Igreja e os fundamentos inalienáveis quando se fala do Deus da Bíblia. Pois é Ele que chama o Seu povo para a conversão e é Ele que o liberta. O povo de Deus, portanto, consiste em pessoas que estão dispostas e que têm a coragem de testemunhar este sonho de Deus no mundo: o sonho de que Deus é Deus e nenhum ídolo, de que é um ser social que quer a vida de todos; que Ele é, entre eles, a justiça, que “enche de bens os famintos e despede os ricos de mãos vazias”, que “derruba os poderosos do trono e eleva os humildes” (Cântico de Maria - Lc 1, 46-55).

Esta é precisamente a nossa missão. Para sabermos o que isso significa concreta-mente, aqui e agora, precisamos – como diz Agostinho – ler dois livros: o livro da vida (sinais dos tempos) e a Bíblia. O Cardeal Aloisio Lohrscheider do Brasil, venerado na América Latina como “Doutor da Igreja” do nosso tempo, disse uma vez: “se hoje quisermos saber o que Deus quer de nós, então temos que ir à escola junto dos pobres, isto é, conhecer as necessidades concretas da esmagodora maioria das pessoas e ler a Bíblia a partir de sua ótica. Portanto, precisamos ter um olhar mais desperto para os problemas do nosso tempo. Daí se pode depreender o que hoje em dia devia fazer parte do campo central de ação dos cristãos“.

Em Março de 2010 o Conselho Católico Alemão de Missões (Deutscher Katholischer Missionsrat DKMR) publicou o “Apelo para uma Igreja Profética” pedindo amplo apoio ao mesmo. No DKMR está reunida a competência eclesiástica universal da igreja alemã: as grandes obras de auxílio, as ordens religiosas de missão e as secções da igreja universal das dioceses alemãs. De que se trata neste apelo? Quer dizer que a Igreja negligencia vergonhosamente a sua missão se não intervier nos problemas prementes e aflituosos do nosso tempo e se não se posicionar na primeira fila. A Igreja não pode tratar em primeiro lugar do bem estar dos cristãos construindo um muro contra o assim chamado “mundo mau”. Jesus amava os pobres; não foi o samaritano benevo-lente, não foi o pontífice, mas comeu com os publicanos e prostitutas e não quis ser instrumentalizado pelos ricos e poderosos.

Uma pessoa que compreendeu e vivenciou isto, é Francisco de Assis. Quando, num dia chegou com os seus primeiros sete irmãos a Poggio Bustone, situado no Vale de Rieti e viu a vasta planície, teve clareza: somos enviados ao imenso mundo. Por isso, chamou todos e falou-lhes do Reino de Deus e da vocação que todos deveriam cumprir. Depois dividiu-os em quatro grupos de dois irmãos e disse: “Ide, caríssimos, dois a dois para as diferentes regiões do mundo e anunciai aos homens o Evangelho da paz! (1Cel 29s). Assim, Francisco confia na sua ideia missionária – como na história da sua vocação – em sua convicção interior. A missão dos irmãos é anunciar a boa-nova da paz, quer dizer, a ideia do Reino de Deus. Somos enviados para todas as partes, todos os pontos cardeais. Não pensa de maneira nenhuma que, para isso, precisa duma ordem do Papa ou dos bispos: “Deus mesmo é que me conduziu”. Ele só manda confirmar esta convicção interior, mas não se prende aos costumes eclesiásticos da sua época. Se considerarmos isto, sabemos o que é a nossa tarefa – hoje em dia.

Andreas Müller OFM

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